Como manter a casa higienizada

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Posted by Cynthia Souza | Posted in Vida Saudável | Posted on 07-01-2010

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Para conservar sua casa limpinha após aquela faxina do início de ano aqui vão umas dicas simples e práticas:

- Tenha sempre em mente que é mais fácil limpar após ter sujado do que dias depois.

- Na cozinha e banheiro é bom sempre ter a mão uma mistura de água (500ml), água sanitária (1/3) e detergente (uma colher de sopa) em um borrifador para passar nos azulejos, portas parapeitos, pia, torneira fogão, maçanetas, paredes e até no chão. Essa mistura mata as bactérias deixando aparência de limpeza.

A vantagem da mistura é que não é necessário esfregar. Só borrifar, esperar uns minutos, passar um paninho úmido e pronto, ficou limpo. A mistura também evita os indesejáveis insetos do verão, como mosquitos, baratas moscas e etc.

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Na sala e dormitórios, o Lustra Móveis limpa, conserva e dá brilho aos móveis de madeira, é importante duas flanelas, uma passa o produto, e outra dá o brilho, deixando os móveis com cara de novo.

Uma casa limpa transmite uma energia boa aos moradores e visitantes, um aconchego para permanecer naquele local pelo tempo necessário.

Como parar de Fumar

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Posted by Fagner Souza | Posted in Destaques, Saúde | Posted on 01-06-2008

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Chega uma hora que é preciso pensar na saúde, nem que seja na saúde dos outros, e largar o cigarro. Os cientistas e médicos (mesmo os fumantes) têm certeza do que dizem: o cigarro destrói o organismo, provoca o câncer, arrasa os pulmões, rouba o ar e poderá matar trinta milhões de pessoas no mundo apenas nesta década.

A mídia em geral constantemente seduz grande parte da população com uma publicidade atraente e chamativa para o cigarro e o que fazer? Primeiramente você precisa dissociar a imagem do cigarro do instrumento de sedução, inteligência e liberdade que durante anos nos enfiaram na cabeça. Isso é coisa do passado. E parar de fumar. É difícil? Muito, mas de maneira alguma impossível.

Com os benefícios que terá vale a pena. Ser um ex-fumante é perceber que nenhuma sensação é tão plena e poderosa quanto a de se sentir livre do vício. O último cigarro deixará saudade, em compensação você nunca mais ficará desesperado no meio da madrugada, porque os cigarros acabaram e chove lá fora. Livrar-se do vício é voltar a ter controle sobre si e sobre o hálito de sua boca.

Considere ainda a possibilidade de subir dois lances de escada (sem pausas) e não perder o fôlego. Avalie também a oportunidade de voltar a sentir o sabor e o aroma dos alimentos. Imagine a vida sem pigarros, sem roupas queimadas nem cinzas pelo chão.

Estar decidido a larga o cigarro é fundamental para abandonar de vez a nicotina. Os métodos que prometem o fim do cigarro só funcionam quando a pessoa está disposta a enfrentar a síndrome de abstinência e a falta que ele faz. Caso contrário, é perda de tempo.

Vamos apressar a sua decisão. Dez mil pessoas morrem por dia no mundo em decorrência do câncer de pulmão. Trinta milhões de pessoas vão morrer por causa do cigarro, segundo a Organização Mundial de Saúde.

Mais dados:

- O vício é responsável por 75% dos casos de bronquite crônica e enfisema pulmonar;

- 25% dos infartos do miocárdio são provocados pelo cigarro;

- Fumantes têm 400% a mais de chance de contrair infecções respiratórias por bactérias e vírus;

- O fumo aumenta em até 800% o risco de derrames cerebrais;

- O fumante passivo (seu filho, por exemplo) tem de 200% a 300% mais chance de contrair câncer de pulmão que uma pessoa que não conviva com fumantes;

- O cigarro duplica a velocidade do envelhecimento e torna o corpo feminino mais propenso à celulite, uma vez que prejudica a oxigenação das células;

- O fumo predispôe à impotência masculina pela ação vasoconstritora da nicotina (vasos e artérias que irrigam o pênis se contraem e comprometem a ereção). Pesquisas demonstram que cerca de 81% dos homens impotentes são fumantes.

Por que é difícil largar o vício?

O efeito do fumo é fulminante. O organismo reage à nova substância e com o tempo acostuma a receber cargas freqüentes da droga. É difícil acreditar, mas o corpo entra em parafuso quando não recebe sua dose diária de nicotina. Esse é o momento de pagar todos os pecados e amaldiçoar aquele dia em que decidiu comprar o primeiro maço. Com o tempo o ex-fumante percebe que pode sobreviver sem ter a nicotina correndo nas veias.

Um estudo feito pela Associação Médica Americana comprovou que os ex-fumantes recuperam a saúde de seus pulmões, independentemente do tempo que passaram fumando. A melhora observada em pacientes doentes contradiz o mito de que os fumantes de longa data não se beneficiam da decisão de largar o cigarro.

Como parar de fumar?

- O nitrato de prata, o sulfato de cobre, o permanganato de potássio e o acetato de prata são alguns compostos químicos que ao interagirem com a fumaça do tabaco produzem amargor e um gosto desagradável. Podem ser encontradas em forma de goma de mascar e líquido para bochechos.

- Adesivos, chicletes, spray e solução nasal à base de nicotina são instrumentos que podem ajudar (bastante) o ex-fumante. Nos primeiros meses, quando o organismo ainda é dependente dos efeitos químicos da fumaça, estes produtos oferecem uma “dose” de nicotina, livre dos outros ingredientes tóxicos do tabaco.

Os chicletes com nicotina podem ser usados durante um periodo de até seis meses e consiste na simples troca do cigarro pela goma (duas a três por dia). Devem ser usadas com acompanhamento médico.

Os adesivos liberam pequenas doses de nicotina, que têm o efeito de diminuir a ansiedade, a insônia e a vontade de fumar. Eles ajudam, mas não fazem milagres. É fundamental a supervisão médica, já que quando mal utilizados podem provocar hipertensão, dores de cabeça, náuseas, diarréia e efeitos colaterais no fígado e pele.

- Hipnose, método usado pelo grande psicanalista Sigmund Freud para tratar traumas de seus pacientes, também pode ser usado para se livrar do cigarro. A hipnose seria capaz de fazer o fumante perder o “interesse” em fumar, na medida em que o cigarro deixa de satisfazer seus desejos e necessidades.

- Fumantes Anônimos, são fumantes que se reúnem semanalmente para discutir seus problemas em relação ao vício, tentando entender por que começaram a fumar e por que não conseguem parar. O método funciona principalmente para aquelas pessoas que fumam por compulsão ou que utilizam o cigarro como uma muleta psicológica.

- Acupuntura, técnica milenar chinesa, também pode ser usada contra o fumo. Através de picadas de agulha em pontos precisos (orelha, face e corpo) fariam o organismo reagir de maneira positiva à falta da nicotina e por isso o ex-fumante não sofreria nenhum sintoma comum à síndrome de abstinência.

- Combater o fumo de todas as maneiras. Essa é a tática do tratamento clínico e multidisciplinar, que oferecem vários profissionais na área da saúde para tratar o paciente como um todo.

- Programação Neurolingüistica também promete acabar com a vontade de fumar. O método utilizado é a “reprogramação” de alguns conceitos fixados pela mente, como por exemplo o prazer de fumar. Durante o tratamento, o programador vai tentar “apagar” todos os registros na vida do paciente em que o cigarro aparece como um hábito, um prazer, ou uma companhia. Para isso, a Programação Neurolingüística utiliza técnicas de indução e hipnose, mas garante que a pessoa fica consciente durante todas as fases do tratamento, que pode ser individual ou em grupo.

Dica

“Conseguindo parar, jamais volte a dar uma tragadinha para matar a saudade. Um único cigarro pode destruir o esforço de meses ou anos, já que basta um pouquinho de droga para reinaugurar a dependência no organismo”.

Como Funcionam os Antibióticos

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Posted by Fagner Souza | Posted in Destaques, Saúde | Posted on 24-05-2008

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Há algum tempo atrás milhares de pessoas morriam quando contraiam doenças causadas por bactérias. Na antigüidade nossos ancestrais acreditavam que as doenças eram causadas por espíritos malignos. Tempo depois, em 400 a.C., Hipócrates, afirmou que as doenças têm causas naturais e não sobrenaturais. Até que finalmente, já no século XIX, o francês Louis Pasteur descobriu que as doenças infecciosas são causadas por seres microscópicos.

E a partir daí pesquisadores tentaram achar um antídoto para esse mal, mas foi durante a Segunda Guerra Mundial com muitas doenças se alastrando entre soldados, que pela primeira vez foi usado um Antibiótico.

Já naquela época, os pesquisadores desconfiaram de que as bactérias poderiam se tornar resistentes aos antibióticos. O que foi comprovado mais tarde que essa suspeita é verdadeira.

Hoje em dia já é de nosso conhecimento que esses microorganismos tem a capacidade de, com o tempo, se defenderem do antibiótico. E esse tempo está cada vez mais curto. Em 1989 a clindamicina (um tipo de antibiótico) era capaz de curar 87% dos pacientes infectados pelo Staphylococus aureus. Três anos depois, a clindamicina era eficaz em apenas 28% dos casos.

Esse é um exemplo de que as bactérias se tornam imbatíveis e se espalham rapidamente. Os primeiros antibióticos desenvolvidos há cinqüenta anos não representam mais perigo para as bactérias causadoras das infecções. Cada dia que passa os antibióticos precisam ser mais poderosos.

Mas o que são os antibióticos?

Nada mais são do que substâncias produzidas por organismos vivos para combater outros organismos vivos.

Se dividem em dois grupos:

Bactericidas – Capazes de matar as bactérias. Neste grupo estão principalmente penicilina, cefalosporina, vancomicina, polimixina, gentamicina e amicacina.

Bacteriostáticos – São antibióticos que não destroem as bactérias, apenas impedem que elas se multipliquem. Sendo assim quem faz o trabalho sujo, o de eliminar as bactérias, é o nosso sistema imunológico através dos anticorpos. Fazem parte desse grupo as tetraciclinas e o cloranfenicol.

Mas por que as bactérias estão tão fortes?

O problema é que em todos esses anos parece que ninguém levou as bactérias muito a sério, e os antibióticos foram usados indiscriminadamente. Resultado: as bactérias hoje estão mais fortes do que nunca.

Se em alguns países da Europa, a oxacilina, um dos antibióticos derivados da penicilina, é capaz de destruir mais de 90% dos Staphylococcus aureus, o mesmo não acontece no Brasil. Aqui, o mesmo antibiótico funciona em menos de 50% dos casos. Isso se explica pelo fato de que na Europa há um controle rigoroso no uso de antibióticos, o que não acontece no Brasil onde as pessoas têm o péssimo hábito de se auto medicar.

Só existe uma maneira eficiente de impedir que as bactérias se tornem rapidamente resistentes: usar corretamente o antibiótico, como o médico recomendar.

Para evitar o aumento de bactérias resistentes é fundamental respeitar as doses, os intervalos, e o tempo que se deve tomar o antibiótico. Quando utilizamos o medicamento de maneira correta ele é capaz de eliminar praticamente todas as bactérias que causam doenças. As que sobram são combatidas pelo nosso sistema imunológico. Mas se o antibiótico for utilizado em doses insuficiente e mesmo em intervalos desregulados, ele vai destruir apenas as bactérias mais fracas. Sobrevive um número razoável de bactérias fortes que se multiplicam rapidamente. Em geral uma bactéria se duplica a intervalos de 15 a 30 minutos. Com tamanha agilidade o organismo não consegue se defender.

O mesmo acontece quando o paciente, após alguns dias do início do tratamento, resolve suspender o antibiótico porque se sente melhor. Os sintomas da doença acabaram porque o remédio diminuiu a quantidade de bactérias patogênicas, mas isso não significa que todas foram destruídas. Aliás as mais fortes continuam perturbando o organismo. Se suspender o tratamento, a doença reaparece.

O antibiótico não é o fator que leva as bactérias a se tornarem resistente, ele apenas seleciona as mais fortes. Se for utilizado de forma adequada, essas bactérias encontrarão dificuldade para a duplicação. Caso contrário, podem se espalhar e desencadear problemas sérios.

Infelizmente é comum as pessoas tomarem medicamentos ao menor sinal de doença, qualquer que seja. Cuidado, nem sempre precisamos de antibiótico para combater infecções. Se tomarmos antibióticos por qualquer motivo damos oportunidade para as bactérias resistentes sobreviverem.

Lembre-se

Médicos e pacientes precisam ficar atentos e usar corretamente os medicamentos. Enquanto isso os pesquisadores continuam sua luta eterna em busca de substância capazes de combater, agora, as bactérias resistentes.

Alergia e intolerância ao leite de vaca

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Posted by Fagner Souza | Posted in Alimentação, Saúde | Posted on 22-05-2007

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O leite materno, sem dúvida, é a melhor opção para a alimentação de lactentes. As vantagens do aleitamento materno são indiscutíveis, incluindo as imunológicas, nutricionais, fisiológicas, odontológicas, e psicológicas.

Este texto tem o objetivo de ajudar no esclarecimento de algumas informações importantes para as pessoas interessadas pelos problemas que a intolerância à lactose e a alergia às proteínas do leite podem trazer para a saúde humana.

O que é alergia a proteínas do leite?

A alergia às proteínas envolve princípios completamente diferentes da intolerância à lactose. Não existe alergia à lactose, pois, sendo um açúcar, a lactose não apresenta alergenicidade. Diversas proteínas podem causar alergia, incluindo as do leite, do ovo, do trigo e do amendoim, dentre outras. Entretanto as proteínas do leite e as do ovo são as que causam maiores problemas às crianças de pouca idade.

Nas proteínas do leite existem mais de 30 sítios alergênicos, que podem causar problemas. O que ocorre na alergia é a produção de grandes quantidades de imunoglobulinas contra os sítios alergênicos, causando reações as mais diversas.

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No caso da alergia, é muito difícil mudar os sítios ativos das proteínas, tornando-os inativos. A melhor forma é eliminar da alimentação as proteínas que contêm os sítios alergênicos ativos. Em alguns casos, ocorre também o que se chama de alergia cruzada, ou seja, os sítios alergênicos ocorrem também em proteínas de outros alimentos, além do leite de vaca.

A alergia verdadeira é uma reação envolvendo o sistema imunológico do corpo, com formação de anticorpos nas células brancas do sangue. O sistema imunológico combate os invasores estranhos ao corpo usando os anticorpos. Quando esses invasores são bactérias e vírus perigosos, a resposta imunológica é necessária e desejável. No caso da alergia às proteínas do leite, por outro lado, a resposta imunológica seria desnecessária, além de causar diversos problemas.

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