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	<title>Nutricy &#187; mulher</title>
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	<description>Preservando a vida saudável</description>
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		<title>Alimenta&#231;&#227;o para aliviar a TPM</title>
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		<pubDate>Thu, 13 May 2010 12:04:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thaís Navarro Caldeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
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		<description><![CDATA[Algumas mulheres sofrem e muito com os sintomas da TPM (Tens&#227;o Pr&#233; Menstrual), e a alimenta&#231;&#227;o pode interferir bastante nesses sintomas. Esses sintomas desagrad&#225;veis acontecem devido a altera&#231;&#245;es hormonais onde pode ocorrer ganho de peso devido o aumento de apetite, incha&#231;o, irritabilidade, dores de cabe&#231;a e altera&#231;&#245;es de humor. Uma alimenta&#231;&#227;o rica em fibras, carboidratos, [...]]]></description>
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<div class="topsy_widget_data topsy_theme_brick-red" style="float: right;margin-left: 0.75em;"><script type="text/javascript" src="http://button.topsy.com/widget/retweet-big?url=http://nutricy.com/alimentacao-para-aliviar-a-tpm/&amp;shorturl=http://bit.ly/dchSKx&amp;title=Alimenta%C3%A7%C3%A3o+para+aliviar+a+TPM&amp;theme=brick-red&amp;nick=nutricy&amp;order=count,retweet,badge&amp;txt_tweet=tweet&amp;txt_retweet=Envie p/ Twitter"></script></div><p>Algumas mulheres sofrem e muito com os sintomas da TPM (Tens&atilde;o Pr&eacute; Menstrual), e a alimenta&ccedil;&atilde;o pode interferir bastante nesses sintomas.</p>
<p>Esses sintomas desagrad&aacute;veis acontecem devido a altera&ccedil;&otilde;es hormonais onde pode ocorrer ganho de peso devido o aumento de apetite, incha&ccedil;o, irritabilidade, dores de cabe&ccedil;a e altera&ccedil;&otilde;es de humor.</p>
<p>Uma alimenta&ccedil;&atilde;o rica em fibras, carboidratos, prote&iacute;nas e pouca gordura colaboram e muito na diminui&ccedil;&atilde;o desses sintomas.</p>
<p><img class="alignright size-full wp-image-719" style="border: 0pt none; margin: 5px;" title="TPM" src="http://nutricy.com/wp-content/uploads/2010/05/tpm2.jpg" alt="" width="250" height="395" />Alguns alimentos possuem como fun&ccedil;&atilde;o, liberar o excesso de estrog&ecirc;nio no corpo, que &eacute; o horm&ocirc;nio que em excesso ocasiona esses sintomas.</p>
<p>As fibras, presentes em frutas, verduras e gr&atilde;os integrais, como a semente de linha&ccedil;a auxilia no alivio dos sintomas, a recomenda&ccedil;&atilde;o &eacute; que se consuma uma colher (ch&aacute;) cheia por dia, acrescentado nas massas de tortas, p&atilde;es, biscoitos, bolos, vitaminas, saladas, granolas, iogurtes ou at&eacute; mesmo como tempero na salada.</p>
<p>A gordura da dieta deve ser substitu&iacute;da por gorduras vegetais, como &oacute;leo de canola, girassol, azeite e as castanhas, auxiliando na diminui&ccedil;&atilde;o do estrog&ecirc;nio.</p>
<p>Alimentos ricos em Omega-3 diminuem os sintomas de c&oacute;licas e sensibilidade nas mamas, as melhores fontes dessa gordura s&atilde;o encontradas nos peixes como atum e salm&atilde;o, nas castanhas, na semente de linha&ccedil;a e nos vegetais verdes escuros.</p>
<p>Reduzir a cafe&iacute;na e o &aacute;lcool da alimenta&ccedil;&atilde;o tamb&eacute;m &eacute; importante. A cafe&iacute;na contida no caf&eacute;, chocolates e alguns refrigerantes, aumentam a ansiedade e varia&ccedil;&atilde;o de humor, enquanto o &aacute;lcool pode provocar dores de cabe&ccedil;a, fadiga e depress&atilde;o.</p>
<p>O excesso de sal aumenta a reten&ccedil;&atilde;o de l&iacute;quidos, que tamb&eacute;m &eacute; comum nessa fase, diminua alimentos muito salgados, como embutidos (salsicha, ling&uuml;i&ccedil;a, salame, presunto).</p>
<p>&Eacute; muito importante a ingest&atilde;o de l&iacute;quidos, existem alguns ch&aacute;s e sucos aliviam e muito os sintomas, como sucos de lim&atilde;o, melancia, mel&atilde;o e o ch&aacute; de salsa e erva cidreira.</p>
<p>O agri&atilde;o e a escarola s&atilde;o folhas diur&eacute;ticas que auxiliam na diminui&ccedil;&atilde;o da reten&ccedil;&atilde;o de l&iacute;quidos, alimentos ricos em c&aacute;lcio, como leites e derivados, a couve e semente de gergelim tamb&eacute;m diminuem esse sintoma.</p>
<p>Com uma melhoria na alimenta&ccedil;&atilde;o e qualidade de vida no dia a dia e principalmente na fase de TPM, conseguimos diminuir os sintomas desagrad&aacute;veis.</p>


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		<title>Massagem facial japonesa</title>
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		<pubDate>Fri, 22 Jan 2010 14:00:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carla Bock</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vida Saudável]]></category>
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		<description><![CDATA[Com massagem facial made in Japan, voc&#234; melhora suas express&#245;es faciais e obt&#233;m uma pele lisa e agrad&#225;vel e isso podemos perceber muito bem no rosto das japonesas. As mulheres japonesas consideram a massagem facial parte do ritual de cuidados di&#225;rios. A raz&#227;o &#233; simples e o segredo est&#225; nas m&#227;os. Atrav&#233;s da press&#227;o constante [...]]]></description>
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<p>As mulheres japonesas consideram a massagem facial parte do ritual de cuidados di&aacute;rios. A raz&atilde;o &eacute; simples e o segredo est&aacute; nas m&atilde;os. Atrav&eacute;s da press&atilde;o constante em movimentos repetidos se dar&aacute; a oxigena&ccedil;&atilde;o da pele fazendo com que a atividade celular e os fluxos linf&aacute;ticos sejam estimulados. A longo prazo permitir&aacute; ainda a regenera&ccedil;&atilde;o da pele e dos tecidos que far&atilde;o transparecer uma pele saud&aacute;vel e firme. Assim, todos os dias ou, pelo menos tr&ecirc;s vezes por semana inclua um do-it-yourself no seu plano para massagem facial, e a pele assim se tornar&aacute; mais radiante e vital. Aqueles que associarem a massagem ao uso de um creme especial, ter&atilde;o duplos efeitos e resultados melhores ainda, pois o creme n&atilde;o penetrar&aacute; completamente e com os movimentos forma-se uma fina camada sobre a pele que permitir&aacute; um deslizamento suave dos dedos sobre seu rosto que deixar&aacute; sua pele mais macia.</p>
<p>Algumas subst&acirc;ncias ativas contidas no creme, atrav&eacute;s dos movimentos, penetrar&atilde;o profundamente nas camadas da pele. A escolha dos cremes depende da necessidade de cada pele que pode variar a cada massagem. O importante e perceber que a massagem s&oacute; pelo fato de e seus movimentos j&aacute; trar&aacute; &oacute;timos resultados quando aplicada conforme recomenda&ccedil;&atilde;o acima, a sintonia com o momento tamb&eacute;m &eacute; importante. O quadro abaixo mostra o passo a passo desse ritual e m&atilde;os a obra que a beleza n&atilde;o se preserva s&oacute; pela natureza, precisamos dar uma forcinha!</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://nutricy.com/wp-content/uploads/2010/01/massagem.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-533" title="Massagem" src="http://nutricy.com/wp-content/uploads/2010/01/massagem.jpg" alt="" width="400" height="496" /></a></p>


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</ul>

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		<title>Encontrado &quot;Vampiro&quot; em Escava&#231;&#227;o</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Mar 2009 00:03:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fagner Souza</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Esqueleto encontrado em uma vala em Veneza, pode ser o primeiro exemplo de um vampiro verdadeiro. Matteo Borrini da Universidade de Floren&#231;a, na It&#225;lia, encontrou um esqueleto de uma mulher com um pequeno tijolo na boca, enquanto fazia escava&#231;&#245;es em valas onde se encontravam v&#237;timas da peste da Idade M&#233;dia, em Veneza. Na regi&#227;o onde [...]]]></description>
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<p><a href="http://www.daylife.com/words/Matteo_Borrini" target="_blank">Matteo Borrini</a> da Universidade de Floren&ccedil;a, na It&aacute;lia, encontrou um esqueleto de uma mulher com um pequeno tijolo na boca, enquanto fazia escava&ccedil;&otilde;es em valas onde se encontravam v&iacute;timas da peste da Idade M&eacute;dia, em Veneza.</p>
<p>Na regi&atilde;o onde a mulher morreu, havia uma lenda que a praga tinha sido espalhada por vampiros. Ent&atilde;o eles colocavam tijolos nas bocas de suspeitos de vampiros para det&ecirc;-los, ao serem enterrados.</p>
<p>A cren&ccedil;a em vampiros provavelmente surgiu porque o sangue &eacute; expulso por vezes da boca dos mortos. Borrini, apresentou suas conclus&otilde;es em uma reuni&atilde;o da Academia Americana de Ci&ecirc;ncias Forenses, em Denver, Colorado. Afirma que este &eacute; o primeiro vampiro a ser encontrado. O esqueleto foi removido de uma vala de v&iacute;timas da peste de 1576.</p>
<p>Borrini diz que seu estudo detalha as primeiras amostras arqueol&oacute;gicas sobre o exorcismo contra vampiros.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://nutricy.com/wp-content/uploads/2009/03/vamp1.jpg" target="_blank"><img class="size-full wp-image-267 aligncenter" style="border: 0pt none; margin-top: 5px; margin-bottom: 5px;" title="Vampiro Escava&ccedil;&atilde;o" src="http://nutricy.com/wp-content/uploads/2009/03/vamp1.jpg" alt="Vampiro Escava&ccedil;&atilde;o" width="392" height="294" /></a></p>
<p style="text-align: left;"><a href="http://www.newscientist.com/article/mg20126985.200-vampire-discovered-in-mass-grave.html" target="_blank">Fonte</a>.</p>


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</ul>

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		<title>Enxaqueca X Qualidade de Vida</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Mar 2009 11:00:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carla Bock</dc:creator>
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<p>Tudo o que queremos &eacute; algo m&aacute;gico que nos liberte deste sofrimento da forma mais r&aacute;pida poss&iacute;vel, logo o uso de alternativas das mais variadas, com tend&ecirc;ncia a medicamentos fortes mas muitas vezes ainda ineficazes &agrave; longo prazo. Um mal que atinge milh&otilde;es de pessoas no mundo todo, s&oacute; no Brasil, segundo dados do hospital Israelita Albert Eistein em conjunto com a Sociedade  Brasileira de Cefal&eacute;ia, mostram que 15,2% da popula&ccedil;&atilde;o sofre desta dor, cerca de 27,3 milh&otilde;es de brasileiros, o que devemos observar &eacute; que apesar das in&uacute;meras cefal&eacute;ias existentes, geralmente de origem tensional, esta n&atilde;o &eacute; somente mais uma, com dor um pouco mais intensa, assim caracterizada pela maioria das pessoas, e sim um dist&uacute;rbio que causa dor puls&aacute;til local ou generalizada. A Organiza&ccedil;&atilde;o Mundial da Sa&uacute;de classifica-a entre as 20  doen&ccedil;as mais debilit&aacute;veis, equivalente a dem&ecirc;ncia, compromete a qualidade de vida de um n&uacute;mero significativo e cada vez maior de pessoas.</p>
<p>Ela aparece de forma leve e gradativamente vai se agravando, provocando press&atilde;o craniana, muitas vezes num &uacute;nico ponto como numas das t&ecirc;mporas ou ainda na parte central superior da cabe&ccedil;a, at&eacute; atingir a dor constante que vai de moderada a intensa, com latejos, “fisgadas” muito profundas levando ao lacrimejo dos olhos, dores no pesco&ccedil;o, n&aacute;useas, v&ocirc;mitos e tonturas. Chegando a comprometer parcialmente a vis&atilde;o, em casos mais graves com aura, ou seja, cria-se uma esp&eacute;cie de brisa ao redor dos objetos e afasia com dificuldade em encontrar palavras, situa&ccedil;&otilde;es que pioram com os movimentos, at&eacute; atingir a coordena&ccedil;&atilde;o. Pode durar de algumas horas a tr&ecirc;s dias, denominada cr&ocirc;nica ou se for semanas, epis&oacute;dica.</p>
<p>N&atilde;o tendo hora nem local para acometer os portadores, reage facilmente a est&iacute;mulos, dado a  hipersensibilidade do c&eacute;rebro, sua origem pode ser vari&aacute;vel, de um cheiro mais forte, como cosm&eacute;ticos, produtos de limpeza, dormir pouco, longos intervalos entre as refei&ccedil;&otilde;es, claridade intensa por longos per&iacute;odos, bebidas alco&oacute;licas, ciclo menstrual, sons muito agudos, calor para pessoas com press&atilde;o arterial, estresse da rotina, ansiedade, nervosismo e  da alimenta&ccedil;&atilde;o que inclua alimentos muito gordurosos principalmente frituras e doces em geral. Alguns pesquisadores acreditam que essa sensibilidade &eacute; hist&oacute;rica dentre os portadores, colocando em condi&ccedil;&atilde;o a hereditariedade.</p>
<p><img class="size-full wp-image-250 alignleft" style="border: 0pt none; margin-left: 5px; margin-right: 5px;" title="Cerebro Enxaqueca" src="http://nutricy.com/wp-content/uploads/2009/03/cabeca_enxaqueca.jpg" alt="Cerebro Enxaqueca" width="231" height="231" /></p>
<p>H&aacute; formas ainda restritas de tratamento eficaz da enxaqueca, sendo eles sintom&aacute;ticos e preventivos, ambos utilizam as drogas como coadjuvantes e por isso um m&eacute;dico deve ser consultado. Os sintom&aacute;ticos, partem dos sintomas para controlar e acabar com a dor, quando o paciente j&aacute; est&aacute; sentindo a mesma, ou seja, age diretamente no  dist&uacute;rbio j&aacute; existente. J&aacute; o m&eacute;todo preventivo, consiste no tratamento pr&eacute;vio e cont&iacute;nuo para permanecer sem dor, sendo este tratamento mais indicado em casos de enxaqueca frequente, pois atrav&eacute;s do uso de uma dose di&aacute;ria, faz o c&eacute;rebro produzir e receber a quantidade certa de uma determinada subst&acirc;ncia qu&iacute;mica, diminuindo a frequ&ecirc;ncia e intensidade da dor, uma certa “reeduca&ccedil;&atilde;o” do c&eacute;rebro.</p>
<p>H&aacute; v&aacute;rios tipos de medicamentos, o m&eacute;dico deve optar por um deles seguindo o hist&oacute;rico de cada paciente bem como os poss&iacute;veis efeitos colaterais. N&atilde;o h&aacute; f&oacute;rmula pronta, podem ser utilizados desde medicamentos antidepressivos, relaxantes musculares, para problemas circulat&oacute;rios ou de press&atilde;o arterial.  Nenhum deles causa depend&ecirc;ncia, pois h&aacute; 3 d&eacute;cadas descobriu-se que nem sempre a bula condiz com a utiliza&ccedil;&atilde;o pr&oacute;pria para o qual o medicamento foi desenvolvido, as doses s&atilde;o diferentes em casos de preven&ccedil;&atilde;o e o uso pode ser tempor&aacute;rio, dependo de cada caso. O uso cont&iacute;nuo de medicamentos n&atilde;o descarta a possibilidade da necessidade de medicamentos sintom&aacute;ticos em casos de crise, pois o tratamento preventivo &eacute; a longo prazo. Nem sempre o tratamento acaba totalmente com a doen&ccedil;a, mas as chances s&atilde;o grandes de que desapare&ccedil;a  por longos per&iacute;odos, j&aacute; em outros casos chega a ser eliminada.</p>
<p>No universo das pesquisas h&aacute; novas descobertas de tratamento, ainda que na sua maioria seja pela utiliza&ccedil;&atilde;o de drogas, &eacute; animador pela possibilidade de obter-se medicamentos que possam ser mais eficazes, e com menos efeitos secund&aacute;rios, como &eacute; o caso do “MK0974”, assim conhecido at&eacute; o momento, pois dever&aacute; surgir no mercado em 3 anos, apresentando uma redu&ccedil;&atilde;o da dor em at&eacute; 24 horas comparado a Triptanos utilizados no momento.</p>
<p>N&atilde;o podemos aqui descartar o uso por muitas pessoas, de analg&eacute;sicos comuns como paracetamol, por&eacute;m, quem &eacute; portador de enxaqueca sabe que, s&atilde;o raras as vezes que estas “boletas” s&atilde;o eficazes, por mais que seja no est&aacute;gio inicial da dor, mas tamb&eacute;m n&atilde;o deixam de ser uma alternativa, &eacute; um resultado que depende de cada circunst&acirc;ncia e indiv&iacute;duo.</p>
<p>A quest&atilde;o &eacute;, acabar com o sofrimento, com a dor, e para isso &eacute; importante procurar ajuda de profissionais o quanto antes, tanto de m&eacute;dicos atrav&eacute;s do uso de medicamentos, assim como usar terapias alternativas como: Yoga, relaxamento, acupuntura, massagens, compressas de gelo ou ch&aacute;s. Tudo atuando em conjunto pode trazer bons resultados e devolver a qualidade de vida bem como o bem-estar sem dor de cabe&ccedil;a. N&oacute;s  merecemos este al&iacute;vio.</p>


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		<title>Convivendo com Endometriose</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Feb 2009 15:00:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carla Bock</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A complexidade com que se apresenta o corpo da mulher, dada uma rotina repleta de afazeres, caracter&#237;stica da mulher moderna, sujeita-a fragilmente a diversos problemas de sa&#250;de, entre eles os ginecol&#243;gicos, indiferente ao quadro apresentado, que pode ser de gravidade moderada &#224; cr&#244;nica s&#227;o inevit&#225;veis os efeitos &#224; sens&#237;vel integridade feminina, corpo, mente e esp&#237;rito. [...]]]></description>
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<div class="topsy_widget_data topsy_theme_brick-red" style="float: right;margin-left: 0.75em;"><script type="text/javascript" src="http://button.topsy.com/widget/retweet-big?url=http://nutricy.com/convivendo-com-endometriose/&amp;title=Convivendo+com+Endometriose&amp;theme=brick-red&amp;nick=nutricy&amp;order=count,retweet,badge&amp;txt_tweet=tweet&amp;txt_retweet=Envie p/ Twitter"></script></div><p>A complexidade com que se apresenta o corpo da mulher, dada uma rotina repleta de afazeres, caracter&iacute;stica da mulher moderna, sujeita-a fragilmente a diversos problemas de sa&uacute;de, entre eles os ginecol&oacute;gicos, indiferente ao quadro apresentado, que pode ser de gravidade moderada &agrave; cr&ocirc;nica s&atilde;o inevit&aacute;veis os efeitos &agrave; sens&iacute;vel integridade feminina, corpo, mente e esp&iacute;rito. Diante da diversidade de doen&ccedil;as existentes, vou me ater a Endometriose.</p>
<p>Esta palavra quando mencionada pelos profissionais de sa&uacute;de &agrave;s mulheres, &eacute; motivo de medo, d&uacute;vidas e sentimento de impot&ecirc;ncia. Isso se deve ao fato de ser uma doen&ccedil;a sem causa comprovada, intrigante, com direito a funda&ccedil;&otilde;es e associa&ccedil;&otilde;es, divaga ainda somente sobre hip&oacute;teses e diagn&oacute;sticos os quais ressaltam a infertilidade como agravante. Somente isso j&aacute; &eacute; o bastante para acabar com muitas noites de sono de uma parcela significativa das mulheres no mundo todo.</p>
<p>Estatisticamente, sabe-se que cerca de 10% da popula&ccedil;&atilde;o feminina com idade entre 25 &agrave; 50 anos no mundo todo sofrem deste mal. O que elas t&ecirc;m em comum, s&atilde;o unicamente os sintomas, dor e infertilidade. Estudos afirmam que, <em>“Endometriose &eacute; uma doen&ccedil;a que acomete mulheres em per&iacute;odo reprodutivo, que consiste na presen&ccedil;a de endom&eacute;trio em locais fora do &uacute;tero”</em>, <a href="http://www.saudevidaonline.com.br/artigo24.htm" target="_blank">fonte</a>.</p>
<p>Endom&eacute;trio que &eacute; a camada que reveste internamente o &uacute;tero e recebe a fertiliza&ccedil;&atilde;o, renovando-se a cada menstrua&ccedil;&atilde;o. Este tecido, tamb&eacute;m chamado de foco, &eacute; encontrados com frequ&ecirc;ncia na regi&atilde;o sobre os ov&aacute;rios, em alguns casos se desenvolvem na regi&atilde;o abdominal, como na superf&iacute;cie externa do intestino grosso e delgado, ureteres e na bexiga, podem aparecer focos em cicatrizes cir&uacute;rgicas presentes nessa regi&atilde;o. Este tecido funciona fora, como se estivessem dentro do &uacute;tero, ocasionando hemorragias durante a menstrua&ccedil;&atilde;o, em &uacute;ltimos casos podem afetar ou inferir no funcionamento dos &oacute;rg&atilde;os citados. N&atilde;o &eacute; uma doen&ccedil;a transmiss&iacute;vel nem contagiosa, mas tamb&eacute;m n&atilde;o h&aacute; preven&ccedil;&atilde;o para ela.</p>
<p>Em geral os sintomas s&atilde;o, dores na regi&atilde;o p&eacute;lvica, c&oacute;licas intensas e irregularidades no ciclo menstrual, c&acirc;imbras abdominais, dores na rela&ccedil;&atilde;o sexual e infertilidade. Conforme dados coletados: 20% das mulheres tem dor, 60% tem dor e infertilidade e 20% somente infertilidade. A incoer&ecirc;ncia entre sintomas e est&aacute;gio da doen&ccedil;a pode existir, logo, podem aparecer muitos focos, poucos sintomas e um quadro avan&ccedil;ado de doen&ccedil;a, ou ainda, poucos focos, muitos sintomas num est&aacute;gio inicial de doen&ccedil;a. &Eacute; comum entre as mulheres que procuram aux&iacute;lio m&eacute;dico, apresentarem cansa&ccedil;o, altera&ccedil;&otilde;es de humor, depress&atilde;o e tens&atilde;o pr&eacute;-menstrual, em decorr&ecirc;ncia do desgaste f&iacute;sico e mental, ocasionado pelas dores cont&iacute;nuas, desconforto abdominal e at&eacute; problemas conjugais.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-209" style="border: 0pt none;" title="Endometriose" src="http://nutricy.com/wp-content/uploads/2009/02/endometriose2.jpg" alt="Endometriose" width="409" height="314" /></p>
<p>As causas, ainda s&atilde;o uma grande inc&oacute;gnita para todos os especialistas da &aacute;rea. Teorias somente revelam que c&eacute;lulas da camada interna do &uacute;tero s&atilde;o eliminadas a cada menstrua&ccedil;&atilde;o e se alocam na regi&atilde;o abdominal. Numa hip&oacute;tese mais ousada, sugerem ser de origem heredit&aacute;ria. O mais preocupante &eacute; que h&aacute; poucos recursos que podem comprovar a real presen&ccedil;a da doen&ccedil;a bem como a quadro em que ela pode se encontrar, normalmente s&atilde;o realizados v&aacute;rios exames ginecol&oacute;gicos entre eles o ultra – som endovaginal e outros exames que descartam outros tipos de doen&ccedil;as, al&eacute;m do exame do toque, este que deve merecer aten&ccedil;&atilde;o especial por parte do profissional, considerando sempre os sintomas comuns, depois disso &eacute; pass&iacute;vel concluir que pode ser Endometriose, mas isso s&oacute; &eacute;  confirmado atrav&eacute;s de procedimentos com incis&atilde;o para maior precis&atilde;o e revers&atilde;o do quadro.</p>
<p>Depois de diagnosticado cuidadosamente o caso, o tratamento a ser seguido, deve partir de uma decis&atilde;o entre paciente e m&eacute;dico de forma consciente, com aten&ccedil;&atilde;o especial &agrave;s mulheres que querem engravidar. Dentre os procedimentos, h&aacute; as cirurgias, sendo a mais comum a videolaparoscopia, a qual requer de anestesia geral, e a paciente recebe duas a tr&ecirc;s incis&otilde;es sendo uma delas logo abaixo do umbigo, ap&oacute;s s&atilde;o “queimados” os  focos encontrados. Tamb&eacute;m &eacute; comum o uso de medicamentos como p&iacute;lulas anticoncepcionais cont&iacute;nuas, implante ou DIU. Nestes casos como forma de prevenir a prolifera&ccedil;&atilde;o e reinstala&ccedil;&atilde;o do tecido,  pois ocorre a interrup&ccedil;&atilde;o do ciclo menstrual. N&atilde;o havendo sangramentos n&atilde;o h&aacute; refluxo, ou seja, o sangue n&atilde;o sobe pelas trompas evitando assim sua instala&ccedil;&atilde;o em outros pontos e &oacute;rg&atilde;os. Ainda h&aacute; um dilema sobre o uso de contraceptivos cont&iacute;nuos, e isso &eacute; aceit&aacute;vel diante da rela&ccedil;&atilde;o evolu&ccedil;&atilde;o cient&iacute;fica e cultura tradicional, mas h&aacute; outras formas de preven&ccedil;&atilde;o e controle da Endometriose o importante &eacute; que seja adotado um deles, atrav&eacute;s do devido acompanhamento m&eacute;dico, respeitando a vontade, decis&atilde;o e adapta&ccedil;&atilde;o de cada mulher.</p>
<p>Partindo do respeito ao nosso pr&oacute;prio corpo e da d&aacute;diva que nos foi dada para sermos m&atilde;es, n&oacute;s mulheres temos o dever de cuidar bem dele, respeitando seus limites e de nos atentarmos quando ele nos alerta de que algo n&atilde;o est&aacute; bem, observe-se diariamente, n&atilde;o  deixe passar despercebida uma dor, que diante do cansa&ccedil;o e rigidez &agrave;s sensa&ccedil;&otilde;es, pode ser considerada “normal”. Procure profissionais competentes, fazendo ao menos os exames peri&oacute;dicos e tenha um acompanhamento m&eacute;dico continuo, podendo assim perceber que a Endometriose n&atilde;o deve ser t&atilde;o temida assim, ela &eacute; revers&iacute;vel quando diagnosticada a tempo e os tratamentos n&atilde;o s&atilde;o dolorosos, por isso mais uma vez falo como mulher e portadora, &agrave; todas as mulheres: Ame e cuide-se a sa&uacute;de &eacute; vital.</p>


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		<title>Sono: Um Bem Necess&#225;rio</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Oct 2007 03:05:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciana Silveira Ferreira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nosso corpo &#233; uma m&#225;quina que est&#225; em constante atividade, at&#233; mesmo durante o sono, pois rea&#231;&#245;es de libera&#231;&#227;o de horm&#244;nios ocorrem nesse per&#237;odo de descanso e nosso c&#233;rebro continua ativo enquanto dormimos. Durante as d&#233;cadas de 70 e 80, acreditava-se que dormir apenas cinco horas por noite era o suficiente para repor as energias [...]]]></description>
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<p>Cientistas e m&eacute;dicos revelam que &eacute; durante o sono que o organismo produz os horm&ocirc;nios do crescimento que possibilitam o rejuvenescimento e a renova&ccedil;&atilde;o celular. O sono &eacute; fundamental para que possamos memorizar acontecimentos do dia-a-dia, refor&ccedil;ando assim o que foi aprendido e sendo pe&ccedil;a chave na aprendizagem.</p>
<p align="center"><img src="http://pelasaude.com/bioqualidade/files/ciclo_sonhos.gif" border="0" alt="Ciclo do Sono" hspace="5" vspace="5" /></p>
<p>Pesquisas feita pelos israelenses Dov Sagi e Avi Karni, em 1993, e confirmadas pelos norte-americanos Allan Hobson e Robert Stickgold, comprovaram que o sono profundo, durante a primeira metade da noite, &eacute; essencial para a consolida&ccedil;&atilde;o do aprendizado.</p>
<p>M&ocirc;nica Andersen, biom&eacute;dica da Universidade Federal de S&atilde;o Paulo (Unifesp), acompanhou o comportamento de ratos mantidos acordados por quatro dias seguidos, sendo seu objetivo inicial investigar a origem da agressividade e da agita&ccedil;&atilde;o decorrentes da falta de sono. A partir dos experimentos, M&ocirc;nica observou alguns aspectos curiosos, no qual os ratos passaram a ter ere&ccedil;&atilde;o espont&acirc;nea mesmo sem nenhuma rata por perto, isso porque a priva&ccedil;&atilde;o do sono afeta o funcionamento do sistema nervoso a uma &aacute;rea associada ao prazer. Al&eacute;m disso, M&ocirc;nica testou se drogas como coca&iacute;na, maconha e as anfetaminas de fato melhoram o desempenho sexual, como dizem seus usu&aacute;rios. De fato houve um aumento no n&uacute;mero de ere&ccedil;&otilde;es nos ratos, mas isso s&oacute; &eacute; aparentemente ben&eacute;fico, pois o uso cont&iacute;nuo de coca&iacute;na causa impot&ecirc;ncia sexual e a priva&ccedil;&atilde;o prolongada do sono gera um desequil&iacute;brio bioqu&iacute;mico no organismo capaz de levar &agrave; morte.</p>
<p><img src="http://pelasaude.com/bioqualidade/files/insonia.jpg" border="0" alt="Insonia" hspace="5" vspace="5" align="right" />A dor tamb&eacute;m interfere de maneira significativa no sono. De acordo com a m&eacute;dica reumatologista Suely Roizenblatt, a rela&ccedil;&atilde;o entre dor e qualidade do sono &eacute; uma via de m&atilde;o dupla: a dor pode atrapalhar o sono, mas as altera&ccedil;&otilde;es no sono tamb&eacute;m parecem aumentar a sensibilidade &agrave; dor. Em ambos os casos, o resultado &eacute; sempre uma intensa sensa&ccedil;&atilde;o de cansa&ccedil;o durante o dia seguinte, mesmo que a pessoa tenha dormido um n&uacute;mero de horas suficiente para repor as energias.</p>
<p>Em situa&ccedil;&otilde;es de estresse, como, por exemplo, dias tumultuados no trabalho, acaba prejudicando o organismo de maneira que este reage atrav&eacute;s de uma r&aacute;pida libera&ccedil;&atilde;o de cortic&oacute;ides, horm&ocirc;nios que aceleram a produ&ccedil;&atilde;o de energia e ajudam a manter o corpo em alerta. Isso nos ajuda a entender porque as pessoas ficam sonolentas no dia seguinte &agrave;quele em que enfrentaram uma situa&ccedil;&atilde;o estressante. Uma noite mal dormida ecoa por todo o corpo e podem provocar les&otilde;es em alguns &oacute;rg&atilde;os, como o f&iacute;gado e cora&ccedil;&atilde;o.</p>
<p><strong>Ser&aacute; a qualidade do sono transmitida hereditariamente?</strong></p>
<p>Segundo cientistas da Universidade de Lausanne, na Su&iacute;&ccedil;a, isso &eacute; ver&iacute;dico, pois identificaram pela primeira vez um gene relativo ao “sono normal”, publicado na revista Science. Os pesquisadores tamb&eacute;m estabeleceram que a vitamina A influi na qualidade do sono, embora n&atilde;o tenha sido poss&iacute;vel determinar se &eacute; o seu excesso ou sua falta que perturba o sono.</p>
<p>A equipe de cientistas estudou em ratos a atividade delta, que mede a profundidade do sono mediante um eletroencefalograma. No ser humano, esta atividade diminui com a idade, o que explica por que as crian&ccedil;as dormem profundamente e se recuperam durante o sono, enquanto em geral os idosos n&atilde;o dormem t&atilde;o bem.</p>
<p>O estudo feito em ratos prova que o excesso de vitamina A &eacute; ruim para o sono, mas os cientistas ignoram as conseq&uuml;&ecirc;ncias da falta desta vitamina no organismo. &#8220;N&oacute;s n&atilde;o sabemos exatamente qual &eacute; a taxa necess&aacute;ria&#8221;, admitiu o pesquisador Mehdi Tafti, l&iacute;der do estudo. Ele lembrou que a vitamina A pode ser t&oacute;xica, sobretudo para as mulheres gr&aacute;vidas.</p>
<p>Atrav&eacute;s desses estudos, conclui-se que a qualidade do sono interfere de maneira significativa no nosso organismo, tanto podemos nos beneficiar se tivermos uma qualidade saud&aacute;vel de sono ou nos prejudicar se passarmos por noites mal dormidas. Portanto, devemos nos dar ao luxo de pelo menos 8 horas nos desligarmos de tudo e deixar que somente os sonhos interfiram na nossa noite.</p>
<p align="center">
<p align="center"><img src="http://pelasaude.com/bioqualidade/files/dom_quixote.jpg" border="0" alt="Dom Quixote" hspace="5" vspace="5" align="middle" /></p>
<p align="center"><span style="color: #333333;"><em>&#8220;Deus aben&ccedil;oe o inventor do sono, a capa que cobre os pensamentos do homem&#8230;o peso que nivela o servo com o rei e o simples com o s&aacute;bio.&#8221; </em></span></p>
<p align="right"><span style="color: #333333;">Miguel de Cervantes (Dom Quixote)</span></p>


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		<title>Alergia e intoler&#226;ncia ao leite de vaca</title>
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		<pubDate>Wed, 23 May 2007 02:16:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fagner Souza</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O leite materno, sem d&#250;vida, &#233; a melhor op&#231;&#227;o para a alimenta&#231;&#227;o de lactentes. As vantagens do aleitamento materno s&#227;o indiscut&#237;veis, incluindo as imunol&#243;gicas, nutricionais, fisiol&#243;gicas, odontol&#243;gicas, e psicol&#243;gicas. Este texto tem o objetivo de ajudar no esclarecimento de algumas informa&#231;&#245;es importantes para as pessoas interessadas pelos problemas que a intoler&#226;ncia &#224; lactose e a [...]]]></description>
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<div class="topsy_widget_data topsy_theme_brick-red" style="float: right;margin-left: 0.75em;"><script type="text/javascript" src="http://button.topsy.com/widget/retweet-big?url=http://nutricy.com/alergia-e-intolerancia-ao-leite-de-vaca/&amp;shorturl=http://bit.ly/dgLnZK&amp;title=Alergia+e+intoler%26%23226%3Bncia+ao+leite+de+vaca&amp;theme=brick-red&amp;nick=nutricy&amp;order=count,retweet,badge&amp;txt_tweet=tweet&amp;txt_retweet=Envie p/ Twitter"></script></div><p>O leite materno, sem d&uacute;vida, &eacute; a melhor op&ccedil;&atilde;o para a alimenta&ccedil;&atilde;o de lactentes. As vantagens do aleitamento materno s&atilde;o indiscut&iacute;veis, incluindo as imunol&oacute;gicas, nutricionais, fisiol&oacute;gicas, odontol&oacute;gicas, e psicol&oacute;gicas.</p>
<p>Este texto tem o objetivo de ajudar no esclarecimento de algumas informa&ccedil;&otilde;es importantes para as pessoas interessadas pelos problemas que a intoler&acirc;ncia &agrave; lactose e a alergia &agrave;s prote&iacute;nas do leite podem trazer para a sa&uacute;de humana.</p>
<p><strong>O que &eacute; alergia a prote&iacute;nas do leite?</strong></p>
<p>A alergia &agrave;s prote&iacute;nas envolve princ&iacute;pios completamente diferentes da intoler&acirc;ncia &agrave; lactose. N&atilde;o existe alergia &agrave; lactose, pois, sendo um a&ccedil;&uacute;car, a lactose n&atilde;o apresenta alergenicidade. Diversas prote&iacute;nas podem causar alergia, incluindo as do leite, do ovo, do trigo e do amendoim, dentre outras. Entretanto as prote&iacute;nas do leite e as do ovo s&atilde;o as que causam maiores problemas &agrave;s crian&ccedil;as de pouca idade.</p>
<p>Nas prote&iacute;nas do leite existem mais de 30 s&iacute;tios alerg&ecirc;nicos, que podem causar problemas. O que ocorre na alergia &eacute; a produ&ccedil;&atilde;o de grandes quantidades de imunoglobulinas contra os s&iacute;tios alerg&ecirc;nicos, causando rea&ccedil;&otilde;es as mais diversas.</p>
<p><a title="leite" href="http://www.nutricy.com.br/wp-content/uploads/leite_hordenhado.jpg"><img class="alignleft" style="border: 0; float: left; margin: 5px;" title="leite" src="http://www.nutricy.com.br/wp-content/uploads/leite_hordenhado.jpg" border="0" alt="leite" hspace="5" vspace="5" width="244" height="239" /></a></p>
<p>No caso da alergia, &eacute; muito dif&iacute;cil mudar os s&iacute;tios ativos das prote&iacute;nas, tornando-os inativos. A melhor forma &eacute; eliminar da alimenta&ccedil;&atilde;o as prote&iacute;nas que cont&ecirc;m os s&iacute;tios alerg&ecirc;nicos ativos. Em alguns casos, ocorre tamb&eacute;m o que se chama de alergia cruzada, ou seja, os s&iacute;tios alerg&ecirc;nicos ocorrem tamb&eacute;m em prote&iacute;nas de outros alimentos, al&eacute;m do leite de vaca.</p>
<p>A alergia verdadeira &eacute; uma rea&ccedil;&atilde;o envolvendo o sistema imunol&oacute;gico do corpo, com forma&ccedil;&atilde;o de anticorpos nas c&eacute;lulas brancas do sangue. O sistema imunol&oacute;gico combate os invasores estranhos ao corpo usando os anticorpos. Quando esses invasores s&atilde;o bact&eacute;rias e v&iacute;rus perigosos, a resposta imunol&oacute;gica &eacute; necess&aacute;ria e desej&aacute;vel. No caso da alergia &agrave;s prote&iacute;nas do leite, por outro lado, a resposta imunol&oacute;gica seria desnecess&aacute;ria, al&eacute;m de causar diversos problemas.</p>
<p><strong> Como ocorre a intoler&acirc;ncia &agrave; lactose ?</strong></p>
<p>A intoler&acirc;ncia &agrave; lactose ocorre devido &agrave; inabilidade para digerir quantidades significativas do a&ccedil;&uacute;car do leite, a lactose. Esta inabilidade resulta da falta de quantidade suficiente de uma enzima (lactase) no interior das vilosidades do intestino (dobras internas do intestino). Este problema ocorre com cerca de 25% dos brasileiros.</p>
<p>Nestes casos, as pessoas n&atilde;o podem consumir a lactose, pois ela n&atilde;o &eacute; hidrolisada pela enzima lactase chegando-se &agrave; glicose e &agrave; galactose (seus constituintes). Em conseq&uuml;&ecirc;ncia n&atilde;o consegue atravessar a parede intestinal para ir para a corrente sang&uuml;&iacute;nea.</p>
<p>A lactose, ent&atilde;o, continua dentro do intestino e chega ao intestino grosso, onde &eacute; fermentada por bact&eacute;rias, produzindo &aacute;cido l&aacute;tico e gases (g&aacute;s carb&ocirc;nico e o hidrog&ecirc;nio, que &eacute; usado nos testes de determina&ccedil;&atilde;o de intoler&acirc;ncia &agrave; lactose). A presen&ccedil;a de lactose e destes compostos nas fezes no intestino grosso aumenta a press&atilde;o osm&oacute;tica e drena &aacute;gua do corpo, causando a diarr&eacute;ia &aacute;cida e gasosa.<br />
A intoler&acirc;ncia &agrave; lactose n&atilde;o envolve o sistema imunol&oacute;gico e os problemas s&atilde;o causados pela inabilidade de digest&atilde;o da lactose. A intoler&acirc;ncia &agrave; lactose s&oacute; apresenta os sintomas de dores abdominais, diarr&eacute;ia &aacute;cida e gases.</p>
<p><strong>&Eacute; muito comum a alergia &agrave;s prote&iacute;nas do leite?</strong></p>
<p>A alergia ao leite de vaca &eacute; uma das alergias mais comuns em crian&ccedil;as, talvez porque o leite de vaca usualmente &eacute; o ve&iacute;culo para a primeira prote&iacute;na estranha ser introduzida no est&ocirc;mago das crian&ccedil;as.<br />
Nos adultos, a alergia pode ser considerada rara, parecendo ser mais comum em mulheres. Entretanto, pessoas de todas as idades podem apresentar alergia &agrave;s prote&iacute;nas do leite de vaca pela primeira vez, desde a adolesc&ecirc;ncia at&eacute; a idade adulta.</p>
<p>Embora o leite de vaca esteja implicado com problemas de alergia, cerca de 50% das crian&ccedil;as apresentam alergia simult&acirc;nea &agrave;s prote&iacute;nas de outros alimentos, incluindo ovos, soja, amendoim, achocolatados, laranja, peixes e trigo. Cerca de 50 a 80 % das crian&ccedil;as que apresentam alergia ao leite tamb&eacute;m podem apresentar alergia a inalantes alerg&ecirc;nicos, como p&oacute;len, p&ecirc;los (de gato por exemplo), mofo, poeira de carpetes etc.</p>
<p><strong>Por que a alergia ao leite &eacute; maior na inf&acirc;ncia?</strong></p>
<p>A alergia surge basicamente devido a dois fatores: predisposi&ccedil;&atilde;o gen&eacute;tica (do pai ou da m&atilde;e) e introdu&ccedil;&atilde;o de alimentos potencialmente alerg&ecirc;nicos antes dos seis meses de vida.<br />
Quando nascem, os beb&ecirc;s t&ecirc;m um sistema imunol&oacute;gico imaturo e dependem muito dos anticorpos do leite da m&atilde;e. O sistema digestivo n&atilde;o est&aacute; preparado para subst&acirc;ncias que n&atilde;o venham do leite da m&atilde;e. O fator principal que causa a alergia &eacute; a introdu&ccedil;&atilde;o precoce na alimenta&ccedil;&atilde;o de subst&acirc;ncias que causam alergias.</p>
<p><strong>Quais s&atilde;o os sintomas da alergia ao leite ?</strong></p>
<p>Diagnosticar alergia &agrave;s prote&iacute;nas dos alimentos requer muitas an&aacute;lises por parte dos m&eacute;dicos. A alergia pode ocorrer em mais de um alimento e os sintomas s&atilde;o os mais diversos. Isto torna dif&iacute;cil distinguir se os sintomas s&atilde;o devidos &agrave; alergia ao alimento ou a outros problemas.</p>
<p><strong>Os sintomas da alergia podem ser classificados em seis tipos:</strong></p>
<p>Geralmente, mais de um sistema do corpo est&atilde;o envolvidos nas rea&ccedil;&otilde;es al&eacute;rgicas. Os sintomas gastrointestinais s&atilde;o os mais comuns. Como pode ser observado, as rea&ccedil;&otilde;es realmente s&atilde;o muito diversas, dependendo de cada caso. Os sintomas da alergia podem surgir imediatamente ou at&eacute; v&aacute;rias horas ou dias ap&oacute;s a ingest&atilde;o do alimento.</p>
<p>Tipo 1 – Os sintomas iniciam dentro de 45 minutos da ingest&atilde;o de pequenas quantidades do alimento, causando principalmente problemas na pele, eczema e urtic&aacute;ria. Pode tamb&eacute;m apresentar problemas respirat&oacute;rios (nariz escorrendo, chiado etc.) ou gastrointestinais (v&ocirc;mito e diarr&eacute;ia). Estas crian&ccedil;as normalmente t&ecirc;m concentra&ccedil;&atilde;o de IgE elevada.</p>
<p>Tipo 2 – Os sintomas iniciam diversas horas ap&oacute;s a ingest&atilde;o, Apresentando, principalmente,sintomas de v&ocirc;mito e diarr&eacute;ia.</p>
<p>Tipo 3 – Os sintomas aparecem depois de 20 horas, ou at&eacute; mesmo dias, ap&oacute;s a ingest&atilde;o,incluindo diarr&eacute;ia, com ou sem rea&ccedil;&otilde;es respirat&oacute;rias ou na pele.</p>
<p>A alergia que se manifesta rapidamente tende a ser facilmente diagnosticada e &eacute; detectada no teste da pele. Por outro lado, a alergia que se manifesta muito depois da ingest&atilde;o n&atilde;o &eacute; facilmente diagnosticada e tende a produzir doen&ccedil;as cr&ocirc;nicas que. &agrave;s vezes, n&atilde;o s&atilde;o relacionadas facilmente com sua causa.<br />
O diagn&oacute;stico preciso, feito por um profissional, &eacute; essencial para que a causa seja determinada.</p>
<p><strong>Qual &eacute; o tratamento para a alergia ao leite?</strong></p>
<p>Quando uma crian&ccedil;a apresenta sintomas de alergia a prote&iacute;nas do leite, pode-se tomar diversas decis&otilde;es, dependendo da gravidade do caso. Em crian&ccedil;as com poucos meses de vida, &eacute; muito dif&iacute;cil tomar decis&otilde;es mais arriscadas (como experimentar outros alimentos), devido ao grande risco de problemas mais graves. Se a crian&ccedil;a estiver apresentando alergia ao leite materno &eacute; poss&iacute;vel, sob supervis&atilde;o m&eacute;dica, retirar todos os alimentos que cont&ecirc;m leite (leite, queijos, iogurte, etc.) da alimenta&ccedil;&atilde;o da m&atilde;e. Isto em raz&atilde;o de alguns segmentos de prote&iacute;nas que tem s&iacute;tios alerg&ecirc;nicos ativos poderem estar passando para o leite materno. Neste caso, deve-se complementar a alimenta&ccedil;&atilde;o da m&atilde;e com produtos ricos em c&aacute;lcio, em prote&iacute;nas de boa qualidade, em vitaminas etc., para evitar outros problemas. Durante a gesta&ccedil;&atilde;o, n&atilde;o &eacute; necess&aacute;rio que a m&atilde;e fa&ccedil;a restri&ccedil;&atilde;o da dieta devido a poss&iacute;veis problemas al&eacute;rgicos futuros.</p>
<p>Quando a alergia for diagnosticada, o alimento que a est&aacute; causando deve ser eliminado da alimenta&ccedil;&atilde;o da crian&ccedil;a. &Eacute; importante observar que, em alguns casos, a pr&oacute;pria m&atilde;e pode estar consumindo as prote&iacute;nas com s&iacute;tios alerg&ecirc;nicos, e passando-os para o pr&oacute;prio leite. Neste caso, deve-se eliminar estes produtos da alimenta&ccedil;&atilde;o da m&atilde;e. Esta &eacute; uma decis&atilde;o muito s&eacute;ria e n&atilde;o deve ser tomada sem que haja uma certeza da causa do problema, pois o leite &eacute; um excelente alimento para as m&atilde;es em lacta&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>Se o leite de vaca na alimenta&ccedil;&atilde;o da m&atilde;e for o problema, a m&atilde;e deve ler os r&oacute;tulos dos alimentos, pois mesmo uma pequena quantidade de prote&iacute;nas do leite pode causar problemas. Produtos como margarina, biscoitos, produtos de confeitarias, carne processada (salame, cachorro quente) etc., podem conter leite. Se n&atilde;o houver melhoras, outras causas do problema devem ser investigadas pelo pediatra.</p>
<p>&Eacute; importante que todos os sintomas e os alimentos consumidos sejam registrados em um livro pr&oacute;prio, incluindo a hora da ingest&atilde;o e do aparecimento dos sintomas, para auxiliar os m&eacute;dicos na identifica&ccedil;&atilde;o dos alimentos envolvidos na alergia.</p>
<p>Se a retirada dos alimentos &agrave; base de leite da alimenta&ccedil;&atilde;o da m&atilde;e que est&aacute; amamentando n&atilde;o resolver o problema, deve-se ent&atilde;o tomar outras provid&ecirc;ncias. Se a crian&ccedil;a for muito nova, deve-se passar para um formulado onde todas as prote&iacute;nas foram extensivamente hidrolisadas. Existem diversos produtos no mercado, incluindo o Alfare (Nestl&eacute;), Pregestimil (Mead Johnson), e Nutramigen (Mead Johnson), que s&atilde;o considerados hipoalerg&ecirc;nicos (baixa probabilidade de provocar alergias), e podem ser encontrados em muitas farm&aacute;cias. Entretanto, eles t&ecirc;m custo elevado e gosto desagrad&aacute;vel. Mas t&ecirc;m grande probabilidade de resolver o problema de alergia na maioria dos casos.</p>
<p><strong>A alergia ao leite pode ser prevenida ou postergada?</strong></p>
<p>Em crian&ccedil;as com mais de cerca de 2 anos, se o pediatra recomendar,<br />
pode-se experimentar alguns alimentos por alguns dias, observando os sintomas com muito cuidado para evitar problemas mais graves. Se os sintomas aparecerem, deve-se interromper imediatamente a alimenta&ccedil;&atilde;o com estes produtos. A ordem que normalmente &eacute; usada &eacute; a seguinte:</p>
<p>- Primeiro, trocar o leite de vaca por leite de cabra, pois o leite de cabra apresenta uns dois ou tr&ecirc;s s&iacute;tios alerg&ecirc;nicos diferentes do leite de vaca. Se, por sorte, a rea&ccedil;&atilde;o al&eacute;rgica for contra um destes s&iacute;tios o problema est&aacute; resolvido. As chances de sucesso s&atilde;o de cerca de 10%.</p>
<p>- Se o leite de cabra n&atilde;o resolver, tentar, ent&atilde;o, o leite de soja. Este apresenta diferen&ccedil;as quando comparado ao leite de cabra e as chances da alergia acabar s&atilde;o maiores, estando em torno de 50 %. Neste caso, deve-se usar leite de soja enriquecido ou complementar a alimenta&ccedil;&atilde;o com sais minerais e vitaminas. O leite de soja pode ser uma op&ccedil;&atilde;o para ser usada em crian&ccedil;as com rea&ccedil;&otilde;es al&eacute;rgicas mediadas pela IgE, mas n&atilde;o pelas outras rea&ccedil;&otilde;es al&eacute;rgicas.</p>
<p>- Caso o leite de soja n&atilde;o resolva o problema, pode-se tentar formulados de prote&iacute;nas parcialmente hidrolisadas (Nan-HA, por exemplo), devido ao seu menor custo em rela&ccedil;&atilde;o aos formulados com prote&iacute;nas extensivamente hidrolisadas. A alergenicidade do formulado com prote&iacute;na parcialmente hidrolisada varia e, em muitos casos, as rea&ccedil;&otilde;es al&eacute;rgicas podem n&atilde;o ser evitadas. Desta forma, os formulados com prote&iacute;nas parcialmente hidrolisadas n&atilde;o deve ser experimentado em crian&ccedil;as de alto risco, com idade at&eacute; de 12 meses, apresentando alergia &agrave; prote&iacute;nas do leite. Alguns formulados com prote&iacute;nas parcialmente hidrolisadas cont&ecirc;m lactose, devendo ser evitados por crian&ccedil;as com intoler&acirc;ncia &agrave; lactose. Deve-se tomar muito cuidado com formulados com prote&iacute;nas parcialmente hidrolisadas, pois v&aacute;rios casos de choque anafil&aacute;tico j&aacute; ocorreram nos EUA com esse produto.</p>
<p>- Quando todos os produtos anteriores apresentarem problemas, pode-se usar os formulados com prote&iacute;nas extensivamente hidrolisadas, pois eles apresentam poucos problemas de alergia, e t&ecirc;m sido usados com sucesso na maioria dos casos de alergia a prote&iacute;nas.</p>
<p>- Finalmente, pode-se usar um formulado contendo um complexo de amino&aacute;cidos, que &eacute; recomendado para os casos extremos de alergia (Neocate).</p>
<p><strong>Quais s&atilde;o os perigos de remover o leite de vaca da dieta?</strong></p>
<p>A elimina&ccedil;&atilde;o do leite e outros produtos de latic&iacute;nios da dieta pode resultar em nutri&ccedil;&atilde;o inadequada, a menos que substitutos apropriados sejam utilizados. Cerca de 70 % do c&aacute;lcio da alimenta&ccedil;&atilde;o humana v&ecirc;m do leite e de derivados. Al&eacute;m disso, o leite tamb&eacute;m contribui com prote&iacute;nas de &oacute;tima qualidade, diversas vitaminas e energia.</p>
<p>As crian&ccedil;as geralmente deixam de ser al&eacute;rgicas ao leite at&eacute; cerca de seis anos. Neste caso, os produtos de latic&iacute;nios devem ser tentativamente reintroduzidos na dieta a cada 6-12 meses, sob supervis&atilde;o m&eacute;dica, para reduzir ao m&iacute;nimo poss&iacute;vel as restri&ccedil;&otilde;es alimentares.</p>
<p><strong>O leite pasteurizado homogeneizado &eacute; mais alerg&ecirc;nico do que o leite cru?</strong></p>
<p>Parece que n&atilde;o. As crian&ccedil;as com alergia &agrave;s prote&iacute;nas do leite de vaca mediadas por IgE apresentam a mesma rea&ccedil;&atilde;o ao leite cru e ao leite pasteurizado, homogeneizado ou n&atilde;o.</p>
<p><strong>A alergia &agrave;s prote&iacute;nas pode desaparecer?</strong></p>
<p>A maioria das crian&ccedil;as deixa de ser al&eacute;rgicas ao leite: cerca de 60 % aos quatro anos e cerca de 80 % aos seis anos. Alguns pacientes podem ter as rea&ccedil;&otilde;es al&eacute;rgicas por toda a vida. Se o leite for exclu&iacute;do da dieta por dois a tr&ecirc;s anos, a crian&ccedil;a ent&atilde;o tem cerca de 80 % de chances de tolerar leite em pequenas quantidades.</p>
<p>As crian&ccedil;as que ficam al&eacute;rgicas ap&oacute;s os tr&ecirc;s anos de vida t&ecirc;m a tend&ecirc;ncia de se manter al&eacute;rgicas por mais tempo. Estudo tem sugerido que, aproximadamente, um ter&ccedil;o das crian&ccedil;as e adultos perde a condi&ccedil;&atilde;o de al&eacute;rgicos ap&oacute;s evitarem os produtos de latic&iacute;nios que causam a alergia por dois ou tr&ecirc;s anos. Entretanto, os pacientes com hipersensibilidade a amendoim, nozes, peixes e crust&aacute;ceos raramente perdem sua condi&ccedil;&atilde;o de al&eacute;rgicos. Al&eacute;m disso, estes quatro alimentos &eacute; que causam a maioria das rea&ccedil;&otilde;es al&eacute;rgicas que podem causar a morte por choque anafil&aacute;tico.</p>
<p>O tempo necess&aacute;rio para a alergia desaparecer depende da severidade da rea&ccedil;&atilde;o inicial. As crian&ccedil;as que apresentaram sintomas de rea&ccedil;&otilde;es sist&ecirc;micas geralmente deixam de ser al&eacute;rgicas depois daquelas que apresentavam sintomas de urtic&aacute;ria em volta da boca.</p>
<p><strong>Como a alergia pode ser diagnosticada?</strong></p>
<p>A alergia pode ser diagnosticada por interm&eacute;dio de diversos testes, incluindo os seguintes:</p>
<p>1. Teste de supress&atilde;o: Suspens&atilde;o do leite de vaca da alimenta&ccedil;&atilde;o e observa&ccedil;&atilde;o do desaparecimento dos sintomas. Se ap&oacute;s a reintrodu&ccedil;&atilde;o do leite ocorrer o reaparecimento dos sintomas, o problema &eacute; de alergia.</p>
<p>2. Teste de provoca&ccedil;&atilde;o cut&acirc;nea: Consiste em colocar pequenas gotas de leite dilu&iacute;do em &aacute;gua no antebra&ccedil;o ou nas costas e fazer um pequeno arranh&atilde;o com uma agulha (esterilizada) na pele atrav&eacute;s da gota, verificando a rea&ccedil;&atilde;o ocorrida. Este procedimento deve ser realizado por um m&eacute;dico especializado. A rea&ccedil;&atilde;o de incha&ccedil;o e de brilho depois de 15 minutos indica que o paciente &eacute; al&eacute;rgico ao leite. Este m&eacute;todo tem sido usado para testar se alguns alimentos (leite de vaca, leite de cabra) e formulados (prote&iacute;nas de soja, hidrolisado de prote&iacute;nas, hidrolisado de case&iacute;na) apresentam rea&ccedil;&otilde;es al&eacute;rgicas na pele. O controle negativo &eacute; feito com solu&ccedil;&atilde;o salina e o controle positivo &eacute; feito com histamina. O tamanho da rea&ccedil;&atilde;o com a histamina normalmente &eacute; de 5 mm.</p>
<p>Este teste &eacute; mais barato do que o teste do sangue e pode ser feito no gabinete do m&eacute;dico. Entretanto, o teste da pele pode apresentar resultados err&ocirc;neos quando realizado em crian&ccedil;as com menos de 18 meses.</p>
<p>3. Teste de sangue (RAST, ou RadioAllergoSorbent): Uma pequena amostra de sangue &eacute; retirada e enviada para um laborat&oacute;rio especializado. Por&eacute;m, este teste n&atilde;o &eacute; perfeito, pois pode apresentar resultados falsos positivos e falsos negativos. Entretanto ele n&atilde;o causa riscos maiores para a crian&ccedil;a e seria apropriado para crian&ccedil;as com hist&oacute;ria na fam&iacute;lia de rea&ccedil;&otilde;es al&eacute;rgicas que podem causar choque anafil&aacute;tico.</p>
<p>Somente as rea&ccedil;&otilde;es ao leite que ocorrem ap&oacute;s poucos minutos podem ser diagnosticadas com a da an&aacute;lise de sangue ou teste na pele, porque estes testes detectam a IgE que est&aacute; envolvida na rea&ccedil;&atilde;o imediata. Cerca de 60% das rea&ccedil;&otilde;es ao leite s&atilde;o do tipo de rea&ccedil;&atilde;o tardia e, talvez, n&atilde;o apresentem resultados positivos nas an&aacute;lises de sangue ou pele.</p>
<p><strong>Quais s&atilde;o os alimentos que podem causar alergia com mais freq&uuml;&ecirc;ncia?</strong></p>
<p>O leite, ovo, crust&aacute;ceos, peixes, nozes, trigo, frutas c&iacute;tricas e amendoim s&atilde;o os alimentos que causam a maioria dos problemas de alergia. A alergia ao leite pode come&ccedil;ar em qualquer idade, mas &eacute; mais comum em crian&ccedil;as com problemas de alergia na fam&iacute;lia. Felizmente, a alergia na maioria das crian&ccedil;as tende a diminuir ou desaparecer dos quatro aos seis anos.</p>
<p><strong>Quais s&atilde;o os tipos de alimentos que uma crian&ccedil;a comprovadamente al&eacute;rgica pode consumir?</strong></p>
<p>Antes de come&ccedil;ar a oferecer &agrave; crian&ccedil;a al&eacute;rgica qualquer alimento diferente, &eacute; recomend&aacute;vel, por raz&otilde;es de seguran&ccedil;a, que seja testada a antigenicidade do alimento. Pode-se utilizar um dos testes utilizados para determinar se o alimento pode causar alergias. Um formulado &eacute; chamado de “hipoalerg&ecirc;nico” quando n&atilde;o causa sintomas al&eacute;rgicos em pelo menos 90% de crian&ccedil;as comprovadamente al&eacute;rgicas &agrave;s prote&iacute;nas do leite. Normalmente os seguintes tipos de f&oacute;rmulas hipoalerg&ecirc;nicas s&atilde;o utilizados:</p>
<p>1) F&oacute;rmulas com case&iacute;na e prote&iacute;nas do soro hidrolisadas;</p>
<p>2) F&oacute;rmulas com outras prote&iacute;nas hidrolisadas (carne e soja);</p>
<p>3) F&oacute;rmula com prote&iacute;na de soja;</p>
<p>4) F&oacute;rmulas com carne de frango triturada;</p>
<p>5) F&oacute;rmula completa com amino&aacute;cidos misturados.</p>
<p>As f&oacute;rmulas baseadas em case&iacute;na extensivamente hidrolisadas t&ecirc;m sido utilizadas por mais de 40 anos. Nestes formulados, a fonte de nitrog&ecirc;nio est&aacute; presente na forma de pept&iacute;deos e amino&aacute;cidos livres. Eles apresentam baixas rea&ccedil;&otilde;es cl&iacute;nicas de alergia, t&ecirc;m sabor desagrad&aacute;vel e s&atilde;o caros.</p>
<p>Os formulados com prote&iacute;nas do soro extensivamente hidrolisadas s&atilde;o relativamente mais novos, sua fonte de nitrog&ecirc;nio s&atilde;o pept&iacute;deos e s&atilde;o mais palat&aacute;veis do que as formulas com case&iacute;na hidrolisada.<br />
Os formulados com prote&iacute;nas parcialmente hidrolisadas podem ser menos alerg&ecirc;nicos do que o leite de vaca (menor percentual de alergia em uma mesma popula&ccedil;&atilde;o), mas cont&ecirc;m polipept&iacute;deos que podem causar sintomas de alergia em cerca de 50% das crian&ccedil;as que apresentam alergia &agrave;s prote&iacute;nas do leite.</p>
<p>Portanto, elas n&atilde;o s&atilde;o recomendadas para essas crian&ccedil;as.</p>
<p><strong>Quais s&atilde;o os sintomas da intoler&acirc;ncia &agrave; lactose?</strong></p>
<p>Os sintomas mais comuns da intoler&acirc;ncia &agrave; lactose s&atilde;o n&aacute;usea, dores abdominais, diarr&eacute;ia &aacute;cida e abundante, gases e desconforto. A severidade dos sintomas depende da quantidade ingerida e da quantidade de lactose que cada pessoa pode tolerar. Apesar de os problemas n&atilde;o serem perigosos, eles podem ser bastante desconfort&aacute;veis.</p>
<p><strong>Quais s&atilde;o os tipos de intoler&acirc;ncia &agrave; lactose?</strong></p>
<p>Existem dois tipos b&aacute;sicos de intoler&acirc;ncia &agrave; lactose: a gen&eacute;tica e a adquirida. A intoler&acirc;ncia gen&eacute;tica &eacute; maior em determinadas ra&ccedil;as de seres humanos. Assim, s&atilde;o intolerantes gen&eacute;ticos &agrave; lactose cerca de 90% dos asi&aacute;ticos (chineses, japoneses, filipinos, coreanos etc.), 75% dos negros, &aacute;rabes, judeus, gregos cipriotas, esquim&oacute;s, &iacute;ndios e cerca de 15 % dos europeus. A intoler&acirc;ncia gen&eacute;tica, entretanto, s&oacute; aparece ap&oacute;s alguns anos de vida, dois a tr&ecirc;s anos, por exemplo, apesar de haver raras exce&ccedil;&otilde;es. Crian&ccedil;as de qualquer ra&ccedil;a com menos de um ano, normalmente, s&atilde;o tolerantes &agrave; lactose. A intoler&acirc;ncia aparece depois.</p>
<p>A intoler&acirc;ncia adquirida ocorre quando houver fatores que possam causar doen&ccedil;as digestivas que promovem incha&ccedil;o<br />
das vilosidades do intestino, que escondem a lactase e n&atilde;o deixam que ela exer&ccedil;a a sua fun&ccedil;&atilde;o de hidrolisar a lactose. Neste caso, os mesmos sintomas de diarr&eacute;ia abundante e gasosa tamb&eacute;m ocorrer&atilde;o. O incha&ccedil;o das vilosidades pode ocorrer devido, por exemplo, &agrave; ingest&atilde;o de alimentos contaminados (intoxica&ccedil;&atilde;o, por exemplo), diarr&eacute;ia infecciosa, doen&ccedil;a cel&iacute;aca e parasitas, que poder&atilde;o causar irrita&ccedil;&atilde;o do intestino. As crian&ccedil;as, cujos intestinos s&atilde;o ainda delicados, s&atilde;o especialmente vulner&aacute;veis &agrave; intoler&acirc;ncia adquirida.</p>
<p>Entretanto, quando o problema inicial for resolvido (irrita&ccedil;&atilde;o das vilosidades), a pessoa deixa de ser intolerante &agrave; lactose, pois a enzima poder&aacute; continuar a exercer normalmente a sua fun&ccedil;&atilde;o. Nos casos de intoler&acirc;ncia adquirida, o leite e outros alimentos que tenham lactose devem ser removidos da alimenta&ccedil;&atilde;o at&eacute; a normaliza&ccedil;&atilde;o do intestino. Afortunadamente, todos os bebes voltam a ser tolerantes &agrave; lactose ap&oacute;s a cura do problema original.</p>
<p>A intoler&acirc;ncia adquirida &agrave; lactose &eacute;, portanto, reers&iacute;vel, enquanto que a intoler&acirc;ncia gen&eacute;tica &eacute; irrevers&iacute;vel.</p>
<p>Outro tipo de intoler&acirc;ncia &eacute; aquele decorrente de cirurgias, quando, por exemplo, uma parte do intestino &eacute; removida. Neste caso, a quantidade de lactase no intestino pode se tornar insuficiente para hidrolisar a lactose, mesmo se, anteriormente &agrave; opera&ccedil;&atilde;o, a pessoa era tolerante &agrave; lactose.</p>
<p><strong>Como se pode diagnosticar a intoler&acirc;ncia &agrave; lactose?</strong></p>
<p>A intoler&acirc;ncia &agrave; lactose pode ser diagnosticada por diversos testes, incluindo:</p>
<p>1. O teste de toler&acirc;ncia, que consiste em fornecer lactose pura ao paciente e a concentra&ccedil;&atilde;o de glicose no sangue &eacute; monitorada por duas horas. Se a pessoa for tolerante &agrave; lactose a concentra&ccedil;&atilde;o de glicose no sangue aumenta, e se for intolerante ela aumenta muito pouco ou n&atilde;o aumenta. Este teste n&atilde;o &eacute; usado em crian&ccedil;as muito novas, pois a grande carga de lactose pode causar diarr&eacute;ia e desidrata&ccedil;&atilde;o, acarretando problemas s&eacute;rios.</p>
<p>2. A monitora&ccedil;&atilde;o da quantidade de hidrog&ecirc;nio nos gases exalados pela respira&ccedil;&atilde;o, ap&oacute;s a ingest&atilde;o da lactose. O hidrog&ecirc;nio &eacute; produzido pela fermenta&ccedil;&atilde;o da lactose pelas bact&eacute;rias quando ela chega ao intestino grosso, onde n&atilde;o deveria chegar. O hidrog&ecirc;nio &eacute; absorvido pelo intestino, transportado pela corrente sang&uuml;&iacute;nea at&eacute; os pulm&otilde;es e, ent&atilde;o, exalado pelo ar que sai. Se o paciente consumir leite, por exemplo, e se a concentra&ccedil;&atilde;o de hidrog&ecirc;nio do ar exalado aumentar, isto indica que a lactose n&atilde;o foi propriamente digerida. Este teste n&atilde;o &eacute; usado em crian&ccedil;as muito novas, pois a grande carga de lactose pode causar diarr&eacute;ia e desidrata&ccedil;&atilde;o. Alguns medicamentos e alimentos, al&eacute;m de cigarro, podem interferir neste teste.</p>
<p>3. O teste da acidez das fezes &eacute; realizado para se determinar se a lactose chegou ao intestino grosso, o que produz &aacute;cido l&aacute;tico e outros &aacute;cidos que acidificam as fezes. Este teste &eacute; &uacute;til em crian&ccedil;as muito novas e pode fornecer alguma id&eacute;ia se a crian&ccedil;a &eacute; intolerante &agrave; lactose.</p>
<p><strong>Quanto tempo leva para aparecerem os sintomas da intoler&acirc;ncia &agrave; lactose?</strong></p>
<p>Os sintomas podem levar de alguns minutos at&eacute; muitas horas para aparecer. A peristaltase, ou seja, o movimento muscular que empurra o alimento ao longo do est&ocirc;mago pode influenciar o tempo para o aparecimento dos sintomas.</p>
<p><strong>Como tratar a intoler&acirc;ncia &agrave; lactose?</strong></p>
<p>Felizmente, a intoler&acirc;ncia &agrave; lactose &eacute; muito f&aacute;cil de ser contornada. Nenhum tratamento existe para aumentar a capacidade de produzir lactase, mas os sintomas podem ser controlados pela dieta. Crian&ccedil;as muito novas que s&atilde;o intolerantes n&atilde;o devem comer alimentos com lactose. Mas a maioria dos jovens e dos adultos n&atilde;o precisa evitar a lactose completamente.</p>
<p>As pessoas diferem nas quantidades de lactose que podem ingerir: alguns podem tomar um copo de leite sem problemas, mas n&atilde;o podem tomar dois copos. Outros podem consumir queijos curados, mas n&atilde;o podem consumir queijos frescos. O controle da dieta para as pessoas intolerantes depende de se experimentar os limites que cada um suporta, usando a tentativa e erro.</p>
<p>Para aquelas pessoas que reagem a pouca quantidade de lactose, &eacute; poss&iacute;vel encontrar no mercado leite cuja lactose foi hidrolisada na ind&uacute;stria, antes de ser comercializado. J&aacute; existe no mercado brasileiro leite UHT hidrolisado, ou com baixo teor de lactose, sendo produzido por diversas empresas. Este tipo de leite &eacute; semelhante ao leite UHT, com sabor normal, contendo todos os nutrientes do leite, apesar de ser um pouco mais doce. J&aacute; existe tamb&eacute;m o leite hidrolisado em p&oacute;. O leite hidrolisado pode ser usado para fazer iogurte, bolos, pudins etc. e n&atilde;o causar&aacute; problemas de intoler&acirc;ncia.</p>
<p>Um desenvolvimento recente s&atilde;o pastilhas mastig&aacute;veis contendo lactase, que ajudam as pessoas a digerir alimentos s&oacute;lidos contendo lactose. Tr&ecirc;s a seis tabletes s&atilde;o ingeridos antes da ingest&atilde;o do produto contendo lactose.</p>
<p><strong>O que &eacute; a lactose “escondida”?</strong></p>
<p>A lactose pode ser ingrediente de diversos alimentos, e as pessoas que apresentam toler&acirc;ncia muito baixa &agrave; lactose podem apresentar os sintomas, mesmo quando ingerirem quantidades muito baixa. Deve-se ler com aten&ccedil;&atilde;o os r&oacute;tulos dos alimentos, incluindo os ingredientes. Preste aten&ccedil;&atilde;o em subprodutos do leite, incluindo, soro, leite em p&oacute; etc.</p>
<p><strong>Eu tenho intoler&acirc;ncia &agrave; lactose, eu deveria desistir dos produtos de latic&iacute;nios?</strong></p>
<p>Certamente n&atilde;o. Al&eacute;m de n&atilde;o ser necess&aacute;rio, n&atilde;o &eacute; uma boa id&eacute;ia. Adultos e crian&ccedil;as precisam dos nutrientes do leite para se manter saud&aacute;veis. Existem diversos meios de voc&ecirc; se alimentar de produtos de latic&iacute;nios sem apresentar os desconfortos da intoler&acirc;ncia. Tente descobrir seu pr&oacute;prio n&iacute;vel de intoler&acirc;ncia &agrave; lactose. Experimente beber pequenas quantidades de leite de uma vez e, ent&atilde;o, beba mais vezes durante o dia. Beba o leite com outros alimentos e n&atilde;o com o est&ocirc;mago vazio. O leite integral &eacute; melhor tolerado porque ele &eacute; digerido mais lentamente do que o leite desnatado. Produtos como o iogurte e queijos curados podem ser melhor tolerados. Experimente o leite hidrolisado.</p>
<p>Texto:<br />
Sebasti&atilde;o Cesar Cardoso Brand&atilde;o, Engenheiro Qu&iacute;mico, Ph.D. Latic&iacute;nios<br />
Colabora&ccedil;&atilde;o:<br />
Milede Abdo Lacerda Matedi, M&eacute;dica Pediatra<br />
Maria das Gra&ccedil;as Lacerda Oliveira Cardoso, Econ. Dom., Especialista em Sa&uacute;de P&uacute;blica</p>


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		<title>Obesidade</title>
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		<pubDate>Sat, 14 Apr 2007 19:04:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fagner Souza</dc:creator>
				<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
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<p>A obesidade &eacute; considerada uma doen&ccedil;a cr&ocirc;nica atualmente, que pode gerar muitas outras doen&ccedil;as pelo excesso de gordura acumulada, principalmente na regi&atilde;o abdominal.</p>
<p>No Brasil, segundo a ABESO (Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira para Estudos da Obesidade) 40% da popula&ccedil;&atilde;o adulta tem excesso de peso. Por ano morrem de 50.000 a 100.000 de pessoas no nosso pa&iacute;s por causa da obesidade.</p>
<p>Nossa cultura &eacute; altamente consumista e tem por h&aacute;bito a ingest&atilde;o excessiva de alimentos sup&eacute;rfluos, como balas, bolachas, salgadinhos, etc. Inclusive nas rela&ccedil;&otilde;es sociais, costumamos agradar nossos convidados e amigos com lanches, refrigerantes, cafezinho, bolo e jantares.</p>
<p>As facilidades da vida moderna como elevadores, escadas rolantes, controles remotos, vidro de autom&oacute;veis autom&aacute;ticos, h&aacute;bitos de alimenta&ccedil;&atilde;o r&aacute;pida pela pressa, leva ao baixo gasto de calorias.</p>
<p>Para descobrirmos se estamos acima do peso ideal usamos a f&oacute;rmula do IMC (&Iacute;ndice de Massa Corporal), dividindo o peso em kg pela altura ao quadrado em metros, e comparamos o resultado com a tabela abaixo:</p>
<table border="1" cellspacing="0" cellpadding="0" align="center">
<tbody>
<tr>
<td width="163" valign="top">
<p align="center">&Iacute;ndice</p>
</td>
<td width="192" valign="top">
<p align="center">Avalia&ccedil;&atilde;o</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="163" valign="top">
<p align="center">18 a 24,9</p>
</td>
<td width="192" valign="top">
<p align="center">Peso saud&aacute;vel</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="163" valign="top">
<p align="center">25 a 29,9</p>
</td>
<td width="192" valign="top">
<p align="center">Sobre peso</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="163" valign="top">
<p align="center">30 a 34,9</p>
</td>
<td width="192" valign="top">
<p align="center">Obesidade grau I</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="163" valign="top">
<p align="center">35 a 39,9</p>
</td>
<td width="192" valign="top">
<p align="center">Obesidade grau II</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="163" valign="top">
<p align="center">40 ou +</p>
</td>
<td width="192" valign="top">
<p align="center">Obesidade grau III</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Outro fator importante &eacute; a medida abdominal, que na mulher deve estar abaixo de 80 cm, sendo que acima de 88 cm &eacute; um risco aumentado de doen&ccedil;as cardiovasculares e diabetes. J&aacute; no homem esta medida deve ficar abaixo de 94 cm, sendo que acima de 102 cm &eacute; risco aumentado, isto porque na regi&atilde;o do abd&ocirc;men se localizam nossos &oacute;rg&atilde;os vitais, e com o aumento de peso h&aacute; um dep&oacute;sito de gordura no local.</p>
<p>Como tratar a obesidade?</p>
<p>* O tratamento consiste em reeduca&ccedil;&atilde;o alimentar, diminuindo calorias e aumentado a atividade f&iacute;sica, uma alimenta&ccedil;&atilde;o balanceada, com 5 ou 6 refei&ccedil;&otilde;es por dia.</p>
<p>* O uso de complementos alimentares, conforme a necessidade do paciente, atrav&eacute;s de avalia&ccedil;&atilde;o de exames.</p>
<p>* Tamb&eacute;m &eacute; importante um tratamento comportamental com um grupo de apoio para o paciente nunca se sentir desamparado.</p>


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