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	<title>Nutricy &#187; sexo</title>
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	<description>Preservando a vida saudável</description>
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		<title>Sexo &#8211; Quando o prazer vira uma doen&#231;a?</title>
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		<pubDate>Mon, 09 May 2011 12:00:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Antonio Marcos Rudolf</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vida Saudável]]></category>
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<p>Se fizermos uma an&aacute;lise bem simpl&oacute;ria do que vem a ser sa&uacute;de, veremos que um corpo saud&aacute;vel &eacute; aquele que se encontra em perfeito estado de equil&iacute;brio. Seguindo essa linha de racioc&iacute;nio, poder&iacute;amos dizer que todos n&oacute;s quando buscamos a sa&uacute;de plena, estamos na realidade buscando o tal do equil&iacute;brio. No entanto, muitos de n&oacute;s, na &acirc;nsia dessa procura, acabamos confundindo as coisas: equil&iacute;brio n&atilde;o quer dizer abrir m&atilde;o de viver plenamente, mas usar com modera&ccedil;&atilde;o. No entanto, n&atilde;o &eacute; isso que observamos por a&iacute;. Para muitos, equil&iacute;brio significa uma repress&atilde;o disfar&ccedil;ada, s&oacute; que na natureza, existem as polaridades, quer ver um exemplo? A sombra existe porque h&aacute; uma imagem que a projeta certo? Assim &eacute; tudo na vida. Como sabemos que estamos praticando o bem? Porque temos o mal como par&acirc;metro e vice-versa, ou seja, um &eacute; indissoci&aacute;vel do outro. Ali&aacute;s h&aacute; um fio muito t&ecirc;nue que separa o bem do mal. Sen&atilde;o vejamos, um rem&eacute;dio que se toma para combater um mal, se tomado na dosagem errada, acaba se revelando prejudicial &agrave; sa&uacute;de, ou seja, algo que &eacute; feito para beneficiar a sa&uacute;de, pode tamb&eacute;m prejudic&aacute;-la. Poder&iacute;amos ent&atilde;o dizer que o que separa o bem do mal, em muitas situa&ccedil;&otilde;es &eacute; a dosagem. Vamos agora transpor essa an&aacute;lise para o campo do sexo.</p>
<p>A sexualidade, ao longo do tempo e at&eacute; hoje, continua sendo um assunto muito complicado para ser discutido, principalmente porque a religi&atilde;o, de uma certa maneira, criou um r&oacute;tulo muito irreal da sua verdadeira condi&ccedil;&atilde;o. Quantas religi&otilde;es por a&iacute; n&atilde;o reprimem o sexo, como se fosse algo vil, sujo, inferior. No entanto, n&atilde;o d&aacute; para negar, ele existe e &eacute; uma energia muito poderosa, por ser ligada diretamente a cria&ccedil;&atilde;o. Logo, se ele feito com modera&ccedil;&atilde;o, ele at&eacute; faz muito bem para a sa&uacute;de da pessoa. Mas a&iacute; surge aquela pergunta: o que &eacute; fazer sexo moderado? N&atilde;o varia de uma pessoa para outra? Ou h&aacute; um limite? E quando descamba de vez?</p>
<p><strong>Os sinais</strong></p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-1065" style="border: 0pt none; margin: 5px;;  float: left; padding: 4px; margin: 0 7px 2px 0;" title="V&iacute;cio" src="http://nutricy.com/wp-content/uploads/2011/05/vicio.jpg" alt="vida saudavel  vicio Sexo   Quando o prazer vira uma doença?" width="333" height="212" />O impulso sexual, como todo instinto, &eacute; amoral, ou seja, ele segue uma lei natural que busca o equil&iacute;brio em tudo. Seguindo essa linha de racioc&iacute;nio, uma vez saciado, deveria dar uma apaziguada no corpo. Essa seria, portanto, a l&oacute;gica de uma rela&ccedil;&atilde;o sexual moderada. O problema &eacute; quando nem bem termina uma rela&ccedil;&atilde;o sexual e j&aacute; quer outra de maneira obsessiva, de maneira que ocupa sua mente somente disso. Esse &eacute; um caso t&iacute;pico de desejo sexual hiperativo, tamb&eacute;m conhecido como erotomania e a ninfomania.</p>
<p>Por ser movida por uma compuls&atilde;o muito elevada, evidentemente causa um grande sofrimento na pessoa acometida por esse mal, pois quando tenta controlar esse impulso fica ansiosa, tensa ou deprimida. Verifica-se que n&atilde;o apresenta nenhuma disfun&ccedil;&atilde;o sexual e participa de atividades masturbat&oacute;rias ou de coito, mesmo que isso venha prejudicar seus relacionamentos, que s&atilde;o muitos. Dependendo do grau, a pessoa torna-se exibicionista, adepta do voyeurismo ou mesmo ped&oacute;fila e estupradora. Atualmente, com o recurso da internet, existe tamb&eacute;m a compuls&atilde;o virtual que atinge mais de dois milh&otilde;es de pessoas que chegam a ficar de 15 a 25 horas acessando sites de sexo.</p>
<p><strong>Origem: semelhante ao v&iacute;cio das drogas </strong></p>
<p>O que se sabe suas causas se assemelham muito com as que levam as pessoas a se viciarem em drogas, tais como a coca&iacute;na, hero&iacute;na ou &aacute;lcool, ou seja, a pessoa busca na compuls&atilde;o pelo prazer sexual como se fosse um tranq&uuml;ilizante que atenua seu sentimento de ansiedade, medo e solid&atilde;o. Normalmente apresenta altera&ccedil;&otilde;es anormais no balan&ccedil;o de subst&acirc;ncias neurais – neurotransmissores. Atualmente observa-se que afeta de 3% a 6% da popula&ccedil;&atilde;o, com predom&iacute;nio do sexo masculino. Inicia-se na adolesc&ecirc;ncia ou no in&iacute;cio da terceira d&eacute;cada. Ela se manifesta em quatro fases: inicialmente prevalece a preocupa&ccedil;&atilde;o, em que a pessoa apresenta um afeto parecido com o do transe, em que fica totalmente absorto em pensamento de sexo; posteriormente, h&aacute; uma ritualiza&ccedil;&atilde;o, em que se desenvolve uma rotina que conduz ao comportamento sexual; depois, entra-se na fase da gratifica&ccedil;&atilde;o sexual, por meio do ato sexual em si. Nesse est&aacute;gio, a pessoa j&aacute; n&atilde;o controla mais o seu desejo e, por &uacute;ltimo, a pessoa come&ccedil;a a sentir desespero mesclado com uma sensa&ccedil;&atilde;o de impot&ecirc;ncia e des&acirc;nimo se abate sobre a pessoa ap&oacute;s o t&eacute;rmino de uma rela&ccedil;&atilde;o sexual.</p>
<p><strong>Famosos acometidos por esse mal</strong></p>
<p>Em um mundo cada vez mais erotizado e ainda machista, alguns artistas tiveram a coragem de assumir que tinham essa compuls&atilde;o. Esse foi o caso do ator Michael Douglas que teve esse problema na d&eacute;cada de 1990 quando era casado na &eacute;poca com Diandra e chegou a ser internado em uma cl&iacute;nica no Arizona e que somente melhorou ap&oacute;s seu casamento com a atriz Catherine Zeta-Jones. Outro caso foi o ator David Duchovny, da extinga s&eacute;rie “Arquivo X”  e da atual “Californication” chegou a se internar para salvar seu casamento com a atriz T&eacute;a Leoni.</p>
<p>O grande problema do viciado &eacute; que ele aceita qualquer tipo de pr&aacute;tica sexual ent&atilde;o a possibilidade de ser v&iacute;tima das mais variadas doen&ccedil;as &eacute; imensa, porque, por ser compulsivo, n&atilde;o h&aacute; menor no&ccedil;&atilde;o do que faz e &eacute; sempre uma rela&ccedil;&atilde;o sexual nervosa, tensa, sem se preocupar com o parceiro ou a parceira, da&iacute; a sensa&ccedil;&atilde;o inesgot&aacute;vel de vazio que sente ap&oacute;s cada rela&ccedil;&atilde;o.</p>
<p><strong>&Eacute; poss&iacute;vel sair dessa?</strong></p>
<p>Uma vez detectado o problema, &eacute; poss&iacute;vel sair dele, antes que um mal maior aconte&ccedil;a? O caminho a ser seguido, &eacute; a psiquiatria ou a terapia sexual. Normalmente, na maioria dos casos, opta-se pela terapia combinado com o uso de medicamentos e com grupos de apoio, nos moldes dos alco&oacute;latras an&ocirc;nimos. Entre os rem&eacute;dios adotados para inibi&ccedil;&atilde;o da compuls&atilde;o destacam-se os inibidores da recapta&ccedil;&atilde;o da serotonina. No entanto, se a compuls&atilde;o estiver em um est&aacute;gio muito avan&ccedil;ado em que a compuls&atilde;o coloque em risco a vida de outras pessoas, recomenda-se o uso de medicamentos a base de horm&ocirc;nios (progesterona) para inibir o desejo sexual, quando n&atilde;o obriga-se a interna&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>Portanto, para aqueles que sofrem desse mal, assim como todo viciado, o primeiro passo &eacute; reconhecer que &eacute; uma pessoa doente, o segundo &eacute; se tratar e o terceiro &eacute; ter amor a pr&oacute;pria vida e a seus familiares. Para isso &eacute; preciso contar com duas ferramentas: muita determina&ccedil;&atilde;o e muita disciplina.</p>

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		<title>Enxaqueca X Qualidade de Vida</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Mar 2009 11:00:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carla Bock</dc:creator>
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<p>Todos n&oacute;s j&aacute; sentimos algum dia dores de cabe&ccedil;a, estas v&ecirc;m e v&atilde;o sem que muitas vezes percebemos a sua freq&uuml;&ecirc;ncia, intensidade ou efeitos, por&eacute;m para milh&otilde;es de pessoas, uma delas &eacute; motivo de sofrimento di&aacute;rio e  luta constante para super&aacute;-la. A Enxaqueca, &eacute; um tipo de dor de cabe&ccedil;a, que apesar de conhecida, ainda ostenta perguntas elementares e &eacute; alvo de estudos constantes, trata-se de uma dor de cabe&ccedil;a cr&ocirc;nica, conhecida como cefal&eacute;ia transtorno ou de dist&uacute;rbio. Ela tira o sono, a tranq&uuml;ilidade e impossibilita muitas pessoas de viverem sua vida social e familiar ou de fazer qualquer coisa, atingindo pessoas de diferentes idades e sexo, com incid&ecirc;ncia maior em mulheres na puberdade e diminui&ccedil;&atilde;o da mesma na menopausa.</p>
<p>Tudo o que queremos &eacute; algo m&aacute;gico que nos liberte deste sofrimento da forma mais r&aacute;pida poss&iacute;vel, logo o uso de alternativas das mais variadas, com tend&ecirc;ncia a medicamentos fortes mas muitas vezes ainda ineficazes &agrave; longo prazo. Um mal que atinge milh&otilde;es de pessoas no mundo todo, s&oacute; no Brasil, segundo dados do hospital Israelita Albert Eistein em conjunto com a Sociedade  Brasileira de Cefal&eacute;ia, mostram que 15,2% da popula&ccedil;&atilde;o sofre desta dor, cerca de 27,3 milh&otilde;es de brasileiros, o que devemos observar &eacute; que apesar das in&uacute;meras cefal&eacute;ias existentes, geralmente de origem tensional, esta n&atilde;o &eacute; somente mais uma, com dor um pouco mais intensa, assim caracterizada pela maioria das pessoas, e sim um dist&uacute;rbio que causa dor puls&aacute;til local ou generalizada. A Organiza&ccedil;&atilde;o Mundial da Sa&uacute;de classifica-a entre as 20  doen&ccedil;as mais debilit&aacute;veis, equivalente a dem&ecirc;ncia, compromete a qualidade de vida de um n&uacute;mero significativo e cada vez maior de pessoas.</p>
<p>Ela aparece de forma leve e gradativamente vai se agravando, provocando press&atilde;o craniana, muitas vezes num &uacute;nico ponto como numas das t&ecirc;mporas ou ainda na parte central superior da cabe&ccedil;a, at&eacute; atingir a dor constante que vai de moderada a intensa, com latejos, “fisgadas” muito profundas levando ao lacrimejo dos olhos, dores no pesco&ccedil;o, n&aacute;useas, v&ocirc;mitos e tonturas. Chegando a comprometer parcialmente a vis&atilde;o, em casos mais graves com aura, ou seja, cria-se uma esp&eacute;cie de brisa ao redor dos objetos e afasia com dificuldade em encontrar palavras, situa&ccedil;&otilde;es que pioram com os movimentos, at&eacute; atingir a coordena&ccedil;&atilde;o. Pode durar de algumas horas a tr&ecirc;s dias, denominada cr&ocirc;nica ou se for semanas, epis&oacute;dica.</p>
<p>N&atilde;o tendo hora nem local para acometer os portadores, reage facilmente a est&iacute;mulos, dado a  hipersensibilidade do c&eacute;rebro, sua origem pode ser vari&aacute;vel, de um cheiro mais forte, como cosm&eacute;ticos, produtos de limpeza, dormir pouco, longos intervalos entre as refei&ccedil;&otilde;es, claridade intensa por longos per&iacute;odos, bebidas alco&oacute;licas, ciclo menstrual, sons muito agudos, calor para pessoas com press&atilde;o arterial, estresse da rotina, ansiedade, nervosismo e  da alimenta&ccedil;&atilde;o que inclua alimentos muito gordurosos principalmente frituras e doces em geral. Alguns pesquisadores acreditam que essa sensibilidade &eacute; hist&oacute;rica dentre os portadores, colocando em condi&ccedil;&atilde;o a hereditariedade.</p>
<p><img class="size-full wp-image-250 alignleft" style="border: 0pt none; margin-left: 5px; margin-right: 5px;;  float: left; padding: 4px; margin: 0 7px 2px 0;" title="Cerebro Enxaqueca" src="http://nutricy.com/wp-content/uploads/2009/03/cabeca_enxaqueca.jpg" alt="saude  cabeca enxaqueca Enxaqueca X Qualidade de Vida" width="231" height="231" /></p>
<p>H&aacute; formas ainda restritas de tratamento eficaz da enxaqueca, sendo eles sintom&aacute;ticos e preventivos, ambos utilizam as drogas como coadjuvantes e por isso um m&eacute;dico deve ser consultado. Os sintom&aacute;ticos, partem dos sintomas para controlar e acabar com a dor, quando o paciente j&aacute; est&aacute; sentindo a mesma, ou seja, age diretamente no  dist&uacute;rbio j&aacute; existente. J&aacute; o m&eacute;todo preventivo, consiste no tratamento pr&eacute;vio e cont&iacute;nuo para permanecer sem dor, sendo este tratamento mais indicado em casos de enxaqueca frequente, pois atrav&eacute;s do uso de uma dose di&aacute;ria, faz o c&eacute;rebro produzir e receber a quantidade certa de uma determinada subst&acirc;ncia qu&iacute;mica, diminuindo a frequ&ecirc;ncia e intensidade da dor, uma certa “reeduca&ccedil;&atilde;o” do c&eacute;rebro.</p>
<p>H&aacute; v&aacute;rios tipos de medicamentos, o m&eacute;dico deve optar por um deles seguindo o hist&oacute;rico de cada paciente bem como os poss&iacute;veis efeitos colaterais. N&atilde;o h&aacute; f&oacute;rmula pronta, podem ser utilizados desde medicamentos antidepressivos, relaxantes musculares, para problemas circulat&oacute;rios ou de press&atilde;o arterial.  Nenhum deles causa depend&ecirc;ncia, pois h&aacute; 3 d&eacute;cadas descobriu-se que nem sempre a bula condiz com a utiliza&ccedil;&atilde;o pr&oacute;pria para o qual o medicamento foi desenvolvido, as doses s&atilde;o diferentes em casos de preven&ccedil;&atilde;o e o uso pode ser tempor&aacute;rio, dependo de cada caso. O uso cont&iacute;nuo de medicamentos n&atilde;o descarta a possibilidade da necessidade de medicamentos sintom&aacute;ticos em casos de crise, pois o tratamento preventivo &eacute; a longo prazo. Nem sempre o tratamento acaba totalmente com a doen&ccedil;a, mas as chances s&atilde;o grandes de que desapare&ccedil;a  por longos per&iacute;odos, j&aacute; em outros casos chega a ser eliminada.</p>
<p>No universo das pesquisas h&aacute; novas descobertas de tratamento, ainda que na sua maioria seja pela utiliza&ccedil;&atilde;o de drogas, &eacute; animador pela possibilidade de obter-se medicamentos que possam ser mais eficazes, e com menos efeitos secund&aacute;rios, como &eacute; o caso do “MK0974”, assim conhecido at&eacute; o momento, pois dever&aacute; surgir no mercado em 3 anos, apresentando uma redu&ccedil;&atilde;o da dor em at&eacute; 24 horas comparado a Triptanos utilizados no momento.</p>
<p>N&atilde;o podemos aqui descartar o uso por muitas pessoas, de analg&eacute;sicos comuns como paracetamol, por&eacute;m, quem &eacute; portador de enxaqueca sabe que, s&atilde;o raras as vezes que estas “boletas” s&atilde;o eficazes, por mais que seja no est&aacute;gio inicial da dor, mas tamb&eacute;m n&atilde;o deixam de ser uma alternativa, &eacute; um resultado que depende de cada circunst&acirc;ncia e indiv&iacute;duo.</p>
<p>A quest&atilde;o &eacute;, acabar com o sofrimento, com a dor, e para isso &eacute; importante procurar ajuda de profissionais o quanto antes, tanto de m&eacute;dicos atrav&eacute;s do uso de medicamentos, assim como usar terapias alternativas como: Yoga, relaxamento, acupuntura, massagens, compressas de gelo ou ch&aacute;s. Tudo atuando em conjunto pode trazer bons resultados e devolver a qualidade de vida bem como o bem-estar sem dor de cabe&ccedil;a. N&oacute;s  merecemos este al&iacute;vio.</p>

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		<title>Sexo surgiu a 380 milh&#245;es de ano atr&#225;s</title>
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		<pubDate>Sat, 28 Feb 2009 22:21:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fagner Souza</dc:creator>
				<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
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<p>Cientistas encontraram f&oacute;ssil de um placodermo, peixe que foi extinto a 380 milh&otilde;es de anos atr&aacute;s, com embri&atilde;o de cerca de cinco cent&iacute;metros em seu corpo. O que sugeriu que ouve uma “fertiliza&ccedil;&atilde;o interna”, ou seja, o come&ccedil;o do sexo.</p>
<p>O que acreditava-se anteriormente eram que os tubar&otilde;es tivessem sido os primeiros animais a terem rela&ccedil;&otilde;es sexuais &agrave; 340 milh&otilde;es de anos. Mas com essa descoberta do placodermo, o in&iacute;cio do sexo passa a ter um come&ccedil;o &agrave; 380 milh&otilde;es de anos.</p>
<p>O peixe que est&aacute; no Museu australiano desde os anos 80, foi originalmente pensado ter morrido ap&oacute;s se alimentar de um pequeno peixe, encontrado dentro de seu corpo. Com novas pesquisas feitas recentemente, chegaram a conclus&atilde;o que o pequeno peixe na verdade, era um jovem peixe em desenvolvimento no &uacute;tero de um peixe adulto.</p>
<p>Esta &eacute; uma descoberta rara, pois, a biologia reprodutiva &eacute; extremamente rara nos registros f&oacute;sseis.</p>
<p><a href="http://www.telegraph.co.uk/scienceandtechnology/science/dinosaurs/4806693/Sex-began-380-million-years-ago-a-fossil-of-a-pregnant-fish-suggests.html" target="_blank">Fonte</a>.</p>

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