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	<title>Nutricy &#187; atenção</title>
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	<description>Preservando a vida saudável</description>
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		<title>Convivendo com Endometriose</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Feb 2009 15:00:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carla Bock</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A complexidade com que se apresenta o corpo da mulher, dada uma rotina repleta de afazeres, caracter&#237;stica da mulher moderna, sujeita-a fragilmente a diversos problemas de sa&#250;de, entre eles os ginecol&#243;gicos, indiferente ao quadro apresentado, que pode ser de gravidade moderada &#224; cr&#244;nica s&#227;o inevit&#225;veis os efeitos &#224; sens&#237;vel integridade feminina, corpo, mente e esp&#237;rito. [...]]]></description>
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<p>A complexidade com que se apresenta o corpo da mulher, dada uma rotina repleta de afazeres, caracter&iacute;stica da mulher moderna, sujeita-a fragilmente a diversos problemas de sa&uacute;de, entre eles os ginecol&oacute;gicos, indiferente ao quadro apresentado, que pode ser de gravidade moderada &agrave; cr&ocirc;nica s&atilde;o inevit&aacute;veis os efeitos &agrave; sens&iacute;vel integridade feminina, corpo, mente e esp&iacute;rito. Diante da diversidade de doen&ccedil;as existentes, vou me ater a Endometriose.</p>
<p>Esta palavra quando mencionada pelos profissionais de sa&uacute;de &agrave;s mulheres, &eacute; motivo de medo, d&uacute;vidas e sentimento de impot&ecirc;ncia. Isso se deve ao fato de ser uma doen&ccedil;a sem causa comprovada, intrigante, com direito a funda&ccedil;&otilde;es e associa&ccedil;&otilde;es, divaga ainda somente sobre hip&oacute;teses e diagn&oacute;sticos os quais ressaltam a infertilidade como agravante. Somente isso j&aacute; &eacute; o bastante para acabar com muitas noites de sono de uma parcela significativa das mulheres no mundo todo.</p>
<p>Estatisticamente, sabe-se que cerca de 10% da popula&ccedil;&atilde;o feminina com idade entre 25 &agrave; 50 anos no mundo todo sofrem deste mal. O que elas t&ecirc;m em comum, s&atilde;o unicamente os sintomas, dor e infertilidade. Estudos afirmam que, <em>“Endometriose &eacute; uma doen&ccedil;a que acomete mulheres em per&iacute;odo reprodutivo, que consiste na presen&ccedil;a de endom&eacute;trio em locais fora do &uacute;tero”</em>, <a href="http://www.saudevidaonline.com.br/artigo24.htm" target="_blank">fonte</a>.</p>
<p>Endom&eacute;trio que &eacute; a camada que reveste internamente o &uacute;tero e recebe a fertiliza&ccedil;&atilde;o, renovando-se a cada menstrua&ccedil;&atilde;o. Este tecido, tamb&eacute;m chamado de foco, &eacute; encontrados com frequ&ecirc;ncia na regi&atilde;o sobre os ov&aacute;rios, em alguns casos se desenvolvem na regi&atilde;o abdominal, como na superf&iacute;cie externa do intestino grosso e delgado, ureteres e na bexiga, podem aparecer focos em cicatrizes cir&uacute;rgicas presentes nessa regi&atilde;o. Este tecido funciona fora, como se estivessem dentro do &uacute;tero, ocasionando hemorragias durante a menstrua&ccedil;&atilde;o, em &uacute;ltimos casos podem afetar ou inferir no funcionamento dos &oacute;rg&atilde;os citados. N&atilde;o &eacute; uma doen&ccedil;a transmiss&iacute;vel nem contagiosa, mas tamb&eacute;m n&atilde;o h&aacute; preven&ccedil;&atilde;o para ela.</p>
<p>Em geral os sintomas s&atilde;o, dores na regi&atilde;o p&eacute;lvica, c&oacute;licas intensas e irregularidades no ciclo menstrual, c&acirc;imbras abdominais, dores na rela&ccedil;&atilde;o sexual e infertilidade. Conforme dados coletados: 20% das mulheres tem dor, 60% tem dor e infertilidade e 20% somente infertilidade. A incoer&ecirc;ncia entre sintomas e est&aacute;gio da doen&ccedil;a pode existir, logo, podem aparecer muitos focos, poucos sintomas e um quadro avan&ccedil;ado de doen&ccedil;a, ou ainda, poucos focos, muitos sintomas num est&aacute;gio inicial de doen&ccedil;a. &Eacute; comum entre as mulheres que procuram aux&iacute;lio m&eacute;dico, apresentarem cansa&ccedil;o, altera&ccedil;&otilde;es de humor, depress&atilde;o e tens&atilde;o pr&eacute;-menstrual, em decorr&ecirc;ncia do desgaste f&iacute;sico e mental, ocasionado pelas dores cont&iacute;nuas, desconforto abdominal e at&eacute; problemas conjugais.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-209" style="border: 0pt none;;  display: block; margin-right: auto; margin-left: auto;" title="Endometriose" src="http://nutricy.com/wp-content/uploads/2009/02/endometriose2.jpg" alt="saude  endometriose2 Convivendo com Endometriose" width="409" height="314" /></p>
<p>As causas, ainda s&atilde;o uma grande inc&oacute;gnita para todos os especialistas da &aacute;rea. Teorias somente revelam que c&eacute;lulas da camada interna do &uacute;tero s&atilde;o eliminadas a cada menstrua&ccedil;&atilde;o e se alocam na regi&atilde;o abdominal. Numa hip&oacute;tese mais ousada, sugerem ser de origem heredit&aacute;ria. O mais preocupante &eacute; que h&aacute; poucos recursos que podem comprovar a real presen&ccedil;a da doen&ccedil;a bem como a quadro em que ela pode se encontrar, normalmente s&atilde;o realizados v&aacute;rios exames ginecol&oacute;gicos entre eles o ultra – som endovaginal e outros exames que descartam outros tipos de doen&ccedil;as, al&eacute;m do exame do toque, este que deve merecer aten&ccedil;&atilde;o especial por parte do profissional, considerando sempre os sintomas comuns, depois disso &eacute; pass&iacute;vel concluir que pode ser Endometriose, mas isso s&oacute; &eacute;  confirmado atrav&eacute;s de procedimentos com incis&atilde;o para maior precis&atilde;o e revers&atilde;o do quadro.</p>
<p>Depois de diagnosticado cuidadosamente o caso, o tratamento a ser seguido, deve partir de uma decis&atilde;o entre paciente e m&eacute;dico de forma consciente, com aten&ccedil;&atilde;o especial &agrave;s mulheres que querem engravidar. Dentre os procedimentos, h&aacute; as cirurgias, sendo a mais comum a videolaparoscopia, a qual requer de anestesia geral, e a paciente recebe duas a tr&ecirc;s incis&otilde;es sendo uma delas logo abaixo do umbigo, ap&oacute;s s&atilde;o “queimados” os  focos encontrados. Tamb&eacute;m &eacute; comum o uso de medicamentos como p&iacute;lulas anticoncepcionais cont&iacute;nuas, implante ou DIU. Nestes casos como forma de prevenir a prolifera&ccedil;&atilde;o e reinstala&ccedil;&atilde;o do tecido,  pois ocorre a interrup&ccedil;&atilde;o do ciclo menstrual. N&atilde;o havendo sangramentos n&atilde;o h&aacute; refluxo, ou seja, o sangue n&atilde;o sobe pelas trompas evitando assim sua instala&ccedil;&atilde;o em outros pontos e &oacute;rg&atilde;os. Ainda h&aacute; um dilema sobre o uso de contraceptivos cont&iacute;nuos, e isso &eacute; aceit&aacute;vel diante da rela&ccedil;&atilde;o evolu&ccedil;&atilde;o cient&iacute;fica e cultura tradicional, mas h&aacute; outras formas de preven&ccedil;&atilde;o e controle da Endometriose o importante &eacute; que seja adotado um deles, atrav&eacute;s do devido acompanhamento m&eacute;dico, respeitando a vontade, decis&atilde;o e adapta&ccedil;&atilde;o de cada mulher.</p>
<p>Partindo do respeito ao nosso pr&oacute;prio corpo e da d&aacute;diva que nos foi dada para sermos m&atilde;es, n&oacute;s mulheres temos o dever de cuidar bem dele, respeitando seus limites e de nos atentarmos quando ele nos alerta de que algo n&atilde;o est&aacute; bem, observe-se diariamente, n&atilde;o  deixe passar despercebida uma dor, que diante do cansa&ccedil;o e rigidez &agrave;s sensa&ccedil;&otilde;es, pode ser considerada “normal”. Procure profissionais competentes, fazendo ao menos os exames peri&oacute;dicos e tenha um acompanhamento m&eacute;dico continuo, podendo assim perceber que a Endometriose n&atilde;o deve ser t&atilde;o temida assim, ela &eacute; revers&iacute;vel quando diagnosticada a tempo e os tratamentos n&atilde;o s&atilde;o dolorosos, por isso mais uma vez falo como mulher e portadora, &agrave; todas as mulheres: Ame e cuide-se a sa&uacute;de &eacute; vital.</p>

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		<title>Transtorno de D&#233;ficit de Aten&#231;&#227;o e Hiperatividade</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Mar 2008 12:30:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Inedí Teixeira</dc:creator>
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<p>Todos n&oacute;s, provavelmente, j&aacute; ouvimos falar do TDAH. Ou lemos sobre o assunto ou conhecemos algu&eacute;m com o transtorno ou simplesmente reconhecemos coloca&ccedil;&otilde;es como desatento, hiperativo ou impulsivo.</p>
<p>O TDAH – Transtorno de D&eacute;ficit de Aten&ccedil;&atilde;o e Hiperatividade, anteriormente conhecido como dist&uacute;rbio de d&eacute;ficit de aten&ccedil;&atilde;o ou disfun&ccedil;&atilde;o cerebral m&iacute;nima &eacute; um transtorno de sa&uacute;de mental que, como o pr&oacute;prio nome menciona, tem como manifesta&ccedil;&atilde;o a desaten&ccedil;&atilde;o, a hiperatividade e/ou impulsividade. Podendo esses serem predominantes ou combinados. Em geral, meninos apresentam mais sintomas de hiperatividade e meninas &agrave; desaten&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>Sendo esse um assunto que me chama muito a aten&ccedil;&atilde;o, n&atilde;o s&oacute; por ser estudante de Psicologia e interessada pela neuroci&ecirc;ncia, mas tamb&eacute;m por ter um caso familiar, tentarei sintetizar alguns pontos importantes desse problema cl&iacute;nico muito freq&uuml;ente nos dias de hoje.</p>
<p><img src="http://nutricy.com/wp-content/uploads/2008/03/hiperativo.jpg" border="0" alt="saude  hiperativo Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade" hspace="5" vspace="5" align="left" title="Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade saude " />Existe uma s&eacute;rie de sintomas a serem avaliados com rela&ccedil;&atilde;o aos comportamentos. Podemos citar como exemplos, a dificuldade de manter a aten&ccedil;&atilde;o durante tarefas, principalmente quando estas n&atilde;o o estimulam e perda freq&uuml;ente de objetos (desaten&ccedil;&atilde;o), mexer as m&atilde;os e p&eacute;s, correr e falar excessivamente (hiperatividade) e dificuldade de esperar sua vez, interromper e intrometer-se nas atividades dos outros (impulsividade).</p>
<p>Estudos indicam que os fatores desencadeantes desse transtorno s&atilde;o gen&eacute;ticos, embora talvez n&atilde;o o transtorno em si, mas sim uma vulnerabilidade herdada e ambientais, como problemas de rela&ccedil;&atilde;o familiar, complica&ccedil;&otilde;es na gesta&ccedil;&atilde;o ou durante o parto.</p>
<p>S&atilde;o v&aacute;rios os crit&eacute;rios avaliados de comportamentos para apontar a hip&oacute;tese desse diagn&oacute;stico. A crian&ccedil;a (ou tamb&eacute;m um adulto) deve apresentar pelo menos seis dos sintomas de desaten&ccedil;&atilde;o e/ou hiperatividade e impulsividade. Sendo que estes devem estar presentes em pelo menos dois ambientes diferentes (casa, escola, atividades sociais) e devem estar persistindo por pelo menos seis meses. O indiv&iacute;duo enquadrado nestes sintomas deve ser encaminhado para avalia&ccedil;&atilde;o profissional: neurologista, psiquiatra ou um profissional que tenha experi&ecirc;ncia com o transtorno.</p>
<p>O tratamento &eacute; realizado com metilfenidato, mais conhecido como a Ritalina, que atua como um fraco estimulante do sistema nervoso central, inibindo o transporte de dopamina (neurotransmissor, precursor natural da adrenalina e da noradrenalina) no c&eacute;rebro. Esse medicamento deve ser utilizado por adultos ou crian&ccedil;as acima de sete anos e antes de prescrito, deve-se fazer uma avalia&ccedil;&atilde;o no hist&oacute;rico do paciente. Tamb&eacute;m &eacute; fundamental a interven&ccedil;&atilde;o de um psicoterapeuta e psicopedagogo. Este conjunto combinado &eacute; chamado de interven&ccedil;&atilde;o multimodal e serve para um adequado equil&iacute;brio tamb&eacute;m emocional do paciente, fam&iacute;lia e professores.</p>
<p>Os pais e/ou cuidadores devem estar bem esclarecidos e orientados quanto o TDAH. Muitos se queixam do comportamento, perdem a paci&ecirc;ncia e n&atilde;o sabem lidar com estas crian&ccedil;as e por falta de informa&ccedil;&atilde;o, acabam agravando mais os sintomas. Existem estrat&eacute;gias que, sendo trabalhadas em conjunto com os envolvidos, podem amenizar a tens&atilde;o e melhorar o relacionamento.</p>
<p>&Eacute; importante lembrar que nem todas as crian&ccedil;as que apresentam os sintomas comportamentais de desaten&ccedil;&atilde;o, hiperatividade e/ou impulsividade s&atilde;o realmente perturbadas pelo TDAH. Percebe-se tamb&eacute;m, muitos destes sintomas originados de problemas psicol&oacute;gicos e por isso enfatizo a import&acirc;ncia de saber o hist&oacute;rico desse paciente e a interven&ccedil;&atilde;o terap&ecirc;utica. O que pode ocorrer nestes casos &eacute; uma falta de aten&ccedil;&atilde;o dos pais e/ou cuidadores &agrave; crian&ccedil;a e n&atilde;o que a mesma possua o d&eacute;ficit de aten&ccedil;&atilde;o e sendo assim, ela utiliza de certos mecanismos para chamar a aten&ccedil;&atilde;o para si.</p>
<p>Portanto, &eacute; importante uma boa avalia&ccedil;&atilde;o destes profissionais com muito cuidado para n&atilde;o sair diagnosticando o transtorno para qualquer crian&ccedil;a que apresente os sintomas. Talvez por isso, o TDAH hoje esta bastante “rotulado” como sendo a “doen&ccedil;a da moda”.</p>
<p>O que quero dizer &eacute; que, o TDAH est&aacute; presente em muitos casos cl&iacute;nicos, mas que precisamos prestar aten&ccedil;&atilde;o neste conjunto de fatores abordados.</p>
<p style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="350" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/8ETE5i3OhKg" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="350" src="http://www.youtube.com/v/8ETE5i3OhKg"></embed></object></p>
<p>Fica imposs&iacute;vel abordar tudo o que se conhece aqui, pela quantidade de informa&ccedil;&atilde;o relacionada, mas espero ter ajudado dissipando algumas d&uacute;vidas e havendo mais, fico a disposi&ccedil;&atilde;o no que puder ajudar.</p>

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		<title>Churrasco do Ga&#250;cho</title>
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		<pubDate>Mon, 10 Sep 2007 00:34:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fagner Souza</dc:creator>
				<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
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<p>Nos fins de semana, muitos porto-alegrenses v&atilde;o para o <strong>Parque Maur&iacute;cio Sirotsky Sobrinho (Parque Harmonia)</strong> utilizando as in&uacute;meras churrasqueiras existentes no local, onde assam uma suculenta carne, &agrave; sombra das frondosas &aacute;rvores ali existentes.</p>
<p><a title="Churrasco" href="http://www.nutricy.com.br/wp-content/uploads/churrasco2.jpg"><img title="Churrasco" src="http://www.nutricy.com.br/wp-content/uploads/churrasco2.jpg" border="0" alt="alimentacao  churrasco2 Churrasco do Ga&#250;cho" hspace="5" vspace="5" width="214" height="308" align="left" /></a>E no m&ecirc;s de setembro o parque se transforma em um enorme acampamento crioulo, onde est&atilde;o presentes todos os piquetes e centros de tradi&ccedil;&atilde;o do estado. O cheirinho gostoso do churrasco &eacute; sentido por todos os cantos, enquanto que as sanfonas alegram fandangos onde ga&uacute;chos e prendas dan&ccedil;am a m&uacute;sica tipicamente ga&uacute;cha, e os visitantes apreciam as dan&ccedil;as e os pratos t&iacute;picos do RS.<br />
Fonte: <a href="http://www.bedandbreakfast.tur.br/index2.php?pagina=parques.php" target="_blank">POA SITE</a></p>
<p>O gostoso churrasco normalmente vem acompanhado por salada de batata com maionese, farofa, p&atilde;o e muitas vezes uma bebida alco&oacute;lica, oferecendo riscos cardiovasculares se consumido com freq&uuml;&ecirc;ncia. O m&eacute;dico cardiologista Jos&eacute; Rubens Rodrigues da Silva J&uacute;nior explica que o que torna o churrasco com uma amea&ccedil;a &agrave; sa&uacute;de &eacute; a quantidade de gordura contida nele. “&Eacute; justamente a gordura que aumenta os n&iacute;veis de colesterol no organismo.</p>
<p>Existem tr&ecirc;s tipos de gordura que contribuem para que isto aconte&ccedil;a: a saturada, a polisaturada e a insaturada. A principal fonte de colesterol nos alimentos &eacute; a gordura saturada, tamb&eacute;m presente nos animais e considerada a pior de todas”, contou Jos&eacute; Rubens. Al&eacute;m da carne em si, o modo como ela &eacute; preparada tamb&eacute;m pode influenciar nos n&iacute;veis de colesterol de quem a ingere. O especialista explicou que a gordura, depois de ingerida, passa por alguns processos de metaboliza&ccedil;&atilde;o dentro do organismo, a chamada oxida&ccedil;&atilde;o. &Eacute; nessa oxida&ccedil;&atilde;o que o modo de preparo pode influenciar, principalmente devido &agrave; quantidade de calor. “Nesse ponto o churrasco &eacute; considerado um dos piores meios de preparo. Com o calor muito alto, &eacute; como se a carne fosse &#8220;selada&#8221;, e a gordura fica toda l&aacute; dentro, n&atilde;o escorre. Al&eacute;m disso, com a grande quantidade de calor, o processo de oxida&ccedil;&atilde;o que deveria ser realizado dentro do organismo, j&aacute; &eacute; iniciado antes da carne ser consumida”, explicou Jos&eacute; Rubens.</p>
<p>No que diz respeito aos modos de preparo das carnes, o churrasco s&oacute; &eacute; menos reprov&aacute;vel que as frituras. O cardiologista disse que com a utiliza&ccedil;&atilde;o de algum tipo de &oacute;leo no preparo dos alimentos, al&eacute;m da gordura j&aacute; existente na carne que est&aacute; sendo preparada, ela poder&aacute; incorporar grande parte desse material, aumentando ainda mais o risco do colesterol.</p>
<p>O cardiologista chamou a aten&ccedil;&atilde;o para os mi&uacute;dos, como o tradicional &#8220;cora&ccedil;&atilde;ozinho&#8221; de frango normalmente utilizado para carne de churrasco. Segundo ele, esta carne &eacute; a campe&atilde; em quantidade de colesterol. “A taxa di&aacute;ria geral de colesterol indicada &eacute; de 200 a 300mg, variando de pessoa para pessoa. Para se ter id&eacute;ia, 100 gramas de cora&ccedil;&atilde;o de frango tem o equivalente a 2 mil mg de colesterol, isto &eacute; dez vezes mais que a quantidade indicada por dia. Quanto mais se puder evitar a ingest&atilde;o deste alimento, melhor”, recomendou Jos&eacute; Rubens.</p>
<p>A carne de porco, se aparentemente magra, &eacute; menos prejudicial do que a carne bovina. “Um lombo de porco, n&atilde;o contendo aquela gordura vis&iacute;vel, &eacute; mais saud&aacute;vel que uma picanha por exemplo. Hoje existem ainda porcos desenvolvidos com baixo teor de gordura, o que &eacute; ainda melhor”, disse o cardiologista.</p>
<p><strong>Ent&atilde;o, o que fazer para diminuir a gordura?</strong></p>
<p>O cardiologista Jos&eacute; Rubens Rodrigues da Silva J&uacute;nior explica que, para se manter sadia, a pessoa n&atilde;o precisa abrir m&atilde;o do prazer do churrasco. O necess&aacute;rio, segundo ele, &eacute; saber dosar as quantidades. “A pessoa tem que saber equilibrar a alimenta&ccedil;&atilde;o no dia-a-dia. O churrasco uma vez por semana, por exemplo, n&atilde;o tem problema algum. J&aacute; tive paciente que tinha o h&aacute;bito de comer churrasco tr&ecirc;s vezes por semana. &Eacute; um exagero”, disse. O m&eacute;dico sugere a escolha de carnes mais magras, como a alcatra. Ele diz tamb&eacute;m que, no caso do frango, &eacute; melhor retirar a pele antes de coloc&aacute;-lo para assar. A ling&uuml;i&ccedil;a de porco deve ser substitu&iacute;da, mesmo que de vez em quando, pelas de frango. A gordura aparente em qualquer tipo de carne deve ser retirada. Outra dica &eacute; furar bem a ling&uuml;i&ccedil;a antes de assar, para ajudar na retirada da gordura, que seria ingerida.<br />
Fonte: www2.uol.com.br/debate</p>
<p>Eu acrescento ainda que coma sempre a carne de churrasco acompanhada com farinha de mandioca junto com linha&ccedil;a triturada, saladas verdes como entrada e beba bastante &aacute;gua durante o dia.</p>

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		<title>Alergia e intoler&#226;ncia ao leite de vaca</title>
		<link>http://nutricy.com/alergia-e-intolerancia-ao-leite-de-vaca/</link>
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		<pubDate>Wed, 23 May 2007 02:16:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fagner Souza</dc:creator>
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<p>O leite materno, sem d&uacute;vida, &eacute; a melhor op&ccedil;&atilde;o para a alimenta&ccedil;&atilde;o de lactentes. As vantagens do aleitamento materno s&atilde;o indiscut&iacute;veis, incluindo as imunol&oacute;gicas, nutricionais, fisiol&oacute;gicas, odontol&oacute;gicas, e psicol&oacute;gicas.</p>
<p>Este texto tem o objetivo de ajudar no esclarecimento de algumas informa&ccedil;&otilde;es importantes para as pessoas interessadas pelos problemas que a intoler&acirc;ncia &agrave; lactose e a alergia &agrave;s prote&iacute;nas do leite podem trazer para a sa&uacute;de humana.</p>
<p><strong>O que &eacute; alergia a prote&iacute;nas do leite?</strong></p>
<p>A alergia &agrave;s prote&iacute;nas envolve princ&iacute;pios completamente diferentes da intoler&acirc;ncia &agrave; lactose. N&atilde;o existe alergia &agrave; lactose, pois, sendo um a&ccedil;&uacute;car, a lactose n&atilde;o apresenta alergenicidade. Diversas prote&iacute;nas podem causar alergia, incluindo as do leite, do ovo, do trigo e do amendoim, dentre outras. Entretanto as prote&iacute;nas do leite e as do ovo s&atilde;o as que causam maiores problemas &agrave;s crian&ccedil;as de pouca idade.</p>
<p>Nas prote&iacute;nas do leite existem mais de 30 s&iacute;tios alerg&ecirc;nicos, que podem causar problemas. O que ocorre na alergia &eacute; a produ&ccedil;&atilde;o de grandes quantidades de imunoglobulinas contra os s&iacute;tios alerg&ecirc;nicos, causando rea&ccedil;&otilde;es as mais diversas.</p>
<p><a title="leite" href="http://www.nutricy.com.br/wp-content/uploads/leite_hordenhado.jpg"><img class="alignleft" style="border: 0; float: left; margin: 5px;;  float: left; padding: 4px; margin: 0 7px 2px 0;" title="leite" src="http://www.nutricy.com.br/wp-content/uploads/leite_hordenhado.jpg" border="0" alt="saude alimentacao  leite hordenhado Alergia e intoler&#226;ncia ao leite de vaca" hspace="5" vspace="5" width="244" height="239" /></a></p>
<p>No caso da alergia, &eacute; muito dif&iacute;cil mudar os s&iacute;tios ativos das prote&iacute;nas, tornando-os inativos. A melhor forma &eacute; eliminar da alimenta&ccedil;&atilde;o as prote&iacute;nas que cont&ecirc;m os s&iacute;tios alerg&ecirc;nicos ativos. Em alguns casos, ocorre tamb&eacute;m o que se chama de alergia cruzada, ou seja, os s&iacute;tios alerg&ecirc;nicos ocorrem tamb&eacute;m em prote&iacute;nas de outros alimentos, al&eacute;m do leite de vaca.</p>
<p>A alergia verdadeira &eacute; uma rea&ccedil;&atilde;o envolvendo o sistema imunol&oacute;gico do corpo, com forma&ccedil;&atilde;o de anticorpos nas c&eacute;lulas brancas do sangue. O sistema imunol&oacute;gico combate os invasores estranhos ao corpo usando os anticorpos. Quando esses invasores s&atilde;o bact&eacute;rias e v&iacute;rus perigosos, a resposta imunol&oacute;gica &eacute; necess&aacute;ria e desej&aacute;vel. No caso da alergia &agrave;s prote&iacute;nas do leite, por outro lado, a resposta imunol&oacute;gica seria desnecess&aacute;ria, al&eacute;m de causar diversos problemas.</p>
<p><strong> Como ocorre a intoler&acirc;ncia &agrave; lactose ?</strong></p>
<p>A intoler&acirc;ncia &agrave; lactose ocorre devido &agrave; inabilidade para digerir quantidades significativas do a&ccedil;&uacute;car do leite, a lactose. Esta inabilidade resulta da falta de quantidade suficiente de uma enzima (lactase) no interior das vilosidades do intestino (dobras internas do intestino). Este problema ocorre com cerca de 25% dos brasileiros.</p>
<p>Nestes casos, as pessoas n&atilde;o podem consumir a lactose, pois ela n&atilde;o &eacute; hidrolisada pela enzima lactase chegando-se &agrave; glicose e &agrave; galactose (seus constituintes). Em conseq&uuml;&ecirc;ncia n&atilde;o consegue atravessar a parede intestinal para ir para a corrente sang&uuml;&iacute;nea.</p>
<p>A lactose, ent&atilde;o, continua dentro do intestino e chega ao intestino grosso, onde &eacute; fermentada por bact&eacute;rias, produzindo &aacute;cido l&aacute;tico e gases (g&aacute;s carb&ocirc;nico e o hidrog&ecirc;nio, que &eacute; usado nos testes de determina&ccedil;&atilde;o de intoler&acirc;ncia &agrave; lactose). A presen&ccedil;a de lactose e destes compostos nas fezes no intestino grosso aumenta a press&atilde;o osm&oacute;tica e drena &aacute;gua do corpo, causando a diarr&eacute;ia &aacute;cida e gasosa.<br />
A intoler&acirc;ncia &agrave; lactose n&atilde;o envolve o sistema imunol&oacute;gico e os problemas s&atilde;o causados pela inabilidade de digest&atilde;o da lactose. A intoler&acirc;ncia &agrave; lactose s&oacute; apresenta os sintomas de dores abdominais, diarr&eacute;ia &aacute;cida e gases.</p>
<p><strong>&Eacute; muito comum a alergia &agrave;s prote&iacute;nas do leite?</strong></p>
<p>A alergia ao leite de vaca &eacute; uma das alergias mais comuns em crian&ccedil;as, talvez porque o leite de vaca usualmente &eacute; o ve&iacute;culo para a primeira prote&iacute;na estranha ser introduzida no est&ocirc;mago das crian&ccedil;as.<br />
Nos adultos, a alergia pode ser considerada rara, parecendo ser mais comum em mulheres. Entretanto, pessoas de todas as idades podem apresentar alergia &agrave;s prote&iacute;nas do leite de vaca pela primeira vez, desde a adolesc&ecirc;ncia at&eacute; a idade adulta.</p>
<p>Embora o leite de vaca esteja implicado com problemas de alergia, cerca de 50% das crian&ccedil;as apresentam alergia simult&acirc;nea &agrave;s prote&iacute;nas de outros alimentos, incluindo ovos, soja, amendoim, achocolatados, laranja, peixes e trigo. Cerca de 50 a 80 % das crian&ccedil;as que apresentam alergia ao leite tamb&eacute;m podem apresentar alergia a inalantes alerg&ecirc;nicos, como p&oacute;len, p&ecirc;los (de gato por exemplo), mofo, poeira de carpetes etc.</p>
<p><strong>Por que a alergia ao leite &eacute; maior na inf&acirc;ncia?</strong></p>
<p>A alergia surge basicamente devido a dois fatores: predisposi&ccedil;&atilde;o gen&eacute;tica (do pai ou da m&atilde;e) e introdu&ccedil;&atilde;o de alimentos potencialmente alerg&ecirc;nicos antes dos seis meses de vida.<br />
Quando nascem, os beb&ecirc;s t&ecirc;m um sistema imunol&oacute;gico imaturo e dependem muito dos anticorpos do leite da m&atilde;e. O sistema digestivo n&atilde;o est&aacute; preparado para subst&acirc;ncias que n&atilde;o venham do leite da m&atilde;e. O fator principal que causa a alergia &eacute; a introdu&ccedil;&atilde;o precoce na alimenta&ccedil;&atilde;o de subst&acirc;ncias que causam alergias.</p>
<p><strong>Quais s&atilde;o os sintomas da alergia ao leite ?</strong></p>
<p>Diagnosticar alergia &agrave;s prote&iacute;nas dos alimentos requer muitas an&aacute;lises por parte dos m&eacute;dicos. A alergia pode ocorrer em mais de um alimento e os sintomas s&atilde;o os mais diversos. Isto torna dif&iacute;cil distinguir se os sintomas s&atilde;o devidos &agrave; alergia ao alimento ou a outros problemas.</p>
<p><strong>Os sintomas da alergia podem ser classificados em seis tipos:</strong></p>
<p>Geralmente, mais de um sistema do corpo est&atilde;o envolvidos nas rea&ccedil;&otilde;es al&eacute;rgicas. Os sintomas gastrointestinais s&atilde;o os mais comuns. Como pode ser observado, as rea&ccedil;&otilde;es realmente s&atilde;o muito diversas, dependendo de cada caso. Os sintomas da alergia podem surgir imediatamente ou at&eacute; v&aacute;rias horas ou dias ap&oacute;s a ingest&atilde;o do alimento.</p>
<p>Tipo 1 – Os sintomas iniciam dentro de 45 minutos da ingest&atilde;o de pequenas quantidades do alimento, causando principalmente problemas na pele, eczema e urtic&aacute;ria. Pode tamb&eacute;m apresentar problemas respirat&oacute;rios (nariz escorrendo, chiado etc.) ou gastrointestinais (v&ocirc;mito e diarr&eacute;ia). Estas crian&ccedil;as normalmente t&ecirc;m concentra&ccedil;&atilde;o de IgE elevada.</p>
<p>Tipo 2 – Os sintomas iniciam diversas horas ap&oacute;s a ingest&atilde;o, Apresentando, principalmente,sintomas de v&ocirc;mito e diarr&eacute;ia.</p>
<p>Tipo 3 – Os sintomas aparecem depois de 20 horas, ou at&eacute; mesmo dias, ap&oacute;s a ingest&atilde;o,incluindo diarr&eacute;ia, com ou sem rea&ccedil;&otilde;es respirat&oacute;rias ou na pele.</p>
<p>A alergia que se manifesta rapidamente tende a ser facilmente diagnosticada e &eacute; detectada no teste da pele. Por outro lado, a alergia que se manifesta muito depois da ingest&atilde;o n&atilde;o &eacute; facilmente diagnosticada e tende a produzir doen&ccedil;as cr&ocirc;nicas que. &agrave;s vezes, n&atilde;o s&atilde;o relacionadas facilmente com sua causa.<br />
O diagn&oacute;stico preciso, feito por um profissional, &eacute; essencial para que a causa seja determinada.</p>
<p><strong>Qual &eacute; o tratamento para a alergia ao leite?</strong></p>
<p>Quando uma crian&ccedil;a apresenta sintomas de alergia a prote&iacute;nas do leite, pode-se tomar diversas decis&otilde;es, dependendo da gravidade do caso. Em crian&ccedil;as com poucos meses de vida, &eacute; muito dif&iacute;cil tomar decis&otilde;es mais arriscadas (como experimentar outros alimentos), devido ao grande risco de problemas mais graves. Se a crian&ccedil;a estiver apresentando alergia ao leite materno &eacute; poss&iacute;vel, sob supervis&atilde;o m&eacute;dica, retirar todos os alimentos que cont&ecirc;m leite (leite, queijos, iogurte, etc.) da alimenta&ccedil;&atilde;o da m&atilde;e. Isto em raz&atilde;o de alguns segmentos de prote&iacute;nas que tem s&iacute;tios alerg&ecirc;nicos ativos poderem estar passando para o leite materno. Neste caso, deve-se complementar a alimenta&ccedil;&atilde;o da m&atilde;e com produtos ricos em c&aacute;lcio, em prote&iacute;nas de boa qualidade, em vitaminas etc., para evitar outros problemas. Durante a gesta&ccedil;&atilde;o, n&atilde;o &eacute; necess&aacute;rio que a m&atilde;e fa&ccedil;a restri&ccedil;&atilde;o da dieta devido a poss&iacute;veis problemas al&eacute;rgicos futuros.</p>
<p>Quando a alergia for diagnosticada, o alimento que a est&aacute; causando deve ser eliminado da alimenta&ccedil;&atilde;o da crian&ccedil;a. &Eacute; importante observar que, em alguns casos, a pr&oacute;pria m&atilde;e pode estar consumindo as prote&iacute;nas com s&iacute;tios alerg&ecirc;nicos, e passando-os para o pr&oacute;prio leite. Neste caso, deve-se eliminar estes produtos da alimenta&ccedil;&atilde;o da m&atilde;e. Esta &eacute; uma decis&atilde;o muito s&eacute;ria e n&atilde;o deve ser tomada sem que haja uma certeza da causa do problema, pois o leite &eacute; um excelente alimento para as m&atilde;es em lacta&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>Se o leite de vaca na alimenta&ccedil;&atilde;o da m&atilde;e for o problema, a m&atilde;e deve ler os r&oacute;tulos dos alimentos, pois mesmo uma pequena quantidade de prote&iacute;nas do leite pode causar problemas. Produtos como margarina, biscoitos, produtos de confeitarias, carne processada (salame, cachorro quente) etc., podem conter leite. Se n&atilde;o houver melhoras, outras causas do problema devem ser investigadas pelo pediatra.</p>
<p>&Eacute; importante que todos os sintomas e os alimentos consumidos sejam registrados em um livro pr&oacute;prio, incluindo a hora da ingest&atilde;o e do aparecimento dos sintomas, para auxiliar os m&eacute;dicos na identifica&ccedil;&atilde;o dos alimentos envolvidos na alergia.</p>
<p>Se a retirada dos alimentos &agrave; base de leite da alimenta&ccedil;&atilde;o da m&atilde;e que est&aacute; amamentando n&atilde;o resolver o problema, deve-se ent&atilde;o tomar outras provid&ecirc;ncias. Se a crian&ccedil;a for muito nova, deve-se passar para um formulado onde todas as prote&iacute;nas foram extensivamente hidrolisadas. Existem diversos produtos no mercado, incluindo o Alfare (Nestl&eacute;), Pregestimil (Mead Johnson), e Nutramigen (Mead Johnson), que s&atilde;o considerados hipoalerg&ecirc;nicos (baixa probabilidade de provocar alergias), e podem ser encontrados em muitas farm&aacute;cias. Entretanto, eles t&ecirc;m custo elevado e gosto desagrad&aacute;vel. Mas t&ecirc;m grande probabilidade de resolver o problema de alergia na maioria dos casos.</p>
<p><strong>A alergia ao leite pode ser prevenida ou postergada?</strong></p>
<p>Em crian&ccedil;as com mais de cerca de 2 anos, se o pediatra recomendar,<br />
pode-se experimentar alguns alimentos por alguns dias, observando os sintomas com muito cuidado para evitar problemas mais graves. Se os sintomas aparecerem, deve-se interromper imediatamente a alimenta&ccedil;&atilde;o com estes produtos. A ordem que normalmente &eacute; usada &eacute; a seguinte:</p>
<p>- Primeiro, trocar o leite de vaca por leite de cabra, pois o leite de cabra apresenta uns dois ou tr&ecirc;s s&iacute;tios alerg&ecirc;nicos diferentes do leite de vaca. Se, por sorte, a rea&ccedil;&atilde;o al&eacute;rgica for contra um destes s&iacute;tios o problema est&aacute; resolvido. As chances de sucesso s&atilde;o de cerca de 10%.</p>
<p>- Se o leite de cabra n&atilde;o resolver, tentar, ent&atilde;o, o leite de soja. Este apresenta diferen&ccedil;as quando comparado ao leite de cabra e as chances da alergia acabar s&atilde;o maiores, estando em torno de 50 %. Neste caso, deve-se usar leite de soja enriquecido ou complementar a alimenta&ccedil;&atilde;o com sais minerais e vitaminas. O leite de soja pode ser uma op&ccedil;&atilde;o para ser usada em crian&ccedil;as com rea&ccedil;&otilde;es al&eacute;rgicas mediadas pela IgE, mas n&atilde;o pelas outras rea&ccedil;&otilde;es al&eacute;rgicas.</p>
<p>- Caso o leite de soja n&atilde;o resolva o problema, pode-se tentar formulados de prote&iacute;nas parcialmente hidrolisadas (Nan-HA, por exemplo), devido ao seu menor custo em rela&ccedil;&atilde;o aos formulados com prote&iacute;nas extensivamente hidrolisadas. A alergenicidade do formulado com prote&iacute;na parcialmente hidrolisada varia e, em muitos casos, as rea&ccedil;&otilde;es al&eacute;rgicas podem n&atilde;o ser evitadas. Desta forma, os formulados com prote&iacute;nas parcialmente hidrolisadas n&atilde;o deve ser experimentado em crian&ccedil;as de alto risco, com idade at&eacute; de 12 meses, apresentando alergia &agrave; prote&iacute;nas do leite. Alguns formulados com prote&iacute;nas parcialmente hidrolisadas cont&ecirc;m lactose, devendo ser evitados por crian&ccedil;as com intoler&acirc;ncia &agrave; lactose. Deve-se tomar muito cuidado com formulados com prote&iacute;nas parcialmente hidrolisadas, pois v&aacute;rios casos de choque anafil&aacute;tico j&aacute; ocorreram nos EUA com esse produto.</p>
<p>- Quando todos os produtos anteriores apresentarem problemas, pode-se usar os formulados com prote&iacute;nas extensivamente hidrolisadas, pois eles apresentam poucos problemas de alergia, e t&ecirc;m sido usados com sucesso na maioria dos casos de alergia a prote&iacute;nas.</p>
<p>- Finalmente, pode-se usar um formulado contendo um complexo de amino&aacute;cidos, que &eacute; recomendado para os casos extremos de alergia (Neocate).</p>
<p><strong>Quais s&atilde;o os perigos de remover o leite de vaca da dieta?</strong></p>
<p>A elimina&ccedil;&atilde;o do leite e outros produtos de latic&iacute;nios da dieta pode resultar em nutri&ccedil;&atilde;o inadequada, a menos que substitutos apropriados sejam utilizados. Cerca de 70 % do c&aacute;lcio da alimenta&ccedil;&atilde;o humana v&ecirc;m do leite e de derivados. Al&eacute;m disso, o leite tamb&eacute;m contribui com prote&iacute;nas de &oacute;tima qualidade, diversas vitaminas e energia.</p>
<p>As crian&ccedil;as geralmente deixam de ser al&eacute;rgicas ao leite at&eacute; cerca de seis anos. Neste caso, os produtos de latic&iacute;nios devem ser tentativamente reintroduzidos na dieta a cada 6-12 meses, sob supervis&atilde;o m&eacute;dica, para reduzir ao m&iacute;nimo poss&iacute;vel as restri&ccedil;&otilde;es alimentares.</p>
<p><strong>O leite pasteurizado homogeneizado &eacute; mais alerg&ecirc;nico do que o leite cru?</strong></p>
<p>Parece que n&atilde;o. As crian&ccedil;as com alergia &agrave;s prote&iacute;nas do leite de vaca mediadas por IgE apresentam a mesma rea&ccedil;&atilde;o ao leite cru e ao leite pasteurizado, homogeneizado ou n&atilde;o.</p>
<p><strong>A alergia &agrave;s prote&iacute;nas pode desaparecer?</strong></p>
<p>A maioria das crian&ccedil;as deixa de ser al&eacute;rgicas ao leite: cerca de 60 % aos quatro anos e cerca de 80 % aos seis anos. Alguns pacientes podem ter as rea&ccedil;&otilde;es al&eacute;rgicas por toda a vida. Se o leite for exclu&iacute;do da dieta por dois a tr&ecirc;s anos, a crian&ccedil;a ent&atilde;o tem cerca de 80 % de chances de tolerar leite em pequenas quantidades.</p>
<p>As crian&ccedil;as que ficam al&eacute;rgicas ap&oacute;s os tr&ecirc;s anos de vida t&ecirc;m a tend&ecirc;ncia de se manter al&eacute;rgicas por mais tempo. Estudo tem sugerido que, aproximadamente, um ter&ccedil;o das crian&ccedil;as e adultos perde a condi&ccedil;&atilde;o de al&eacute;rgicos ap&oacute;s evitarem os produtos de latic&iacute;nios que causam a alergia por dois ou tr&ecirc;s anos. Entretanto, os pacientes com hipersensibilidade a amendoim, nozes, peixes e crust&aacute;ceos raramente perdem sua condi&ccedil;&atilde;o de al&eacute;rgicos. Al&eacute;m disso, estes quatro alimentos &eacute; que causam a maioria das rea&ccedil;&otilde;es al&eacute;rgicas que podem causar a morte por choque anafil&aacute;tico.</p>
<p>O tempo necess&aacute;rio para a alergia desaparecer depende da severidade da rea&ccedil;&atilde;o inicial. As crian&ccedil;as que apresentaram sintomas de rea&ccedil;&otilde;es sist&ecirc;micas geralmente deixam de ser al&eacute;rgicas depois daquelas que apresentavam sintomas de urtic&aacute;ria em volta da boca.</p>
<p><strong>Como a alergia pode ser diagnosticada?</strong></p>
<p>A alergia pode ser diagnosticada por interm&eacute;dio de diversos testes, incluindo os seguintes:</p>
<p>1. Teste de supress&atilde;o: Suspens&atilde;o do leite de vaca da alimenta&ccedil;&atilde;o e observa&ccedil;&atilde;o do desaparecimento dos sintomas. Se ap&oacute;s a reintrodu&ccedil;&atilde;o do leite ocorrer o reaparecimento dos sintomas, o problema &eacute; de alergia.</p>
<p>2. Teste de provoca&ccedil;&atilde;o cut&acirc;nea: Consiste em colocar pequenas gotas de leite dilu&iacute;do em &aacute;gua no antebra&ccedil;o ou nas costas e fazer um pequeno arranh&atilde;o com uma agulha (esterilizada) na pele atrav&eacute;s da gota, verificando a rea&ccedil;&atilde;o ocorrida. Este procedimento deve ser realizado por um m&eacute;dico especializado. A rea&ccedil;&atilde;o de incha&ccedil;o e de brilho depois de 15 minutos indica que o paciente &eacute; al&eacute;rgico ao leite. Este m&eacute;todo tem sido usado para testar se alguns alimentos (leite de vaca, leite de cabra) e formulados (prote&iacute;nas de soja, hidrolisado de prote&iacute;nas, hidrolisado de case&iacute;na) apresentam rea&ccedil;&otilde;es al&eacute;rgicas na pele. O controle negativo &eacute; feito com solu&ccedil;&atilde;o salina e o controle positivo &eacute; feito com histamina. O tamanho da rea&ccedil;&atilde;o com a histamina normalmente &eacute; de 5 mm.</p>
<p>Este teste &eacute; mais barato do que o teste do sangue e pode ser feito no gabinete do m&eacute;dico. Entretanto, o teste da pele pode apresentar resultados err&ocirc;neos quando realizado em crian&ccedil;as com menos de 18 meses.</p>
<p>3. Teste de sangue (RAST, ou RadioAllergoSorbent): Uma pequena amostra de sangue &eacute; retirada e enviada para um laborat&oacute;rio especializado. Por&eacute;m, este teste n&atilde;o &eacute; perfeito, pois pode apresentar resultados falsos positivos e falsos negativos. Entretanto ele n&atilde;o causa riscos maiores para a crian&ccedil;a e seria apropriado para crian&ccedil;as com hist&oacute;ria na fam&iacute;lia de rea&ccedil;&otilde;es al&eacute;rgicas que podem causar choque anafil&aacute;tico.</p>
<p>Somente as rea&ccedil;&otilde;es ao leite que ocorrem ap&oacute;s poucos minutos podem ser diagnosticadas com a da an&aacute;lise de sangue ou teste na pele, porque estes testes detectam a IgE que est&aacute; envolvida na rea&ccedil;&atilde;o imediata. Cerca de 60% das rea&ccedil;&otilde;es ao leite s&atilde;o do tipo de rea&ccedil;&atilde;o tardia e, talvez, n&atilde;o apresentem resultados positivos nas an&aacute;lises de sangue ou pele.</p>
<p><strong>Quais s&atilde;o os alimentos que podem causar alergia com mais freq&uuml;&ecirc;ncia?</strong></p>
<p>O leite, ovo, crust&aacute;ceos, peixes, nozes, trigo, frutas c&iacute;tricas e amendoim s&atilde;o os alimentos que causam a maioria dos problemas de alergia. A alergia ao leite pode come&ccedil;ar em qualquer idade, mas &eacute; mais comum em crian&ccedil;as com problemas de alergia na fam&iacute;lia. Felizmente, a alergia na maioria das crian&ccedil;as tende a diminuir ou desaparecer dos quatro aos seis anos.</p>
<p><strong>Quais s&atilde;o os tipos de alimentos que uma crian&ccedil;a comprovadamente al&eacute;rgica pode consumir?</strong></p>
<p>Antes de come&ccedil;ar a oferecer &agrave; crian&ccedil;a al&eacute;rgica qualquer alimento diferente, &eacute; recomend&aacute;vel, por raz&otilde;es de seguran&ccedil;a, que seja testada a antigenicidade do alimento. Pode-se utilizar um dos testes utilizados para determinar se o alimento pode causar alergias. Um formulado &eacute; chamado de “hipoalerg&ecirc;nico” quando n&atilde;o causa sintomas al&eacute;rgicos em pelo menos 90% de crian&ccedil;as comprovadamente al&eacute;rgicas &agrave;s prote&iacute;nas do leite. Normalmente os seguintes tipos de f&oacute;rmulas hipoalerg&ecirc;nicas s&atilde;o utilizados:</p>
<p>1) F&oacute;rmulas com case&iacute;na e prote&iacute;nas do soro hidrolisadas;</p>
<p>2) F&oacute;rmulas com outras prote&iacute;nas hidrolisadas (carne e soja);</p>
<p>3) F&oacute;rmula com prote&iacute;na de soja;</p>
<p>4) F&oacute;rmulas com carne de frango triturada;</p>
<p>5) F&oacute;rmula completa com amino&aacute;cidos misturados.</p>
<p>As f&oacute;rmulas baseadas em case&iacute;na extensivamente hidrolisadas t&ecirc;m sido utilizadas por mais de 40 anos. Nestes formulados, a fonte de nitrog&ecirc;nio est&aacute; presente na forma de pept&iacute;deos e amino&aacute;cidos livres. Eles apresentam baixas rea&ccedil;&otilde;es cl&iacute;nicas de alergia, t&ecirc;m sabor desagrad&aacute;vel e s&atilde;o caros.</p>
<p>Os formulados com prote&iacute;nas do soro extensivamente hidrolisadas s&atilde;o relativamente mais novos, sua fonte de nitrog&ecirc;nio s&atilde;o pept&iacute;deos e s&atilde;o mais palat&aacute;veis do que as formulas com case&iacute;na hidrolisada.<br />
Os formulados com prote&iacute;nas parcialmente hidrolisadas podem ser menos alerg&ecirc;nicos do que o leite de vaca (menor percentual de alergia em uma mesma popula&ccedil;&atilde;o), mas cont&ecirc;m polipept&iacute;deos que podem causar sintomas de alergia em cerca de 50% das crian&ccedil;as que apresentam alergia &agrave;s prote&iacute;nas do leite.</p>
<p>Portanto, elas n&atilde;o s&atilde;o recomendadas para essas crian&ccedil;as.</p>
<p><strong>Quais s&atilde;o os sintomas da intoler&acirc;ncia &agrave; lactose?</strong></p>
<p>Os sintomas mais comuns da intoler&acirc;ncia &agrave; lactose s&atilde;o n&aacute;usea, dores abdominais, diarr&eacute;ia &aacute;cida e abundante, gases e desconforto. A severidade dos sintomas depende da quantidade ingerida e da quantidade de lactose que cada pessoa pode tolerar. Apesar de os problemas n&atilde;o serem perigosos, eles podem ser bastante desconfort&aacute;veis.</p>
<p><strong>Quais s&atilde;o os tipos de intoler&acirc;ncia &agrave; lactose?</strong></p>
<p>Existem dois tipos b&aacute;sicos de intoler&acirc;ncia &agrave; lactose: a gen&eacute;tica e a adquirida. A intoler&acirc;ncia gen&eacute;tica &eacute; maior em determinadas ra&ccedil;as de seres humanos. Assim, s&atilde;o intolerantes gen&eacute;ticos &agrave; lactose cerca de 90% dos asi&aacute;ticos (chineses, japoneses, filipinos, coreanos etc.), 75% dos negros, &aacute;rabes, judeus, gregos cipriotas, esquim&oacute;s, &iacute;ndios e cerca de 15 % dos europeus. A intoler&acirc;ncia gen&eacute;tica, entretanto, s&oacute; aparece ap&oacute;s alguns anos de vida, dois a tr&ecirc;s anos, por exemplo, apesar de haver raras exce&ccedil;&otilde;es. Crian&ccedil;as de qualquer ra&ccedil;a com menos de um ano, normalmente, s&atilde;o tolerantes &agrave; lactose. A intoler&acirc;ncia aparece depois.</p>
<p>A intoler&acirc;ncia adquirida ocorre quando houver fatores que possam causar doen&ccedil;as digestivas que promovem incha&ccedil;o<br />
das vilosidades do intestino, que escondem a lactase e n&atilde;o deixam que ela exer&ccedil;a a sua fun&ccedil;&atilde;o de hidrolisar a lactose. Neste caso, os mesmos sintomas de diarr&eacute;ia abundante e gasosa tamb&eacute;m ocorrer&atilde;o. O incha&ccedil;o das vilosidades pode ocorrer devido, por exemplo, &agrave; ingest&atilde;o de alimentos contaminados (intoxica&ccedil;&atilde;o, por exemplo), diarr&eacute;ia infecciosa, doen&ccedil;a cel&iacute;aca e parasitas, que poder&atilde;o causar irrita&ccedil;&atilde;o do intestino. As crian&ccedil;as, cujos intestinos s&atilde;o ainda delicados, s&atilde;o especialmente vulner&aacute;veis &agrave; intoler&acirc;ncia adquirida.</p>
<p>Entretanto, quando o problema inicial for resolvido (irrita&ccedil;&atilde;o das vilosidades), a pessoa deixa de ser intolerante &agrave; lactose, pois a enzima poder&aacute; continuar a exercer normalmente a sua fun&ccedil;&atilde;o. Nos casos de intoler&acirc;ncia adquirida, o leite e outros alimentos que tenham lactose devem ser removidos da alimenta&ccedil;&atilde;o at&eacute; a normaliza&ccedil;&atilde;o do intestino. Afortunadamente, todos os bebes voltam a ser tolerantes &agrave; lactose ap&oacute;s a cura do problema original.</p>
<p>A intoler&acirc;ncia adquirida &agrave; lactose &eacute;, portanto, reers&iacute;vel, enquanto que a intoler&acirc;ncia gen&eacute;tica &eacute; irrevers&iacute;vel.</p>
<p>Outro tipo de intoler&acirc;ncia &eacute; aquele decorrente de cirurgias, quando, por exemplo, uma parte do intestino &eacute; removida. Neste caso, a quantidade de lactase no intestino pode se tornar insuficiente para hidrolisar a lactose, mesmo se, anteriormente &agrave; opera&ccedil;&atilde;o, a pessoa era tolerante &agrave; lactose.</p>
<p><strong>Como se pode diagnosticar a intoler&acirc;ncia &agrave; lactose?</strong></p>
<p>A intoler&acirc;ncia &agrave; lactose pode ser diagnosticada por diversos testes, incluindo:</p>
<p>1. O teste de toler&acirc;ncia, que consiste em fornecer lactose pura ao paciente e a concentra&ccedil;&atilde;o de glicose no sangue &eacute; monitorada por duas horas. Se a pessoa for tolerante &agrave; lactose a concentra&ccedil;&atilde;o de glicose no sangue aumenta, e se for intolerante ela aumenta muito pouco ou n&atilde;o aumenta. Este teste n&atilde;o &eacute; usado em crian&ccedil;as muito novas, pois a grande carga de lactose pode causar diarr&eacute;ia e desidrata&ccedil;&atilde;o, acarretando problemas s&eacute;rios.</p>
<p>2. A monitora&ccedil;&atilde;o da quantidade de hidrog&ecirc;nio nos gases exalados pela respira&ccedil;&atilde;o, ap&oacute;s a ingest&atilde;o da lactose. O hidrog&ecirc;nio &eacute; produzido pela fermenta&ccedil;&atilde;o da lactose pelas bact&eacute;rias quando ela chega ao intestino grosso, onde n&atilde;o deveria chegar. O hidrog&ecirc;nio &eacute; absorvido pelo intestino, transportado pela corrente sang&uuml;&iacute;nea at&eacute; os pulm&otilde;es e, ent&atilde;o, exalado pelo ar que sai. Se o paciente consumir leite, por exemplo, e se a concentra&ccedil;&atilde;o de hidrog&ecirc;nio do ar exalado aumentar, isto indica que a lactose n&atilde;o foi propriamente digerida. Este teste n&atilde;o &eacute; usado em crian&ccedil;as muito novas, pois a grande carga de lactose pode causar diarr&eacute;ia e desidrata&ccedil;&atilde;o. Alguns medicamentos e alimentos, al&eacute;m de cigarro, podem interferir neste teste.</p>
<p>3. O teste da acidez das fezes &eacute; realizado para se determinar se a lactose chegou ao intestino grosso, o que produz &aacute;cido l&aacute;tico e outros &aacute;cidos que acidificam as fezes. Este teste &eacute; &uacute;til em crian&ccedil;as muito novas e pode fornecer alguma id&eacute;ia se a crian&ccedil;a &eacute; intolerante &agrave; lactose.</p>
<p><strong>Quanto tempo leva para aparecerem os sintomas da intoler&acirc;ncia &agrave; lactose?</strong></p>
<p>Os sintomas podem levar de alguns minutos at&eacute; muitas horas para aparecer. A peristaltase, ou seja, o movimento muscular que empurra o alimento ao longo do est&ocirc;mago pode influenciar o tempo para o aparecimento dos sintomas.</p>
<p><strong>Como tratar a intoler&acirc;ncia &agrave; lactose?</strong></p>
<p>Felizmente, a intoler&acirc;ncia &agrave; lactose &eacute; muito f&aacute;cil de ser contornada. Nenhum tratamento existe para aumentar a capacidade de produzir lactase, mas os sintomas podem ser controlados pela dieta. Crian&ccedil;as muito novas que s&atilde;o intolerantes n&atilde;o devem comer alimentos com lactose. Mas a maioria dos jovens e dos adultos n&atilde;o precisa evitar a lactose completamente.</p>
<p>As pessoas diferem nas quantidades de lactose que podem ingerir: alguns podem tomar um copo de leite sem problemas, mas n&atilde;o podem tomar dois copos. Outros podem consumir queijos curados, mas n&atilde;o podem consumir queijos frescos. O controle da dieta para as pessoas intolerantes depende de se experimentar os limites que cada um suporta, usando a tentativa e erro.</p>
<p>Para aquelas pessoas que reagem a pouca quantidade de lactose, &eacute; poss&iacute;vel encontrar no mercado leite cuja lactose foi hidrolisada na ind&uacute;stria, antes de ser comercializado. J&aacute; existe no mercado brasileiro leite UHT hidrolisado, ou com baixo teor de lactose, sendo produzido por diversas empresas. Este tipo de leite &eacute; semelhante ao leite UHT, com sabor normal, contendo todos os nutrientes do leite, apesar de ser um pouco mais doce. J&aacute; existe tamb&eacute;m o leite hidrolisado em p&oacute;. O leite hidrolisado pode ser usado para fazer iogurte, bolos, pudins etc. e n&atilde;o causar&aacute; problemas de intoler&acirc;ncia.</p>
<p>Um desenvolvimento recente s&atilde;o pastilhas mastig&aacute;veis contendo lactase, que ajudam as pessoas a digerir alimentos s&oacute;lidos contendo lactose. Tr&ecirc;s a seis tabletes s&atilde;o ingeridos antes da ingest&atilde;o do produto contendo lactose.</p>
<p><strong>O que &eacute; a lactose “escondida”?</strong></p>
<p>A lactose pode ser ingrediente de diversos alimentos, e as pessoas que apresentam toler&acirc;ncia muito baixa &agrave; lactose podem apresentar os sintomas, mesmo quando ingerirem quantidades muito baixa. Deve-se ler com aten&ccedil;&atilde;o os r&oacute;tulos dos alimentos, incluindo os ingredientes. Preste aten&ccedil;&atilde;o em subprodutos do leite, incluindo, soro, leite em p&oacute; etc.</p>
<p><strong>Eu tenho intoler&acirc;ncia &agrave; lactose, eu deveria desistir dos produtos de latic&iacute;nios?</strong></p>
<p>Certamente n&atilde;o. Al&eacute;m de n&atilde;o ser necess&aacute;rio, n&atilde;o &eacute; uma boa id&eacute;ia. Adultos e crian&ccedil;as precisam dos nutrientes do leite para se manter saud&aacute;veis. Existem diversos meios de voc&ecirc; se alimentar de produtos de latic&iacute;nios sem apresentar os desconfortos da intoler&acirc;ncia. Tente descobrir seu pr&oacute;prio n&iacute;vel de intoler&acirc;ncia &agrave; lactose. Experimente beber pequenas quantidades de leite de uma vez e, ent&atilde;o, beba mais vezes durante o dia. Beba o leite com outros alimentos e n&atilde;o com o est&ocirc;mago vazio. O leite integral &eacute; melhor tolerado porque ele &eacute; digerido mais lentamente do que o leite desnatado. Produtos como o iogurte e queijos curados podem ser melhor tolerados. Experimente o leite hidrolisado.</p>
<p>Texto:<br />
Sebasti&atilde;o Cesar Cardoso Brand&atilde;o, Engenheiro Qu&iacute;mico, Ph.D. Latic&iacute;nios<br />
Colabora&ccedil;&atilde;o:<br />
Milede Abdo Lacerda Matedi, M&eacute;dica Pediatra<br />
Maria das Gra&ccedil;as Lacerda Oliveira Cardoso, Econ. Dom., Especialista em Sa&uacute;de P&uacute;blica</p>

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		<title>Atitudes adequadas da fam&#237;lia e educadores na hora da refei&#231;&#227;o das crian&#231;as.</title>
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		<pubDate>Wed, 09 May 2007 03:43:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fagner Souza</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Freq&#252;entemente observamos crian&#231;as que n&#227;o tem apetite para os alimentos saud&#225;veis, e na hora do almo&#231;o ou jantar acontece uma ansiedade por parte dos adultos que cuidam delas. Em homenagem as m&#227;es, que querem ver seus filhos fortes e saud&#225;veis, listo algumas atitudes que ajudariam neste momento. - Respeitar, cuidar e zelar cada crian&#231;a no [...]]]></description>
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<p align="center"><a href="http://www.nutricy.com.br/wp-content/uploads/windowslivewriteratitudesadequadasdafamliaeeducadoresnah-9e3alimentacao5.jpg" target="_new" atomicselection="true"><img src="http://www.nutricy.com.br/wp-content/uploads/windowslivewriteratitudesadequadasdafamliaeeducadoresnah-9e3alimentacao-thumb3.jpg" style="border-width: 0px; margin: 0px 5px 5px" border="0" height="195" width="221" title="Atitudes adequadas da fam&#237;lia e educadores na hora da refei&#231;&#227;o das crian&#231;as. vida saudavel alimentacao " alt="vida saudavel alimentacao  windowslivewriteratitudesadequadasdafamliaeeducadoresnah 9e3alimentacao thumb3 Atitudes adequadas da fam&#237;lia e educadores na hora da refei&#231;&#227;o das crian&#231;as." /></a></p>
<p>Freq&uuml;entemente observamos crian&ccedil;as que n&atilde;o tem apetite para os alimentos saud&aacute;veis, e na hora do almo&ccedil;o ou jantar acontece uma ansiedade por parte dos adultos que cuidam delas. Em homenagem as m&atilde;es, que querem ver seus filhos fortes e saud&aacute;veis, listo algumas atitudes que ajudariam neste momento.</p>
<p>- Respeitar, cuidar e zelar cada crian&ccedil;a no seu jeito de ser;</p>
<p>- Somente falar assuntos agrad&aacute;veis e positivos;</p>
<p>- Estimular a alimenta&ccedil;&atilde;o atrav&eacute;s de m&uacute;sicas, pratos enfeitados, hist&oacute;rias sobre os alimentos;</p>
<p>- Ter alegria e bom humor, nunca ficar brava com seus filhos nesta hora;</p>
<p>- Chamar aten&ccedil;&atilde;o para os alimentos: cores, formas, texturas, sabores;</p>
<p>- N&atilde;o misturar os alimentos no prato;</p>
<p>- Manter a crian&ccedil;a sentada na cadeirinha, explicar que n&atilde;o &eacute; hora de brincar;</p>
<p>- Prestar aten&ccedil;&atilde;o em tudo o que ingerem, mas n&atilde;o deix&aacute;-la perceber;</p>
<p>- Nunca falar na frente da crian&ccedil;a: “Ela n&atilde;o gosta, ela n&atilde;o come&#8230;”;</p>
<p>- Ressaltar sempre o lado positivo da alimenta&ccedil;&atilde;o;</p>
<p>- N&atilde;o repetir v&aacute;rias vezes a mesma palavra, quando n&atilde;o est&aacute; funcionando, exemplo: “COME!”;</p>
<p>- N&atilde;o obrigar a comer, mas estimular, para n&atilde;o criar um trauma;</p>
<p>- O l&iacute;quido, beber ap&oacute;s comer o alimento, mas se a crian&ccedil;a estiver com sede antes de servir, oferecer um pouco de &aacute;gua;</p>
<p>- Ter sempre a mesma rotina neste hor&aacute;rio: lavar as m&atilde;os, sentar com calma, ter um momento de reflex&atilde;o e comer devagar;</p>
<p>- A educadora ou os pais tem que passar certa tranq&uuml;ilidade as crian&ccedil;as;</p>
<p>- Sempre servir pouco alimento no prato, colocando de tudo, quanto mais colorido o prato, melhor, eles podem repetir quando desejarem;</p>
<p>- Alguns alimentos secos podem ser pegos com a m&atilde;o: bolinhos, coxinhas, bifes, br&oacute;colis, couve-flor;</p>
<p>- N&atilde;o preocupar-se com alimentos que caem e sujam a roupa ou a mesa;</p>
<p>- N&atilde;o falar que a m&atilde;e ou o pai n&atilde;o gosta disto ou daquilo, dar bom exemplo!</p>
<p align="right">Nutr.Cynthia Souza</p>

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		<title>Doen&#231;a Cel&#237;aca</title>
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		<pubDate>Wed, 02 May 2007 02:10:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fagner Souza</dc:creator>
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<p>Ainda pouco conhecida, seus sintomas podem se confundir com outros dist&uacute;rbios. Trata-se da Doen&ccedil;a Cel&iacute;aca, ou seja: A Intoler&acirc;ncia permanente ao gl&uacute;ten. A Doen&ccedil;a Cel&iacute;aca geralmente se manifesta na inf&acirc;ncia, entre o primeiro e terceiro ano de vida, podendo, entretanto, surgir em qualquer idade, inclusive na adulta. O tratamento da doen&ccedil;a consiste em uma dieta totalmente isenta de gl&uacute;ten. Os portadores da doen&ccedil;a n&atilde;o podem ingerir alimentos como: p&atilde;es, bolos, bolachas, macarr&atilde;o, coxinhas, quibes, pizzas, cervejas, whisky, vodka, etc., quando estes alimentos possu&iacute;rem o gl&uacute;ten em sua composi&ccedil;&atilde;o ou processo de fabrica&ccedil;&atilde;o. Devido &agrave; exclus&atilde;o total de alguns alimentos ricos em carboidrato e fibras, a dieta do Cel&iacute;aco habitualmente &eacute; composta em sua maior parte de gorduras (margarina, manteigas, &oacute;leos, etc.) e prote&iacute;nas (carne em geral) e em menor parte de carboidratos (massas sem gl&uacute;ten, a&ccedil;&uacute;cares, etc.). Todo Cel&iacute;aco que n&atilde;o transgride a doen&ccedil;a, tende a ter um aumento do peso corporal, e desta forma deve ter uma dieta equilibrada. Para tanto, deve diminuir a ingest&atilde;o de prote&iacute;nas, moderar o consumo de gorduras e aumentar o consumo de frutas, sucos naturais, verduras e legumes, tornando sua alimenta&ccedil;&atilde;o mais adequada e saud&aacute;vel.</p>
<p><strong>GL&Uacute;TEN </strong></p>
<p>&Eacute; a principal prote&iacute;na presente no Trigo, Aveia, Centeio, Cevada, e no Malte (subproduto da cevada), cereais amplamente utilizados na composi&ccedil;&atilde;o de alimentos, medicamentos, bebidas industrializadas, assim como cosm&eacute;ticos e outros produtos n&atilde;o ingerireis. Na verdade, o prejudicial e t&oacute;xico ao intestino do paciente intolerante ao gl&uacute;ten s&atilde;o &#8220;partes do gl&uacute;ten&#8221;, que recebem nomes diferentes para cada cereal. Vejamos: No Trigo &eacute; a Gliadina, na Cevada &eacute; a Horde&iacute;na, na Aveia &eacute; a Avenina e no Centeio &eacute; a Secalina. O Malte, muito questionado, &eacute; um produto da fermenta&ccedil;&atilde;o da cevada, portanto apresenta tamb&eacute;m uma fra&ccedil;&atilde;o de gl&uacute;ten. Os produtos que contenham malte, xarope de malte ou extrato de malte n&atilde;o devem ser consumidos pelos Cel&iacute;acos. O gl&uacute;ten n&atilde;o desaparece quando os alimentos s&atilde;o assados ou cozidos, e por isto uma dieta deve ser seguida &agrave; risca. O Gl&uacute;ten agride e danifica as vilosidades do intestino delgado e prejudica a absor&ccedil;&atilde;o dos alimentos.</p>
<p>Veja a mucosa do intestino delgado com as vilosidades atrofiadas:<br />
<a href="http://www.nutricy.com.br/wp-content/uploads/windowslivewriter081f79810478-13e79clip-image0025.jpg"><img style="border-width: 0px; margin: 5px" src="http://www.nutricy.com.br/wp-content/uploads/windowslivewriter081f79810478-13e79clip-image002-thumb.jpg" border="0" alt="saude  windowslivewriter081f79810478 13e79clip image002 thumb Doen&ccedil;a Cel&iacute;aca" width="300" height="75" title="Doen&ccedil;a Cel&iacute;aca saude " /></a><br />
Compare com a mucosa do intestino delgado com as vilosidades normais:<br />
<a href="http://www.nutricy.com.br/wp-content/uploads/windowslivewriter081f79810478-13e79clip-image0045.jpg"><img style="border-width: 0px; margin: 5px" src="http://www.nutricy.com.br/wp-content/uploads/windowslivewriter081f79810478-13e79clip-image004-thumb.jpg" border="0" alt="saude  windowslivewriter081f79810478 13e79clip image004 thumb Doen&ccedil;a Cel&iacute;aca" width="293" height="84" title="Doen&ccedil;a Cel&iacute;aca saude " /></a><br />
Sintomas mais comuns<br />
O quadro cl&iacute;nico da doen&ccedil;a se manifesta com e sem sintomas. No primeiro caso, h&aacute; duas formas:</p>
<p><strong>A CL&Aacute;SSICA</strong></p>
<p>&Eacute; freq&uuml;ente na faixa pedi&aacute;trica, surgindo entre o primeiro e terceiro ano de vida, ao introduzirmos alimenta&ccedil;&atilde;o &agrave; base de papinha de p&atilde;o, sopinhas de macarr&atilde;o e bolachas, entre outros industrializados com cereais proibidos. Caracteriza-se pela diarr&eacute;ia cr&ocirc;nica, desnutri&ccedil;&atilde;o com d&eacute;ficit do crescimento, anemia ferropriva n&atilde;o cur&aacute;vel, emagrecimento e falta de apetite, distens&atilde;o abdominal (barriga inchada), v&ocirc;mitos, dor abdominal, osteoporose, esterilidade, abortos de repeti&ccedil;&atilde;o, gl&uacute;teos atrofiados, pernas e bra&ccedil;os finos, apatia, desnutri&ccedil;&atilde;o aguda que podem levar o paciente &agrave; morte na falta de diagn&oacute;stico e tratamento.</p>
<p><strong>N&Atilde;O CL&Aacute;SSICA</strong></p>
<p>Apresenta manifesta&ccedil;&otilde;es monossintom&aacute;ticas, e as altera&ccedil;&otilde;es gastrintestinais n&atilde;o chamam tanto a aten&ccedil;&atilde;o. Pode ser, por exemplo, anemia resistente a ferroterapia, irritabilidade, fadiga, baixo ganho de peso e estatura, pris&atilde;o de ventre, constipa&ccedil;&atilde;o intestinal cr&ocirc;nica, manchas e altera&ccedil;&atilde;o do esmalte dental, esterilidade e osteoporose antes da menopausa.</p>
<p><strong>ASSINTOM&Aacute;TICA</strong></p>
<p>E se n&atilde;o houver sintomas? H&aacute; ainda, a doen&ccedil;a na forma assintom&aacute;tica. S&atilde;o realizados nestes casos, exames (marcadores sorol&oacute;gicos) em familiares de primeiro grau do cel&iacute;aco, que t&ecirc;m mais chances de apresentar a doen&ccedil;a (10%). Se n&atilde;o tratada a doen&ccedil;a, podem surgir complica&ccedil;&otilde;es como o c&acirc;ncer do intestino, anemia, osteoporose, abortos de repeti&ccedil;&atilde;o e esterilidade.</p>
<p>Na parte inferior desta p&aacute;gina voc&ecirc; encontrar&aacute; algumas listas de alimentos industrializados que cont&eacute;m e que n&atilde;o cont&eacute;m gl&uacute;ten.</p>
<table border="1" cellpadding="0" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td width="33%">
<p align="center">GRUPOS</p>
</td>
<td width="33%">
<p align="center">PERMITIDOS</p>
</td>
<td width="34%">
<p align="center">PROIBIDOS</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table border="1" cellpadding="0" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td width="33%">
<p align="center">Farinhas e F&eacute;culas  (Cereais, Tub&eacute;rculos e seus subprodutos, que encontramos em forma de p&oacute;.</p>
</td>
<td width="33%">
<p align="center">As mais indicadas:   Arroz, Batata, Milho e Mandioca.<br />
Arroz = farinha de arroz, creme de arroz, arrozina,  arroz integral em p&oacute; e seus derivados.<br />
O creme de arroz n&atilde;o &eacute; um creme ou pasta, e sim um p&oacute;.<br />
Milho = fub&aacute;, farinha, amido de milho (maisena), flocos, canjica e pipoca.<br />
Batata = f&eacute;cula ou farinha.<br />
Mandioca ou Aipim =  f&eacute;cula ou farinha, como a tapioca,  polvilho doce ou azedo.<br />
Macarr&atilde;o de cereais = arroz,  milho e mandioca.<br />
Car&aacute;,  Inhame,  Araruta, Sagu, Trigo sarraceno.</td>
<td width="34%">
<p align="center">TRIGO = farinha,  semolina, germe e  farelo.<br />
AVEIA = flocos e  farinha.   CENTEIO<br />
CEVADA =  farinha.<br />
MALTE<br />
Todos os produtos elaborados com os cereais citados acima</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table border="1" cellpadding="0" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td width="33%">
<p align="center">Bebidas</p>
</td>
<td width="33%">
<p align="center">Sucos de frutas e vegetais naturais, refrigerantes e ch&aacute;s.   Vinhos, champagnes, aguardentes e saqu&ecirc;. Caf&eacute;s com selo ABIC.</p>
</td>
<td width="34%">
<p align="center">Cerveja, whisky, vodka, gin, e ginger-ale.    Ovomaltine, bebidas contendo malte, caf&eacute;s misturados com cevada. Outras bebidas cuja composi&ccedil;&atilde;o n&atilde;o esteja clara no r&oacute;tulo</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table border="1" cellpadding="0" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td width="33%">
<p align="center">Leites e derivados</p>
</td>
<td width="33%">
<p align="center">Leite em p&oacute;, esterilizados (caixas tetrapack), leites integrais, desnatados e se mi  desnatados.    Leite condensado, cremes de leite, Yakult.    Queijos frescos, tipo minas, ricota, parmes&atilde;o. P&atilde;es de queijo.   Para iogurte e requeij&atilde;o, verifique observa&ccedil;&otilde;es nas embalagens.</p>
</td>
<td width="34%">
<p align="center">Leites achocolatados que contenham malte ou extrato de malte, queijos fundidos, queijos preparados com cereais proibidos.   Na d&uacute;vida ou aus&ecirc;ncia das informa&ccedil;&otilde;es corretas nas embalagens, n&atilde;o adquira o produto</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table border="1" cellpadding="0" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td width="33%">
<p align="center">A&ccedil;&uacute;cares<br />
Doces<br />
Achocolatados</td>
<td width="33%">
<p align="center">A&ccedil;&uacute;car de cana, mel, melado, rapadura, glucose de milho, malto-dextrina, dextrose, glicose.   Gel&eacute;ias de fruta e de mocot&oacute;, doces e sorvetes caseiros preparados com alimentos permitidos.   Achocolatados de cacau, balas e caramelos.</p>
</td>
<td width="34%">
<p align="center">Para todos os casos, verifique as embalagens.</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table border="1" cellpadding="0" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td width="33%">
<p align="center">Carnes (boi, aves, porco, cabrito, r&atilde;s, etc.  ), peixes e produtos do mar, ovos e V&iacute;sceras (f&iacute;gado, cora&ccedil;&atilde;o)</p>
</td>
<td width="33%">
<p align="center">Todas, incluindo presunto e ling&uuml;i&ccedil;a caseira</p>
</td>
<td width="34%">
<p align="center">Pat&ecirc;s enlatados, embutidos (salame, salaminho e algumas salsichas) Carnes &agrave; milanesa</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table border="1" cellpadding="0" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td width="33%">
<p align="center">Gorduras e &oacute;leos</p>
</td>
<td width="33%">
<p align="center">Manteiga, margarina, banha de porco, gordura vegetal hidrogenada, &oacute;leos vegetais, azeite</p>
</td>
<td width="34%">
<p align="center">
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table border="1" cellpadding="0" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td width="33%">
<p align="center">Gr&atilde;os</p>
</td>
<td width="33%">
<p align="center">Feij&atilde;o, broto de feij&atilde;o, ervilha seca, lentilha, amendoim, gr&atilde;o de bico, soja (extrato prot&eacute;ico de soja, extrato hidrossol&uacute;vel de soja )</p>
</td>
<td width="34%">
<p align="center">Extrato prot&eacute;ico vegetal,<br />
Prote&iacute;na vegetal hidrolisada</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table border="1" cellpadding="0" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td width="33%">
<p align="center">Hortali&ccedil;as</p>
</td>
<td width="33%">
<p align="center">Legumes e verduras: Todas</p>
</td>
<td width="34%">
<p align="center">
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table border="1" cellpadding="0" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td width="33%">
<p align="center">Condimentos</p>
</td>
<td width="33%">
<p align="center">Sal, pimenta, cheiro-verde, erva, temperos caseiros, maionese caseira, vinagre fermentado de vinhos tinto e de arroz, glutamato monoss&oacute;dico (Ajinomoto)</p>
</td>
<td width="34%">
<p align="center">Maionese, catchup, mostarda e temperos industrializados podem conter o gl&uacute;ten. Leia com muita aten&ccedil;&atilde;o o r&oacute;tulo.</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table border="1" cellpadding="0" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td width="33%">
<p align="center">QUAISQUER<br />
 ALIMENTOS</p>
</td>
<td width="33%">
<p align="center">Leia atentamente os r&oacute;tulos</p>
</td>
<td width="34%">
<p align="center">Os proibidos devem ter a express&atilde;o CONT&Eacute;M GL&Uacute;TEN nos r&oacute;tulos</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p align="center">
<p align="center"><strong>FRUTAS</strong></p>
<table border="1" cellpadding="0" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td width="33%" align="center">VARIEDADES</td>
<td width="33%">
<p align="center">Todas s&atilde;o permitidas e pouco cal&oacute;ricas e nos oferecem sais minerais, vitaminas e carboidratos, al&eacute;m de grandes doses de vitamina.</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Fonte: <a href="http://acelbra.org.br" target="_blank">acelbra.org.br</a></p>

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		<title>Os Alimentos e a Fun&#231;&#227;o Cerebral</title>
		<link>http://nutricy.com/os-alimentos-e-a-funo-cerebral/</link>
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		<pubDate>Thu, 12 Apr 2007 12:00:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fagner Souza</dc:creator>
				<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Ciências]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[alimentos]]></category>
		<category><![CDATA[atenção]]></category>
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		<description><![CDATA[Sabemos que o c&#233;rebro humano &#233; constitu&#237;do em grande parte de gordura e que essa gordura consiste predominantemente nos &#225;cidos graxos essenciais. Por isso a import&#226;ncia de utiliz&#225;-los desde a gesta&#231;&#227;o e amamenta&#231;&#227;o, para favorecer o crescimento e desenvolvimento das crian&#231;as. A defici&#234;ncia de nutrientes pode provocar desordens da qu&#237;mica cerebral alterando o estado emocional [...]]]></description>
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<p align="center"><a href="http://www.nutricy.com.br/wp-content/uploads/windowslivewritere941610958ce-14454cerebro7.jpg" target="_new"><br />
</a></p>
<p>Sabemos que o c&eacute;rebro humano &eacute; constitu&iacute;do em grande parte de gordura e que essa gordura consiste predominantemente nos &aacute;cidos graxos essenciais. Por isso a import&acirc;ncia de utiliz&aacute;-los desde a gesta&ccedil;&atilde;o e amamenta&ccedil;&atilde;o, para favorecer o crescimento e desenvolvimento das crian&ccedil;as.</p>
<p>A defici&ecirc;ncia de nutrientes pode provocar desordens da qu&iacute;mica cerebral alterando o estado emocional e comportamental. Apesar disso, um eficiente sistema de defesa, atrav&eacute;s dos antioxidantes, diminui a a&ccedil;&atilde;o dos radicais livres nos &aacute;cidos graxos, evitando sua oxida&ccedil;&atilde;o e melhorando sua atividade biol&oacute;gica.</p>
<p>Alguns autores t&ecirc;m mencionado que problemas comportamentais em crian&ccedil;as, principalmente com o dist&uacute;rbio do d&eacute;ficit de aten&ccedil;&atilde;o e hiperatividade, podem estar relacionados com uma defici&ecirc;ncia de &aacute;cidos graxos poliinsaturados na alimenta&ccedil;&atilde;o e nas c&eacute;lulas cerebrais, principalmente a escassez de &Ocirc;mega-3.</p>
<p>Alimentos ricos em &Ocirc;mega-3: linho, soja, verduras de folhas verdes, noz, g&eacute;rmen de trigo, salm&atilde;o, canola, semente de moranga, sardinha, arenque, truta, caviar, cavala, enguia, anchovas, atum. Devem ser consumidos esses alimentos 2 a 3 vezes por semana na por&ccedil;&atilde;o de 100g.</p>
<p>Veja no quadro abaixo os nutrientes mais importantes envolvidos no bom funcionamento cerebral:</p>
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="0" align="center">
<tbody>
<tr>
<td width="180" valign="top">
<p align="center"><strong><em>Nutrientes</em></strong></p>
</td>
<td width="409" valign="top">
<p align="center"><strong><em>Fontes</em></strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="180" valign="top">Tiamina (B1)</td>
<td width="409" valign="top">G&eacute;rmen de trigo, ervilha, cereais matinais, batata, p&atilde;o vitaminado.</td>
</tr>
<tr>
<td width="180" valign="top">Niacina (B3)</td>
<td width="409" valign="top">Peixe, leite, queijo, ervilha, vegetais verdes, ovos, batata.</td>
</tr>
<tr>
<td width="180" valign="top">Piridoxina (B6)</td>
<td width="409" valign="top">Banana, br&oacute;colis, peru, peixe, couve-flor, abacate, cereais matinais, agri&atilde;o.</td>
</tr>
<tr>
<td width="180" valign="top">Cianocobalamina (B12)</td>
<td width="409" valign="top">Cereais matinais, carnes, extrato de levedo, atum, queijo, nozes, farelo de trigo.</td>
</tr>
<tr>
<td width="180" valign="top">&Aacute;cido F&oacute;lico</td>
<td width="409" valign="top">Vegetais verdes, salsa, espinafre, beterraba, cereais matinais, agri&atilde;o, br&oacute;colis, couve.</td>
</tr>
<tr>
<td width="180" valign="top">Colina</td>
<td width="409" valign="top">G&eacute;rmen de trigo, aveia, leite, gema de ovo, presunto, carne de soja, feij&atilde;o, nozes, suco de laranja.</td>
</tr>
<tr>
<td width="180" valign="top">Inositol</td>
<td width="409" valign="top">Carnes, peixes, broto de feij&atilde;o, hortali&ccedil;as, feij&atilde;o, melado, soja, milho, cereais integrais.</td>
</tr>
<tr>
<td width="180" valign="top">Fosfatidilserina</td>
<td width="409" valign="top">Ovo caipira</td>
</tr>
<tr>
<td width="180" valign="top">&Aacute;cido docasahexaen&oacute;ico-DHA</td>
<td width="409" valign="top">Alimentos ricos em &Ocirc;mega-3: semente de milho, salm&atilde;o, noz, canola, verdura de folhas verdes.</td>
</tr>
<tr>
<td width="180" valign="top">Magn&eacute;sio</td>
<td width="409" valign="top">Vegetais verdes, cereais integrais, camar&atilde;o, damasco, soja, g&eacute;rmen de trigo, mel, caqui, lentilha, feij&atilde;o.</td>
</tr>
<tr>
<td width="180" valign="top">Cromo</td>
<td width="409" valign="top">Frutos do mar, carnes, cereais integrais e gr&atilde;os, queijo, batata, banana.</td>
</tr>
<tr>
<td width="180" valign="top">Mangan&ecirc;s</td>
<td width="409" valign="top">Vegetais verdes, cereais integrais, gr&atilde;o de bico, soja, alho, aveia, banana, agri&atilde;o, frutas, gema de ovo.</td>
</tr>
<tr>
<td width="180" valign="top">Ferro</td>
<td width="409" valign="top">Carne e ca&ccedil;a, sardinha, vegetais verdes, damasco, gr&atilde;os, ameixa-preta, melado, lentilha, feij&atilde;o, gema de ovo.</td>
</tr>
<tr>
<td width="180" valign="top">Tirosina</td>
<td width="409" valign="top">Ovos, carne vermelha, queijos, nozes.</td>
</tr>
<tr>
<td width="180" valign="top">Triptofano</td>
<td width="409" valign="top">Banana, leite, cacau, carne vermelha, peixe, peru, queijo.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>A falta de alguns desses nutrientes pode causar: mudan&ccedil;a de personalidade, irritabilidade, depress&atilde;o, perda do senso de responsabilidade, aprendizado lento, perturba&ccedil;&otilde;es visuais, problemas auditivos, confus&atilde;o mental, cefal&eacute;ia, dem&ecirc;ncia, fadiga, problemas de mem&oacute;ria, paran&oacute;ia, hiperatividade, altera&ccedil;&otilde;es emocionais, ansiedade.</p>
<p>Fonte: Reeduca&ccedil;&atilde;o Alimentar na Fam&iacute;lia. Da gesta&ccedil;&atilde;o &agrave; adolesc&ecirc;ncia.<br />
Autora: Joselaine Silva St&uuml;rmer</p>

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