Alergia e intolerância ao leite de vaca

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Posted by Fagner Souza | Posted in Alimentação, Saúde | Posted on 22-05-2007

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O leite materno, sem dúvida, é a melhor opção para a alimentação de lactentes. As vantagens do aleitamento materno são indiscutíveis, incluindo as imunológicas, nutricionais, fisiológicas, odontológicas, e psicológicas.

Este texto tem o objetivo de ajudar no esclarecimento de algumas informações importantes para as pessoas interessadas pelos problemas que a intolerância à lactose e a alergia às proteínas do leite podem trazer para a saúde humana.

O que é alergia a proteínas do leite?

A alergia às proteínas envolve princípios completamente diferentes da intolerância à lactose. Não existe alergia à lactose, pois, sendo um açúcar, a lactose não apresenta alergenicidade. Diversas proteínas podem causar alergia, incluindo as do leite, do ovo, do trigo e do amendoim, dentre outras. Entretanto as proteínas do leite e as do ovo são as que causam maiores problemas às crianças de pouca idade.

Nas proteínas do leite existem mais de 30 sítios alergênicos, que podem causar problemas. O que ocorre na alergia é a produção de grandes quantidades de imunoglobulinas contra os sítios alergênicos, causando reações as mais diversas.

leite

No caso da alergia, é muito difícil mudar os sítios ativos das proteínas, tornando-os inativos. A melhor forma é eliminar da alimentação as proteínas que contêm os sítios alergênicos ativos. Em alguns casos, ocorre também o que se chama de alergia cruzada, ou seja, os sítios alergênicos ocorrem também em proteínas de outros alimentos, além do leite de vaca.

A alergia verdadeira é uma reação envolvendo o sistema imunológico do corpo, com formação de anticorpos nas células brancas do sangue. O sistema imunológico combate os invasores estranhos ao corpo usando os anticorpos. Quando esses invasores são bactérias e vírus perigosos, a resposta imunológica é necessária e desejável. No caso da alergia às proteínas do leite, por outro lado, a resposta imunológica seria desnecessária, além de causar diversos problemas.

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Pão Integral de 3 Minutos

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Posted by Fagner Souza | Posted in Alimentação, Receitas | Posted on 22-05-2007

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Ingredientes:

- 4 copos {250 ml} de farinha de trigo integral {fina};

- 1 colher rasa de sobremesa com fermento biológico {desidratado} ou 1 colher rasa de sopa com fermento biológico {fresco};

- 1 colher rasa de sobremesa com sal marinho natural;

- Aproximadamente 2 ½ copo d’água {morna}.

Modo de Preparo:

- Misturar a farinha, o fermento e o sal;

- Misturar água aos poucos em quanto se vá mexendo com uma colher;

- Untar a forma ou tabuleiro com óleo e polvilhar este com farinha;

- Colocar a massa na forma, ocupando até a metade da mesma;

- Deixar crescer a massa até dobrar de tamanho {aproximadamente em meia hora};

- Cozinhar o pão em forno quente por aproximadamente 35 minutos.

Dicas:

- Utilizando água morna é possível deixar crescer o pão dentro do forno desligado ou aquecendo este apenas um pouco;

- A utilização de água quente ou de forno quente para fazer crescer a massa poderá prejudicar este crescimento;

- Caso não tenha farinha integral fina, poderá utilizar apenas um pouco de farinha branca em substituição da integral;

- Poderá substituir a farinha integral pela farinha de milho, de centeio, de aveia e de outros cereais;

- Poderá acrescentar a esta massa diversos temperos, como alho, cebola, salsinha, etc.

- A quantidade certa de água pode ser calculada quando se torna possível misturar com a colher, utilizando o mínimo de água.

Fonte: Núcleo de Culinária Natural Denise Teixeira

Hambúrguer Natural

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Posted by Fagner Souza | Posted in Alimentação, Receitas | Posted on 21-05-2007

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Ingredientes:

- Partes iguais de ricota fresca e arroz integral bem cozido;

- Farinha de trigo, o suficiente para ajustar a consistência da mistura;

- Tomate, alho, pimentão verde, salsinha ou coentro, pimenta e sal a gosto, todos bem picadinhos.

Modo de Preparo:

- Num processador misture os ingredientes da massa até obter a consistência adequada (adicionando a farinha aos poucos);

- Transfira para uma tigela e adicione os outros ingredientes uniformizando a mistura com as mãos;

- Forme os hambúrgueres;

- Prense-os usando a forma adequada tendo o cuidado de usar um filme para não grudar a mistura na forma;

- Asse em chapa quente levemente untada com óleo de boa qualidade ou no microondas que possua função “crisp”.

Dicas:

- Rendimento: com meio quilo de ricota e de arroz consegue-se aproximadamente 12 hambúrgueres de 100g cada;

- Filme = saco plástico para congelar… .

Fonte: Sintonia Alternativa – Rosângela Vilar

Pirâmide Alimentar Infantil

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Posted by Fagner Souza | Posted in Alimentação, Ciências | Posted on 11-05-2007

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Crianças de 6 a 23 Meses (Ministério da Saúde, 2002)

A Pirâmide Alimentar é a representação gráfica do Guia Alimentar para Crianças de 6 a 23 Meses. É uma ferramenta prática que permite aos indivíduos a seleção de uma alimentação adequada e saudável. Os alimentos selecionados devem ser do hábito alimentar da família, adequados em quantidade e qualidade (Ministério da Saúde, 2002).

A proposta neste Guia está composta por oito grupos de alimentos, distribuídos em quatro níveis, apresentados da base ao topo da pirâmide, considerando a sua participação na dieta em quantidades respectivamente maiores ou menores de porções.

A organização da pirâmide é feita em função do tipo de alimento: principal nutriente que ele fornece e quantidade necessária. Um alimento não é mais importante que o outro por sua localização, todos os grupos são importantes e têm suas funções.

Os alimentos de cada nível da pirâmide foram selecionados pelos nutrientes: os carboidratos (grupo 1), as vitaminas e os minerais (grupos 2 e 3), as proteínas (grupos 4, 5, 6) e os lipídios e açúcares (grupo 7 e 8) – e quantificados em função do valor calórico total diário.

Nível 1

Grupo 1 – cereais, pães e tubérculos (de três a cinco porções).

Nível 2

Grupo 2 – verduras e legumes (três porções);

Grupo 3 – frutas (de três a quatro porções).

Nível 3

Grupo 4 – leites, queijos e iogurtes (três porções);

Grupo 5 – carnes e ovos (duas porções);

Grupo 6 – feijões (uma porção).

Nível 4

Grupo 7 – óleos e gorduras (duas porções);

Grupo 8 – açúcares e doces (uma porção).

Os alimentos de um mesmo grupo podem ser substituídos entre si (ex.: arroz por pão) – Quadro 1; porém, alimentos de diferentes grupos não devem ser substituídos pelos de outros. Por exemplo, arroz por fruta. Isto porque todos os oito grupos são importantes e todos são necessários.

O nome dos grupos (cereais / pães / tubérculos, feijões, etc.) deve ser considerado de forma genérica pois, por exemplo, no grupo dos cereais, foram colocados alimentos como batata, aipim, macarrão, arroz, pão, biscoito e, no grupo dos feijões, incluídas as demais leguminosas como: ervilha seca, grão de bico e soja. O chamado grupo das carnes deve incluir carnes de todas as naturezas e todos os tipos de cortes: carne bovina (ex.: filé, acém, coxão mole, etc.), frango, peixes, frutos do mar, fígado e outras.

Quadro 1


Fonte: http://paginas.terra.com.br/saude/daniellenutri/index.htm

Atitudes adequadas da família e educadores na hora da refeição das crianças.

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Posted by Fagner Souza | Posted in Alimentação, Vida Saudável | Posted on 09-05-2007

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Freqüentemente observamos crianças que não tem apetite para os alimentos saudáveis, e na hora do almoço ou jantar acontece uma ansiedade por parte dos adultos que cuidam delas. Em homenagem as mães, que querem ver seus filhos fortes e saudáveis, listo algumas atitudes que ajudariam neste momento.

- Respeitar, cuidar e zelar cada criança no seu jeito de ser;

- Somente falar assuntos agradáveis e positivos;

- Estimular a alimentação através de músicas, pratos enfeitados, histórias sobre os alimentos;

- Ter alegria e bom humor, nunca ficar brava com seus filhos nesta hora;

- Chamar atenção para os alimentos: cores, formas, texturas, sabores;

- Não misturar os alimentos no prato;

- Manter a criança sentada na cadeirinha, explicar que não é hora de brincar;

- Prestar atenção em tudo o que ingerem, mas não deixá-la perceber;

- Nunca falar na frente da criança: “Ela não gosta, ela não come…”;

- Ressaltar sempre o lado positivo da alimentação;

- Não repetir várias vezes a mesma palavra, quando não está funcionando, exemplo: “COME!”;

- Não obrigar a comer, mas estimular, para não criar um trauma;

- O líquido, beber após comer o alimento, mas se a criança estiver com sede antes de servir, oferecer um pouco de água;

- Ter sempre a mesma rotina neste horário: lavar as mãos, sentar com calma, ter um momento de reflexão e comer devagar;

- A educadora ou os pais tem que passar certa tranqüilidade as crianças;

- Sempre servir pouco alimento no prato, colocando de tudo, quanto mais colorido o prato, melhor, eles podem repetir quando desejarem;

- Alguns alimentos secos podem ser pegos com a mão: bolinhos, coxinhas, bifes, brócolis, couve-flor;

- Não preocupar-se com alimentos que caem e sujam a roupa ou a mesa;

- Não falar que a mãe ou o pai não gosta disto ou daquilo, dar bom exemplo!

Nutr.Cynthia Souza