Como não engordar neste Final de Ano

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Posted by Christian Silveira | Posted in Vida Saudável | Posted on 22-12-2009

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Então pessoal, natal tá quase aí, ano novo também, e junto deles vem aquela enorme e irresistível comilança desmedida. Como escapar?

Muitas pessoas, assim como eu, não moram com os pais, passam comendo sanduíches, salgadinhos, pizzas et cetera, e quando vão para a terra natal se deparam com a famosa “comida de mãe”, ainda que algumas vezes a comida de mãe seja a torta que ela encomendou de uma padaria. Mas e daí? Você está em casa, no feriado, descansando, com preguiça, pronto pra esquecer de qualquer regime. Então, que venha a comilança, né?

Bom, se a sua família também tem uma queda por comilanças, não existe nenhum milagre que nos faça evitar isso, há apenas uma simples dica: resista. Brincadeira. Existem formas de evitar engordar demais nesses fins de ano, por exemplo, em vez de comer quilos de torta doce, encha a geladeira de frutas: melancia, uva, maçã, banana. Se possível, faça uma bacia de salada de frutas, pois entre encher a pança de merengue ou de frutas, nem preciso dizer o que é melhor pra quem não quer engordar.

Tudo bem, sei que frutas normalmente não satisfazem o desejo por doces, então pode-se recorrer às gelatinas light, cheias de colágeno de difícil digestão, são uma boa dica pra driblar essa gula. Frutas secas (não cristalizadas) podem ser usada e, caso sinta uma vontade irresistível de algo doce e crocante: granola.

E nos jantares? Bom, aí é mais simples. Evite maioneses e frituras, invista numa salada legal e colorida e no tradicional peru, ou pernil, ou outra carne, pois eu garanto que é melhor comer um cárneo do que se encher de arroz branco e pão.

E as festas? E os tragos? Bom, se você cuidou até agora da alimentação, dê um tempo e tome um traguinho, afinal, ninguém é de ferro, mas evite a cerveja, se quer um conselho pessoal. Particularmente, já não sou mais tão cervejeiro, tenho preferido runs prata e alguma cachaça de qualidade (sim, porque cachaça não é só aquela de R$5,50 que você compra em qualquer boteco).

Porém, no que diz respeito a bebida, temos o péssimo hábito no país do futebol (?) de consumir vinho apenas no inverno. O pessoal me olha de canto quando resolvo tomar vinho no verão. Pois bem, se você também curte vinho, é uma excelente opção, e aqui vão algumas dicas de uvas de vinhos bons para se tomar nessa época:
Brancos: pinot grigio, chardonnay e sauvignon blanc. Vinhos brancos têm mais saídas no verão porque podem ser tomados em temperaturas mais baixas, próximo aos 8 oC.

Tintos: pra fugir do tradicional cabernet sauvignon, eu indicaria pra esses dias um bom pinot noir, malbec ou syrah. Ainda que se indique temperatura por volta dos 12 oC, acho que já é uma temperatura agradável pra se tomar, porém, se resfriá-lo mais perderá um pouco do aroma (consequentemente do sabor), mas isso não chega a ser um pecado.

Enxaqueca X Qualidade de Vida

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Posted by Carla Bock | Posted in Destaques, Saúde | Posted on 02-03-2009

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Todos nós já sentimos algum dia dores de cabeça, estas vêm e vão sem que muitas vezes percebemos a sua freqüência, intensidade ou efeitos, porém para milhões de pessoas, uma delas é motivo de sofrimento diário e luta constante para superá-la. A Enxaqueca, é um tipo de dor de cabeça, que apesar de conhecida, ainda ostenta perguntas elementares e é alvo de estudos constantes, trata-se de uma dor de cabeça crônica, conhecida como cefaléia transtorno ou de distúrbio. Ela tira o sono, a tranqüilidade e impossibilita muitas pessoas de viverem sua vida social e familiar ou de fazer qualquer coisa, atingindo pessoas de diferentes idades e sexo, com incidência maior em mulheres na puberdade e diminuição da mesma na menopausa.

Tudo o que queremos é algo mágico que nos liberte deste sofrimento da forma mais rápida possível, logo o uso de alternativas das mais variadas, com tendência a medicamentos fortes mas muitas vezes ainda ineficazes à longo prazo. Um mal que atinge milhões de pessoas no mundo todo, só no Brasil, segundo dados do hospital Israelita Albert Eistein em conjunto com a Sociedade Brasileira de Cefaléia, mostram que 15,2% da população sofre desta dor, cerca de 27,3 milhões de brasileiros, o que devemos observar é que apesar das inúmeras cefaléias existentes, geralmente de origem tensional, esta não é somente mais uma, com dor um pouco mais intensa, assim caracterizada pela maioria das pessoas, e sim um distúrbio que causa dor pulsátil local ou generalizada. A Organização Mundial da Saúde classifica-a entre as 20 doenças mais debilitáveis, equivalente a demência, compromete a qualidade de vida de um número significativo e cada vez maior de pessoas.

Ela aparece de forma leve e gradativamente vai se agravando, provocando pressão craniana, muitas vezes num único ponto como numas das têmporas ou ainda na parte central superior da cabeça, até atingir a dor constante que vai de moderada a intensa, com latejos, “fisgadas” muito profundas levando ao lacrimejo dos olhos, dores no pescoço, náuseas, vômitos e tonturas. Chegando a comprometer parcialmente a visão, em casos mais graves com aura, ou seja, cria-se uma espécie de brisa ao redor dos objetos e afasia com dificuldade em encontrar palavras, situações que pioram com os movimentos, até atingir a coordenação. Pode durar de algumas horas a três dias, denominada crônica ou se for semanas, episódica.

Não tendo hora nem local para acometer os portadores, reage facilmente a estímulos, dado a hipersensibilidade do cérebro, sua origem pode ser variável, de um cheiro mais forte, como cosméticos, produtos de limpeza, dormir pouco, longos intervalos entre as refeições, claridade intensa por longos períodos, bebidas alcoólicas, ciclo menstrual, sons muito agudos, calor para pessoas com pressão arterial, estresse da rotina, ansiedade, nervosismo e da alimentação que inclua alimentos muito gordurosos principalmente frituras e doces em geral. Alguns pesquisadores acreditam que essa sensibilidade é histórica dentre os portadores, colocando em condição a hereditariedade.

Cerebro Enxaqueca

Há formas ainda restritas de tratamento eficaz da enxaqueca, sendo eles sintomáticos e preventivos, ambos utilizam as drogas como coadjuvantes e por isso um médico deve ser consultado. Os sintomáticos, partem dos sintomas para controlar e acabar com a dor, quando o paciente já está sentindo a mesma, ou seja, age diretamente no distúrbio já existente. Já o método preventivo, consiste no tratamento prévio e contínuo para permanecer sem dor, sendo este tratamento mais indicado em casos de enxaqueca frequente, pois através do uso de uma dose diária, faz o cérebro produzir e receber a quantidade certa de uma determinada substância química, diminuindo a frequência e intensidade da dor, uma certa “reeducação” do cérebro.

Há vários tipos de medicamentos, o médico deve optar por um deles seguindo o histórico de cada paciente bem como os possíveis efeitos colaterais. Não há fórmula pronta, podem ser utilizados desde medicamentos antidepressivos, relaxantes musculares, para problemas circulatórios ou de pressão arterial. Nenhum deles causa dependência, pois há 3 décadas descobriu-se que nem sempre a bula condiz com a utilização própria para o qual o medicamento foi desenvolvido, as doses são diferentes em casos de prevenção e o uso pode ser temporário, dependo de cada caso. O uso contínuo de medicamentos não descarta a possibilidade da necessidade de medicamentos sintomáticos em casos de crise, pois o tratamento preventivo é a longo prazo. Nem sempre o tratamento acaba totalmente com a doença, mas as chances são grandes de que desapareça por longos períodos, já em outros casos chega a ser eliminada.

No universo das pesquisas há novas descobertas de tratamento, ainda que na sua maioria seja pela utilização de drogas, é animador pela possibilidade de obter-se medicamentos que possam ser mais eficazes, e com menos efeitos secundários, como é o caso do “MK0974”, assim conhecido até o momento, pois deverá surgir no mercado em 3 anos, apresentando uma redução da dor em até 24 horas comparado a Triptanos utilizados no momento.

Não podemos aqui descartar o uso por muitas pessoas, de analgésicos comuns como paracetamol, porém, quem é portador de enxaqueca sabe que, são raras as vezes que estas “boletas” são eficazes, por mais que seja no estágio inicial da dor, mas também não deixam de ser uma alternativa, é um resultado que depende de cada circunstância e indivíduo.

A questão é, acabar com o sofrimento, com a dor, e para isso é importante procurar ajuda de profissionais o quanto antes, tanto de médicos através do uso de medicamentos, assim como usar terapias alternativas como: Yoga, relaxamento, acupuntura, massagens, compressas de gelo ou chás. Tudo atuando em conjunto pode trazer bons resultados e devolver a qualidade de vida bem como o bem-estar sem dor de cabeça. Nós merecemos este alívio.

A influência dos alimentos na TPM

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Posted by Kilza Koch | Posted in Alimentação, Saúde | Posted on 22-04-2008

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A TPM (tensão pré-menstrual) pode ter vários sinais e sintomas que podem ser manifestados de 10 a 15 dias antes da menstruação. Alguns sintomas mais comuns são: retenção hídrica (inchaço); irritabilidade; aumento de apetite e/ou vontade de ingerir doces; sensibilidade nas mamas; oscilações do humor; ansiedade; cansaço; insônia; constipação intestinal (prisão de ventre); até depressão nos casos mais graves.

Os desequilíbrios hormonais são conhecidos como fatores que causam a TPM. Esses hormônios, assim como tudo que forma nossa organismo e são essenciais para o seu funcionamento, são formados a partir dos nutrientes presentes nos alimentos que ingerimos. Se evitarmos os desequilíbrios nutricionais, como consequência podemos corrigir os desequilíbrios hormonais.

Um hábito alimentar adequado que visa uma boa ingestão, digestão, absorção dos nutrientes, equilibra o organismo e estimula o seu melhor estado de saúde.

Algumas orientações nutricionais para amenizar a TPM

- O excesso de cafeína pode causar irritação, hiperatividade, ansiedade, cansaço e alteração de humor. Então os produtos que contêm cafeína (café, refrigerante tipo coca-cola, chá-preto, chá-mate e chocolate) podem ser evitados;

- Para evitar os inchaços: diminua o sal, inclua alimentos diuréticos no cardápio (pepino, salsinha, melancia, melão, abacaxi) e tome 2 litros de líquidos por dia (água, sucos naturais e chás);

- Use mais fibras (pão e torrada integral, granola, farinha de maçã ou banana verde, linhaça, aveia, farelo de trigo, grão de soja) para prevenir a constipação intestinal;

- Consuma carboidratos complexos (maçã, pêra, banana, ameixa, laranja, barra de cereais ou uma salada de frutas) de 3 em 3 horas para controlar a vontade de ingerir doces;

- Inclua de 4 a 5 porções por dia de saladas verde-escuras (couve, brócolis, mostarda, taioba), elas são ricas em magnésio, facilitando a circulação sanguínea e atuando como diurético.

Tenha uma vida Saudável!

Kilza M. M. Koch
Nutricionista

Texto publicado em: Informativo Fevereiro de 2008 ATII (Associação dos Técnicos Industriais de Ipatinga)

Pirâmide Alimentar Infantil

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Posted by Fagner Souza | Posted in Alimentação, Ciências | Posted on 11-05-2007

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Crianças de 6 a 23 Meses (Ministério da Saúde, 2002)

A Pirâmide Alimentar é a representação gráfica do Guia Alimentar para Crianças de 6 a 23 Meses. É uma ferramenta prática que permite aos indivíduos a seleção de uma alimentação adequada e saudável. Os alimentos selecionados devem ser do hábito alimentar da família, adequados em quantidade e qualidade (Ministério da Saúde, 2002).

A proposta neste Guia está composta por oito grupos de alimentos, distribuídos em quatro níveis, apresentados da base ao topo da pirâmide, considerando a sua participação na dieta em quantidades respectivamente maiores ou menores de porções.

A organização da pirâmide é feita em função do tipo de alimento: principal nutriente que ele fornece e quantidade necessária. Um alimento não é mais importante que o outro por sua localização, todos os grupos são importantes e têm suas funções.

Os alimentos de cada nível da pirâmide foram selecionados pelos nutrientes: os carboidratos (grupo 1), as vitaminas e os minerais (grupos 2 e 3), as proteínas (grupos 4, 5, 6) e os lipídios e açúcares (grupo 7 e 8) – e quantificados em função do valor calórico total diário.

Nível 1

Grupo 1 – cereais, pães e tubérculos (de três a cinco porções).

Nível 2

Grupo 2 – verduras e legumes (três porções);

Grupo 3 – frutas (de três a quatro porções).

Nível 3

Grupo 4 – leites, queijos e iogurtes (três porções);

Grupo 5 – carnes e ovos (duas porções);

Grupo 6 – feijões (uma porção).

Nível 4

Grupo 7 – óleos e gorduras (duas porções);

Grupo 8 – açúcares e doces (uma porção).

Os alimentos de um mesmo grupo podem ser substituídos entre si (ex.: arroz por pão) – Quadro 1; porém, alimentos de diferentes grupos não devem ser substituídos pelos de outros. Por exemplo, arroz por fruta. Isto porque todos os oito grupos são importantes e todos são necessários.

O nome dos grupos (cereais / pães / tubérculos, feijões, etc.) deve ser considerado de forma genérica pois, por exemplo, no grupo dos cereais, foram colocados alimentos como batata, aipim, macarrão, arroz, pão, biscoito e, no grupo dos feijões, incluídas as demais leguminosas como: ervilha seca, grão de bico e soja. O chamado grupo das carnes deve incluir carnes de todas as naturezas e todos os tipos de cortes: carne bovina (ex.: filé, acém, coxão mole, etc.), frango, peixes, frutos do mar, fígado e outras.

Quadro 1


Fonte: http://paginas.terra.com.br/saude/daniellenutri/index.htm

Doença Celíaca

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Posted by Fagner Souza | Posted in Saúde | Posted on 01-05-2007

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Ainda pouco conhecida, seus sintomas podem se confundir com outros distúrbios. Trata-se da Doença Celíaca, ou seja: A Intolerância permanente ao glúten. A Doença Celíaca geralmente se manifesta na infância, entre o primeiro e terceiro ano de vida, podendo, entretanto, surgir em qualquer idade, inclusive na adulta. O tratamento da doença consiste em uma dieta totalmente isenta de glúten. Os portadores da doença não podem ingerir alimentos como: pães, bolos, bolachas, macarrão, coxinhas, quibes, pizzas, cervejas, whisky, vodka, etc., quando estes alimentos possuírem o glúten em sua composição ou processo de fabricação. Devido à exclusão total de alguns alimentos ricos em carboidrato e fibras, a dieta do Celíaco habitualmente é composta em sua maior parte de gorduras (margarina, manteigas, óleos, etc.) e proteínas (carne em geral) e em menor parte de carboidratos (massas sem glúten, açúcares, etc.). Todo Celíaco que não transgride a doença, tende a ter um aumento do peso corporal, e desta forma deve ter uma dieta equilibrada. Para tanto, deve diminuir a ingestão de proteínas, moderar o consumo de gorduras e aumentar o consumo de frutas, sucos naturais, verduras e legumes, tornando sua alimentação mais adequada e saudável.

GLÚTEN

É a principal proteína presente no Trigo, Aveia, Centeio, Cevada, e no Malte (subproduto da cevada), cereais amplamente utilizados na composição de alimentos, medicamentos, bebidas industrializadas, assim como cosméticos e outros produtos não ingerireis. Na verdade, o prejudicial e tóxico ao intestino do paciente intolerante ao glúten são “partes do glúten”, que recebem nomes diferentes para cada cereal. Vejamos: No Trigo é a Gliadina, na Cevada é a Hordeína, na Aveia é a Avenina e no Centeio é a Secalina. O Malte, muito questionado, é um produto da fermentação da cevada, portanto apresenta também uma fração de glúten. Os produtos que contenham malte, xarope de malte ou extrato de malte não devem ser consumidos pelos Celíacos. O glúten não desaparece quando os alimentos são assados ou cozidos, e por isto uma dieta deve ser seguida à risca. O Glúten agride e danifica as vilosidades do intestino delgado e prejudica a absorção dos alimentos.

Veja a mucosa do intestino delgado com as vilosidades atrofiadas:

Compare com a mucosa do intestino delgado com as vilosidades normais:

Sintomas mais comuns
O quadro clínico da doença se manifesta com e sem sintomas. No primeiro caso, há duas formas:

A CLÁSSICA

É freqüente na faixa pediátrica, surgindo entre o primeiro e terceiro ano de vida, ao introduzirmos alimentação à base de papinha de pão, sopinhas de macarrão e bolachas, entre outros industrializados com cereais proibidos. Caracteriza-se pela diarréia crônica, desnutrição com déficit do crescimento, anemia ferropriva não curável, emagrecimento e falta de apetite, distensão abdominal (barriga inchada), vômitos, dor abdominal, osteoporose, esterilidade, abortos de repetição, glúteos atrofiados, pernas e braços finos, apatia, desnutrição aguda que podem levar o paciente à morte na falta de diagnóstico e tratamento.

NÃO CLÁSSICA

Apresenta manifestações monossintomáticas, e as alterações gastrintestinais não chamam tanto a atenção. Pode ser, por exemplo, anemia resistente a ferroterapia, irritabilidade, fadiga, baixo ganho de peso e estatura, prisão de ventre, constipação intestinal crônica, manchas e alteração do esmalte dental, esterilidade e osteoporose antes da menopausa.

ASSINTOMÁTICA

E se não houver sintomas? Há ainda, a doença na forma assintomática. São realizados nestes casos, exames (marcadores sorológicos) em familiares de primeiro grau do celíaco, que têm mais chances de apresentar a doença (10%). Se não tratada a doença, podem surgir complicações como o câncer do intestino, anemia, osteoporose, abortos de repetição e esterilidade.

Na parte inferior desta página você encontrará algumas listas de alimentos industrializados que contém e que não contém glúten.

GRUPOS

PERMITIDOS

PROIBIDOS

Farinhas e Féculas (Cereais, Tubérculos e seus subprodutos, que encontramos em forma de pó.

As mais indicadas: Arroz, Batata, Milho e Mandioca.
Arroz = farinha de arroz, creme de arroz, arrozina, arroz integral em pó e seus derivados.
O creme de arroz não é um creme ou pasta, e sim um pó.
Milho = fubá, farinha, amido de milho (maisena), flocos, canjica e pipoca.
Batata = fécula ou farinha.
Mandioca ou Aipim = fécula ou farinha, como a tapioca, polvilho doce ou azedo.
Macarrão de cereais = arroz, milho e mandioca.
Cará, Inhame, Araruta, Sagu, Trigo sarraceno.

TRIGO = farinha, semolina, germe e farelo.
AVEIA = flocos e farinha. CENTEIO
CEVADA = farinha.
MALTE
Todos os produtos elaborados com os cereais citados acima

Bebidas

Sucos de frutas e vegetais naturais, refrigerantes e chás. Vinhos, champagnes, aguardentes e saquê. Cafés com selo ABIC.

Cerveja, whisky, vodka, gin, e ginger-ale. Ovomaltine, bebidas contendo malte, cafés misturados com cevada. Outras bebidas cuja composição não esteja clara no rótulo

Leites e derivados

Leite em pó, esterilizados (caixas tetrapack), leites integrais, desnatados e se mi desnatados. Leite condensado, cremes de leite, Yakult. Queijos frescos, tipo minas, ricota, parmesão. Pães de queijo. Para iogurte e requeijão, verifique observações nas embalagens.

Leites achocolatados que contenham malte ou extrato de malte, queijos fundidos, queijos preparados com cereais proibidos. Na dúvida ou ausência das informações corretas nas embalagens, não adquira o produto

Açúcares
Doces
Achocolatados

Açúcar de cana, mel, melado, rapadura, glucose de milho, malto-dextrina, dextrose, glicose. Geléias de fruta e de mocotó, doces e sorvetes caseiros preparados com alimentos permitidos. Achocolatados de cacau, balas e caramelos.

Para todos os casos, verifique as embalagens.

Carnes (boi, aves, porco, cabrito, rãs, etc. ), peixes e produtos do mar, ovos e Vísceras (fígado, coração)

Todas, incluindo presunto e lingüiça caseira

Patês enlatados, embutidos (salame, salaminho e algumas salsichas) Carnes à milanesa

Gorduras e óleos

Manteiga, margarina, banha de porco, gordura vegetal hidrogenada, óleos vegetais, azeite

Grãos

Feijão, broto de feijão, ervilha seca, lentilha, amendoim, grão de bico, soja (extrato protéico de soja, extrato hidrossolúvel de soja )

Extrato protéico vegetal,
Proteína vegetal hidrolisada

Hortaliças

Legumes e verduras: Todas

Condimentos

Sal, pimenta, cheiro-verde, erva, temperos caseiros, maionese caseira, vinagre fermentado de vinhos tinto e de arroz, glutamato monossódico (Ajinomoto)

Maionese, catchup, mostarda e temperos industrializados podem conter o glúten. Leia com muita atenção o rótulo.

QUAISQUER
ALIMENTOS

Leia atentamente os rótulos

Os proibidos devem ter a expressão CONTÉM GLÚTEN nos rótulos

FRUTAS

VARIEDADES

Todas são permitidas e pouco calóricas e nos oferecem sais minerais, vitaminas e carboidratos, além de grandes doses de vitamina.

Fonte: acelbra.org.br