Convivendo com Endometriose

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Posted by Carla Bock | Posted in Destaques, Saúde | Posted on 25-02-2009

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A complexidade com que se apresenta o corpo da mulher, dada uma rotina repleta de afazeres, característica da mulher moderna, sujeita-a fragilmente a diversos problemas de saúde, entre eles os ginecológicos, indiferente ao quadro apresentado, que pode ser de gravidade moderada à crônica são inevitáveis os efeitos à sensível integridade feminina, corpo, mente e espírito. Diante da diversidade de doenças existentes, vou me ater a Endometriose.

Esta palavra quando mencionada pelos profissionais de saúde às mulheres, é motivo de medo, dúvidas e sentimento de impotência. Isso se deve ao fato de ser uma doença sem causa comprovada, intrigante, com direito a fundações e associações, divaga ainda somente sobre hipóteses e diagnósticos os quais ressaltam a infertilidade como agravante. Somente isso já é o bastante para acabar com muitas noites de sono de uma parcela significativa das mulheres no mundo todo.

Estatisticamente, sabe-se que cerca de 10% da população feminina com idade entre 25 à 50 anos no mundo todo sofrem deste mal. O que elas têm em comum, são unicamente os sintomas, dor e infertilidade. Estudos afirmam que, “Endometriose é uma doença que acomete mulheres em período reprodutivo, que consiste na presença de endométrio em locais fora do útero”, fonte.

Endométrio que é a camada que reveste internamente o útero e recebe a fertilização, renovando-se a cada menstruação. Este tecido, também chamado de foco, é encontrados com frequência na região sobre os ovários, em alguns casos se desenvolvem na região abdominal, como na superfície externa do intestino grosso e delgado, ureteres e na bexiga, podem aparecer focos em cicatrizes cirúrgicas presentes nessa região. Este tecido funciona fora, como se estivessem dentro do útero, ocasionando hemorragias durante a menstruação, em últimos casos podem afetar ou inferir no funcionamento dos órgãos citados. Não é uma doença transmissível nem contagiosa, mas também não há prevenção para ela.

Em geral os sintomas são, dores na região pélvica, cólicas intensas e irregularidades no ciclo menstrual, câimbras abdominais, dores na relação sexual e infertilidade. Conforme dados coletados: 20% das mulheres tem dor, 60% tem dor e infertilidade e 20% somente infertilidade. A incoerência entre sintomas e estágio da doença pode existir, logo, podem aparecer muitos focos, poucos sintomas e um quadro avançado de doença, ou ainda, poucos focos, muitos sintomas num estágio inicial de doença. É comum entre as mulheres que procuram auxílio médico, apresentarem cansaço, alterações de humor, depressão e tensão pré-menstrual, em decorrência do desgaste físico e mental, ocasionado pelas dores contínuas, desconforto abdominal e até problemas conjugais.

Endometriose

As causas, ainda são uma grande incógnita para todos os especialistas da área. Teorias somente revelam que células da camada interna do útero são eliminadas a cada menstruação e se alocam na região abdominal. Numa hipótese mais ousada, sugerem ser de origem hereditária. O mais preocupante é que há poucos recursos que podem comprovar a real presença da doença bem como a quadro em que ela pode se encontrar, normalmente são realizados vários exames ginecológicos entre eles o ultra – som endovaginal e outros exames que descartam outros tipos de doenças, além do exame do toque, este que deve merecer atenção especial por parte do profissional, considerando sempre os sintomas comuns, depois disso é passível concluir que pode ser Endometriose, mas isso só é confirmado através de procedimentos com incisão para maior precisão e reversão do quadro.

Depois de diagnosticado cuidadosamente o caso, o tratamento a ser seguido, deve partir de uma decisão entre paciente e médico de forma consciente, com atenção especial às mulheres que querem engravidar. Dentre os procedimentos, há as cirurgias, sendo a mais comum a videolaparoscopia, a qual requer de anestesia geral, e a paciente recebe duas a três incisões sendo uma delas logo abaixo do umbigo, após são “queimados” os focos encontrados. Também é comum o uso de medicamentos como pílulas anticoncepcionais contínuas, implante ou DIU. Nestes casos como forma de prevenir a proliferação e reinstalação do tecido, pois ocorre a interrupção do ciclo menstrual. Não havendo sangramentos não há refluxo, ou seja, o sangue não sobe pelas trompas evitando assim sua instalação em outros pontos e órgãos. Ainda há um dilema sobre o uso de contraceptivos contínuos, e isso é aceitável diante da relação evolução científica e cultura tradicional, mas há outras formas de prevenção e controle da Endometriose o importante é que seja adotado um deles, através do devido acompanhamento médico, respeitando a vontade, decisão e adaptação de cada mulher.

Partindo do respeito ao nosso próprio corpo e da dádiva que nos foi dada para sermos mães, nós mulheres temos o dever de cuidar bem dele, respeitando seus limites e de nos atentarmos quando ele nos alerta de que algo não está bem, observe-se diariamente, não deixe passar despercebida uma dor, que diante do cansaço e rigidez às sensações, pode ser considerada “normal”. Procure profissionais competentes, fazendo ao menos os exames periódicos e tenha um acompanhamento médico continuo, podendo assim perceber que a Endometriose não deve ser tão temida assim, ela é reversível quando diagnosticada a tempo e os tratamentos não são dolorosos, por isso mais uma vez falo como mulher e portadora, à todas as mulheres: Ame e cuide-se a saúde é vital.

Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade

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Posted by Inedí Teixeira | Posted in Destaques, Saúde | Posted on 17-03-2008

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Todos nós, provavelmente, já ouvimos falar do TDAH. Ou lemos sobre o assunto ou conhecemos alguém com o transtorno ou simplesmente reconhecemos colocações como desatento, hiperativo ou impulsivo.

O TDAH – Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade, anteriormente conhecido como distúrbio de déficit de atenção ou disfunção cerebral mínima é um transtorno de saúde mental que, como o próprio nome menciona, tem como manifestação a desatenção, a hiperatividade e/ou impulsividade. Podendo esses serem predominantes ou combinados. Em geral, meninos apresentam mais sintomas de hiperatividade e meninas à desatenção.

Sendo esse um assunto que me chama muito a atenção, não só por ser estudante de Psicologia e interessada pela neurociência, mas também por ter um caso familiar, tentarei sintetizar alguns pontos importantes desse problema clínico muito freqüente nos dias de hoje.

HiperativoExiste uma série de sintomas a serem avaliados com relação aos comportamentos. Podemos citar como exemplos, a dificuldade de manter a atenção durante tarefas, principalmente quando estas não o estimulam e perda freqüente de objetos (desatenção), mexer as mãos e pés, correr e falar excessivamente (hiperatividade) e dificuldade de esperar sua vez, interromper e intrometer-se nas atividades dos outros (impulsividade).

Estudos indicam que os fatores desencadeantes desse transtorno são genéticos, embora talvez não o transtorno em si, mas sim uma vulnerabilidade herdada e ambientais, como problemas de relação familiar, complicações na gestação ou durante o parto.

São vários os critérios avaliados de comportamentos para apontar a hipótese desse diagnóstico. A criança (ou também um adulto) deve apresentar pelo menos seis dos sintomas de desatenção e/ou hiperatividade e impulsividade. Sendo que estes devem estar presentes em pelo menos dois ambientes diferentes (casa, escola, atividades sociais) e devem estar persistindo por pelo menos seis meses. O indivíduo enquadrado nestes sintomas deve ser encaminhado para avaliação profissional: neurologista, psiquiatra ou um profissional que tenha experiência com o transtorno.

O tratamento é realizado com metilfenidato, mais conhecido como a Ritalina, que atua como um fraco estimulante do sistema nervoso central, inibindo o transporte de dopamina (neurotransmissor, precursor natural da adrenalina e da noradrenalina) no cérebro. Esse medicamento deve ser utilizado por adultos ou crianças acima de sete anos e antes de prescrito, deve-se fazer uma avaliação no histórico do paciente. Também é fundamental a intervenção de um psicoterapeuta e psicopedagogo. Este conjunto combinado é chamado de intervenção multimodal e serve para um adequado equilíbrio também emocional do paciente, família e professores.

Os pais e/ou cuidadores devem estar bem esclarecidos e orientados quanto o TDAH. Muitos se queixam do comportamento, perdem a paciência e não sabem lidar com estas crianças e por falta de informação, acabam agravando mais os sintomas. Existem estratégias que, sendo trabalhadas em conjunto com os envolvidos, podem amenizar a tensão e melhorar o relacionamento.

É importante lembrar que nem todas as crianças que apresentam os sintomas comportamentais de desatenção, hiperatividade e/ou impulsividade são realmente perturbadas pelo TDAH. Percebe-se também, muitos destes sintomas originados de problemas psicológicos e por isso enfatizo a importância de saber o histórico desse paciente e a intervenção terapêutica. O que pode ocorrer nestes casos é uma falta de atenção dos pais e/ou cuidadores à criança e não que a mesma possua o déficit de atenção e sendo assim, ela utiliza de certos mecanismos para chamar a atenção para si.

Portanto, é importante uma boa avaliação destes profissionais com muito cuidado para não sair diagnosticando o transtorno para qualquer criança que apresente os sintomas. Talvez por isso, o TDAH hoje esta bastante “rotulado” como sendo a “doença da moda”.

O que quero dizer é que, o TDAH está presente em muitos casos clínicos, mas que precisamos prestar atenção neste conjunto de fatores abordados.

Fica impossível abordar tudo o que se conhece aqui, pela quantidade de informação relacionada, mas espero ter ajudado dissipando algumas dúvidas e havendo mais, fico a disposição no que puder ajudar.

Churrasco do Gaúcho

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Posted by Fagner Souza | Posted in Alimentação | Posted on 09-09-2007

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Nos fins de semana, muitos porto-alegrenses vão para o Parque Maurício Sirotsky Sobrinho (Parque Harmonia) utilizando as inúmeras churrasqueiras existentes no local, onde assam uma suculenta carne, à sombra das frondosas árvores ali existentes.

ChurrascoE no mês de setembro o parque se transforma em um enorme acampamento crioulo, onde estão presentes todos os piquetes e centros de tradição do estado. O cheirinho gostoso do churrasco é sentido por todos os cantos, enquanto que as sanfonas alegram fandangos onde gaúchos e prendas dançam a música tipicamente gaúcha, e os visitantes apreciam as danças e os pratos típicos do RS.
Fonte: POA SITE

O gostoso churrasco normalmente vem acompanhado por salada de batata com maionese, farofa, pão e muitas vezes uma bebida alcoólica, oferecendo riscos cardiovasculares se consumido com freqüência. O médico cardiologista José Rubens Rodrigues da Silva Júnior explica que o que torna o churrasco com uma ameaça à saúde é a quantidade de gordura contida nele. “É justamente a gordura que aumenta os níveis de colesterol no organismo.

Existem três tipos de gordura que contribuem para que isto aconteça: a saturada, a polisaturada e a insaturada. A principal fonte de colesterol nos alimentos é a gordura saturada, também presente nos animais e considerada a pior de todas”, contou José Rubens. Além da carne em si, o modo como ela é preparada também pode influenciar nos níveis de colesterol de quem a ingere. O especialista explicou que a gordura, depois de ingerida, passa por alguns processos de metabolização dentro do organismo, a chamada oxidação. É nessa oxidação que o modo de preparo pode influenciar, principalmente devido à quantidade de calor. “Nesse ponto o churrasco é considerado um dos piores meios de preparo. Com o calor muito alto, é como se a carne fosse “selada”, e a gordura fica toda lá dentro, não escorre. Além disso, com a grande quantidade de calor, o processo de oxidação que deveria ser realizado dentro do organismo, já é iniciado antes da carne ser consumida”, explicou José Rubens.

No que diz respeito aos modos de preparo das carnes, o churrasco só é menos reprovável que as frituras. O cardiologista disse que com a utilização de algum tipo de óleo no preparo dos alimentos, além da gordura já existente na carne que está sendo preparada, ela poderá incorporar grande parte desse material, aumentando ainda mais o risco do colesterol.

O cardiologista chamou a atenção para os miúdos, como o tradicional “coraçãozinho” de frango normalmente utilizado para carne de churrasco. Segundo ele, esta carne é a campeã em quantidade de colesterol. “A taxa diária geral de colesterol indicada é de 200 a 300mg, variando de pessoa para pessoa. Para se ter idéia, 100 gramas de coração de frango tem o equivalente a 2 mil mg de colesterol, isto é dez vezes mais que a quantidade indicada por dia. Quanto mais se puder evitar a ingestão deste alimento, melhor”, recomendou José Rubens.

A carne de porco, se aparentemente magra, é menos prejudicial do que a carne bovina. “Um lombo de porco, não contendo aquela gordura visível, é mais saudável que uma picanha por exemplo. Hoje existem ainda porcos desenvolvidos com baixo teor de gordura, o que é ainda melhor”, disse o cardiologista.

Então, o que fazer para diminuir a gordura?

O cardiologista José Rubens Rodrigues da Silva Júnior explica que, para se manter sadia, a pessoa não precisa abrir mão do prazer do churrasco. O necessário, segundo ele, é saber dosar as quantidades. “A pessoa tem que saber equilibrar a alimentação no dia-a-dia. O churrasco uma vez por semana, por exemplo, não tem problema algum. Já tive paciente que tinha o hábito de comer churrasco três vezes por semana. É um exagero”, disse. O médico sugere a escolha de carnes mais magras, como a alcatra. Ele diz também que, no caso do frango, é melhor retirar a pele antes de colocá-lo para assar. A lingüiça de porco deve ser substituída, mesmo que de vez em quando, pelas de frango. A gordura aparente em qualquer tipo de carne deve ser retirada. Outra dica é furar bem a lingüiça antes de assar, para ajudar na retirada da gordura, que seria ingerida.
Fonte: www2.uol.com.br/debate

Eu acrescento ainda que coma sempre a carne de churrasco acompanhada com farinha de mandioca junto com linhaça triturada, saladas verdes como entrada e beba bastante água durante o dia.

Alergia e intolerância ao leite de vaca

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Posted by Fagner Souza | Posted in Alimentação, Saúde | Posted on 22-05-2007

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O leite materno, sem dúvida, é a melhor opção para a alimentação de lactentes. As vantagens do aleitamento materno são indiscutíveis, incluindo as imunológicas, nutricionais, fisiológicas, odontológicas, e psicológicas.

Este texto tem o objetivo de ajudar no esclarecimento de algumas informações importantes para as pessoas interessadas pelos problemas que a intolerância à lactose e a alergia às proteínas do leite podem trazer para a saúde humana.

O que é alergia a proteínas do leite?

A alergia às proteínas envolve princípios completamente diferentes da intolerância à lactose. Não existe alergia à lactose, pois, sendo um açúcar, a lactose não apresenta alergenicidade. Diversas proteínas podem causar alergia, incluindo as do leite, do ovo, do trigo e do amendoim, dentre outras. Entretanto as proteínas do leite e as do ovo são as que causam maiores problemas às crianças de pouca idade.

Nas proteínas do leite existem mais de 30 sítios alergênicos, que podem causar problemas. O que ocorre na alergia é a produção de grandes quantidades de imunoglobulinas contra os sítios alergênicos, causando reações as mais diversas.

leite

No caso da alergia, é muito difícil mudar os sítios ativos das proteínas, tornando-os inativos. A melhor forma é eliminar da alimentação as proteínas que contêm os sítios alergênicos ativos. Em alguns casos, ocorre também o que se chama de alergia cruzada, ou seja, os sítios alergênicos ocorrem também em proteínas de outros alimentos, além do leite de vaca.

A alergia verdadeira é uma reação envolvendo o sistema imunológico do corpo, com formação de anticorpos nas células brancas do sangue. O sistema imunológico combate os invasores estranhos ao corpo usando os anticorpos. Quando esses invasores são bactérias e vírus perigosos, a resposta imunológica é necessária e desejável. No caso da alergia às proteínas do leite, por outro lado, a resposta imunológica seria desnecessária, além de causar diversos problemas.

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Atitudes adequadas da família e educadores na hora da refeição das crianças.

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Posted by Fagner Souza | Posted in Alimentação, Vida Saudável | Posted on 09-05-2007

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Freqüentemente observamos crianças que não tem apetite para os alimentos saudáveis, e na hora do almoço ou jantar acontece uma ansiedade por parte dos adultos que cuidam delas. Em homenagem as mães, que querem ver seus filhos fortes e saudáveis, listo algumas atitudes que ajudariam neste momento.

- Respeitar, cuidar e zelar cada criança no seu jeito de ser;

- Somente falar assuntos agradáveis e positivos;

- Estimular a alimentação através de músicas, pratos enfeitados, histórias sobre os alimentos;

- Ter alegria e bom humor, nunca ficar brava com seus filhos nesta hora;

- Chamar atenção para os alimentos: cores, formas, texturas, sabores;

- Não misturar os alimentos no prato;

- Manter a criança sentada na cadeirinha, explicar que não é hora de brincar;

- Prestar atenção em tudo o que ingerem, mas não deixá-la perceber;

- Nunca falar na frente da criança: “Ela não gosta, ela não come…”;

- Ressaltar sempre o lado positivo da alimentação;

- Não repetir várias vezes a mesma palavra, quando não está funcionando, exemplo: “COME!”;

- Não obrigar a comer, mas estimular, para não criar um trauma;

- O líquido, beber após comer o alimento, mas se a criança estiver com sede antes de servir, oferecer um pouco de água;

- Ter sempre a mesma rotina neste horário: lavar as mãos, sentar com calma, ter um momento de reflexão e comer devagar;

- A educadora ou os pais tem que passar certa tranqüilidade as crianças;

- Sempre servir pouco alimento no prato, colocando de tudo, quanto mais colorido o prato, melhor, eles podem repetir quando desejarem;

- Alguns alimentos secos podem ser pegos com a mão: bolinhos, coxinhas, bifes, brócolis, couve-flor;

- Não preocupar-se com alimentos que caem e sujam a roupa ou a mesa;

- Não falar que a mãe ou o pai não gosta disto ou daquilo, dar bom exemplo!

Nutr.Cynthia Souza