Dicas de cuidados com a pele

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Posted by Carla Bock | Posted in Saúde | Posted on 21-01-2010

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Estamos no verão, sol, praia e calor fazem parte dessa época, da qual fazemos questão de aproveitar ao máximo e devemos! Mas com ele também vem às primeiras preocupações com algumas consequências deixadas principalmente pela exposição aos raios solares ultravioletas. Entre outras partes do corpo, a pele e em especial a do rosto, é a que mais é sofre, pois a exposição é praticamente direta e constante. Entre as consequências mais comuns são o aparecimento de manchas, as mais comuns são as chamadas senis, surgem após os 40 anos em função do efeito acumulativo do sol e as “pintas” tanto escuras como claras, ressecamento e envelhecimento da pele.

Percebemos que os brasileiros ainda se mostram resistentes quanto ao uso de chapéus, bonés ou qualquer tipo de acessório que venha a proteger a área no rosto. O verão 2010 trouxe o chapéu como destaque para a moda praia, mas é pouco aproveitado na sua real funcionalidade, já que fica somente como um companheiro até a chegada na praia. Isso mostra que ainda falta muita conscientização das pessoas assim como quebra de tabus quanto ao uso dos acessórios mencionados, o sol aquece a cada ano significativamente e com isso é preciso que tomemos cuidados cada vez maiores. Os cuidados devem ser constantes e diários não só no período de verão e também não só na praia, mas sim, sempre que houver exposição.

Entre os cuidados básicos estão o uso do protetor solar, mas cuidado, segundo uma pesquisa poucas são as marcas que passaram no teste de aprovação da eficiência de proteção conforme consta na embalagem – fonte – O teste envolveu análise de rotulagem, composição, irritabilidade, hidratação, proteção, resistência a exposição solar, e teste em uso. Partindo da escolha e da preferência de cada consumidor, é importante a reaplicação a cada meia hora na praia e três vezes ao dia em uso normal. Cuidar também quanto ao horário de exposição, antes da 10hs e após as 16hs, lembrando que o sol nesses horários é benéfico e saudável sem contar que nesse período ele tem efeito bronzeador e não de “queimador”.

Hidratar sempre e muito, principalmente à noite, quando a pele descansa intensamente e potencializa tratamentos para o rosto que visam, recuperar, nutrir e renovar as células. Para melhor adequação quanto ao tipo de sua pele, antes de comprar, o melhor é experimentar a textura: mais leve para peles mistas e oleosas mais consistentes para peles secas. Ter um bom sono por si só também faz muito bem para a pele, aliado a tratamentos estéticos o resultado só poderá ser maravilhoso. Há também muitos tratamentos que usam ácido retinóico, líder absoluto na renovação celular e com ação comprovada na estimulação das fibras de colágeno (responsáveis pela firmeza da pele), mas com ele o cuidado, quando em uso, deve ser maior, os dermatologistas recomendam que seu uso deva ser suspenso 48 horas antes da exposição solar, permitida apenas sob a proteção de um bloqueador com fator acima de 15 melhor ainda se o tratamento for aplicado no inverno. Já outros chamados glicólicos têm ação esfoliante e hidratante, tem ainda a vitamina C pura, importante no bloqueio aos radicais livres e no clareamento de manchas. O uso dessas substâncias deve ser acompanhado pelo dermatologista, este profissional que conforme as ações complementares associam as fórmulas de acordo com a necessidade de cada paciente.

Falando em profissionais é muito importante a visita ao Dermatologista, só ele poderá indicar os melhores produtos na quantidade certa e adequada a sua pele além de analisar o quanto antes qualquer anormalidade que se apresente nela.

Depois de todas as dicas, vai aí à última: Beber muita água filtrada sempre, além de comer alimentos leves e coloridos, fora isso curta o sol sempre com precaução. Para finalizar seguem algumas dicas práticas e caseiras para deixar sua pele radiante!

Máscara de banana

Uma banana madura
Uma ou duas colheres de chá de creme de leite

Modo de usar:
Amasse a banana com um garfo e misture o creme de leite até que fique uma mistura homogênea, aplique sobre o rosto, pescoço e colo, deixe agir por 15 min. após lavar com água fria. É muito eficiente para pele seca, sensível e normal. Restaura a elasticidade da pele.

Máscara de moranguinhos

Uma mão cheia de moranguinhos (na quantidade que dê para uma aplicação no rosto)
Uma colher de chá de mel
Uma colher de chá de requeijão ou creme de leite
Uma colher de chá de creme para o rosto (o que você usa em casa)

Modo de usar:
Amassar os moranguinhos com um garfo, misturar o mel e o requeijão e por último o creme para o rosto, até formar uma pasta homogênea. Aplicar sobre o rosto, pescoço e colo, deixar agir por 20 min. Depois retirar a máscara com água quente. Indicado para pele oleosa e normal. Eficiente na hidratação da pele.

Máscara de mel com claras de ovo

Uma clara de ovo
3 colheres de sopa de mel
E um pouco de farinha de trigo

Modo de usar
Bater as claras em neve, misturar o mel, se a textura for muito fina aqueça um pouco e misture a farinha de trigo até se formar uma mistura homogênea e pastosa. Aplique (se tiveres um pincel melhor) sobre o rosto pescoço e colo, deixe agir por 30 min. após lavar com água morna e pronto. Indicado para todos os tipos de pele.

Enxaqueca X Qualidade de Vida

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Posted by Carla Bock | Posted in Destaques, Saúde | Posted on 02-03-2009

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Todos nós já sentimos algum dia dores de cabeça, estas vêm e vão sem que muitas vezes percebemos a sua freqüência, intensidade ou efeitos, porém para milhões de pessoas, uma delas é motivo de sofrimento diário e luta constante para superá-la. A Enxaqueca, é um tipo de dor de cabeça, que apesar de conhecida, ainda ostenta perguntas elementares e é alvo de estudos constantes, trata-se de uma dor de cabeça crônica, conhecida como cefaléia transtorno ou de distúrbio. Ela tira o sono, a tranqüilidade e impossibilita muitas pessoas de viverem sua vida social e familiar ou de fazer qualquer coisa, atingindo pessoas de diferentes idades e sexo, com incidência maior em mulheres na puberdade e diminuição da mesma na menopausa.

Tudo o que queremos é algo mágico que nos liberte deste sofrimento da forma mais rápida possível, logo o uso de alternativas das mais variadas, com tendência a medicamentos fortes mas muitas vezes ainda ineficazes à longo prazo. Um mal que atinge milhões de pessoas no mundo todo, só no Brasil, segundo dados do hospital Israelita Albert Eistein em conjunto com a Sociedade Brasileira de Cefaléia, mostram que 15,2% da população sofre desta dor, cerca de 27,3 milhões de brasileiros, o que devemos observar é que apesar das inúmeras cefaléias existentes, geralmente de origem tensional, esta não é somente mais uma, com dor um pouco mais intensa, assim caracterizada pela maioria das pessoas, e sim um distúrbio que causa dor pulsátil local ou generalizada. A Organização Mundial da Saúde classifica-a entre as 20 doenças mais debilitáveis, equivalente a demência, compromete a qualidade de vida de um número significativo e cada vez maior de pessoas.

Ela aparece de forma leve e gradativamente vai se agravando, provocando pressão craniana, muitas vezes num único ponto como numas das têmporas ou ainda na parte central superior da cabeça, até atingir a dor constante que vai de moderada a intensa, com latejos, “fisgadas” muito profundas levando ao lacrimejo dos olhos, dores no pescoço, náuseas, vômitos e tonturas. Chegando a comprometer parcialmente a visão, em casos mais graves com aura, ou seja, cria-se uma espécie de brisa ao redor dos objetos e afasia com dificuldade em encontrar palavras, situações que pioram com os movimentos, até atingir a coordenação. Pode durar de algumas horas a três dias, denominada crônica ou se for semanas, episódica.

Não tendo hora nem local para acometer os portadores, reage facilmente a estímulos, dado a hipersensibilidade do cérebro, sua origem pode ser variável, de um cheiro mais forte, como cosméticos, produtos de limpeza, dormir pouco, longos intervalos entre as refeições, claridade intensa por longos períodos, bebidas alcoólicas, ciclo menstrual, sons muito agudos, calor para pessoas com pressão arterial, estresse da rotina, ansiedade, nervosismo e da alimentação que inclua alimentos muito gordurosos principalmente frituras e doces em geral. Alguns pesquisadores acreditam que essa sensibilidade é histórica dentre os portadores, colocando em condição a hereditariedade.

Cerebro Enxaqueca

Há formas ainda restritas de tratamento eficaz da enxaqueca, sendo eles sintomáticos e preventivos, ambos utilizam as drogas como coadjuvantes e por isso um médico deve ser consultado. Os sintomáticos, partem dos sintomas para controlar e acabar com a dor, quando o paciente já está sentindo a mesma, ou seja, age diretamente no distúrbio já existente. Já o método preventivo, consiste no tratamento prévio e contínuo para permanecer sem dor, sendo este tratamento mais indicado em casos de enxaqueca frequente, pois através do uso de uma dose diária, faz o cérebro produzir e receber a quantidade certa de uma determinada substância química, diminuindo a frequência e intensidade da dor, uma certa “reeducação” do cérebro.

Há vários tipos de medicamentos, o médico deve optar por um deles seguindo o histórico de cada paciente bem como os possíveis efeitos colaterais. Não há fórmula pronta, podem ser utilizados desde medicamentos antidepressivos, relaxantes musculares, para problemas circulatórios ou de pressão arterial. Nenhum deles causa dependência, pois há 3 décadas descobriu-se que nem sempre a bula condiz com a utilização própria para o qual o medicamento foi desenvolvido, as doses são diferentes em casos de prevenção e o uso pode ser temporário, dependo de cada caso. O uso contínuo de medicamentos não descarta a possibilidade da necessidade de medicamentos sintomáticos em casos de crise, pois o tratamento preventivo é a longo prazo. Nem sempre o tratamento acaba totalmente com a doença, mas as chances são grandes de que desapareça por longos períodos, já em outros casos chega a ser eliminada.

No universo das pesquisas há novas descobertas de tratamento, ainda que na sua maioria seja pela utilização de drogas, é animador pela possibilidade de obter-se medicamentos que possam ser mais eficazes, e com menos efeitos secundários, como é o caso do “MK0974”, assim conhecido até o momento, pois deverá surgir no mercado em 3 anos, apresentando uma redução da dor em até 24 horas comparado a Triptanos utilizados no momento.

Não podemos aqui descartar o uso por muitas pessoas, de analgésicos comuns como paracetamol, porém, quem é portador de enxaqueca sabe que, são raras as vezes que estas “boletas” são eficazes, por mais que seja no estágio inicial da dor, mas também não deixam de ser uma alternativa, é um resultado que depende de cada circunstância e indivíduo.

A questão é, acabar com o sofrimento, com a dor, e para isso é importante procurar ajuda de profissionais o quanto antes, tanto de médicos através do uso de medicamentos, assim como usar terapias alternativas como: Yoga, relaxamento, acupuntura, massagens, compressas de gelo ou chás. Tudo atuando em conjunto pode trazer bons resultados e devolver a qualidade de vida bem como o bem-estar sem dor de cabeça. Nós merecemos este alívio.

Convivendo com Endometriose

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Posted by Carla Bock | Posted in Destaques, Saúde | Posted on 25-02-2009

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A complexidade com que se apresenta o corpo da mulher, dada uma rotina repleta de afazeres, característica da mulher moderna, sujeita-a fragilmente a diversos problemas de saúde, entre eles os ginecológicos, indiferente ao quadro apresentado, que pode ser de gravidade moderada à crônica são inevitáveis os efeitos à sensível integridade feminina, corpo, mente e espírito. Diante da diversidade de doenças existentes, vou me ater a Endometriose.

Esta palavra quando mencionada pelos profissionais de saúde às mulheres, é motivo de medo, dúvidas e sentimento de impotência. Isso se deve ao fato de ser uma doença sem causa comprovada, intrigante, com direito a fundações e associações, divaga ainda somente sobre hipóteses e diagnósticos os quais ressaltam a infertilidade como agravante. Somente isso já é o bastante para acabar com muitas noites de sono de uma parcela significativa das mulheres no mundo todo.

Estatisticamente, sabe-se que cerca de 10% da população feminina com idade entre 25 à 50 anos no mundo todo sofrem deste mal. O que elas têm em comum, são unicamente os sintomas, dor e infertilidade. Estudos afirmam que, “Endometriose é uma doença que acomete mulheres em período reprodutivo, que consiste na presença de endométrio em locais fora do útero”, fonte.

Endométrio que é a camada que reveste internamente o útero e recebe a fertilização, renovando-se a cada menstruação. Este tecido, também chamado de foco, é encontrados com frequência na região sobre os ovários, em alguns casos se desenvolvem na região abdominal, como na superfície externa do intestino grosso e delgado, ureteres e na bexiga, podem aparecer focos em cicatrizes cirúrgicas presentes nessa região. Este tecido funciona fora, como se estivessem dentro do útero, ocasionando hemorragias durante a menstruação, em últimos casos podem afetar ou inferir no funcionamento dos órgãos citados. Não é uma doença transmissível nem contagiosa, mas também não há prevenção para ela.

Em geral os sintomas são, dores na região pélvica, cólicas intensas e irregularidades no ciclo menstrual, câimbras abdominais, dores na relação sexual e infertilidade. Conforme dados coletados: 20% das mulheres tem dor, 60% tem dor e infertilidade e 20% somente infertilidade. A incoerência entre sintomas e estágio da doença pode existir, logo, podem aparecer muitos focos, poucos sintomas e um quadro avançado de doença, ou ainda, poucos focos, muitos sintomas num estágio inicial de doença. É comum entre as mulheres que procuram auxílio médico, apresentarem cansaço, alterações de humor, depressão e tensão pré-menstrual, em decorrência do desgaste físico e mental, ocasionado pelas dores contínuas, desconforto abdominal e até problemas conjugais.

Endometriose

As causas, ainda são uma grande incógnita para todos os especialistas da área. Teorias somente revelam que células da camada interna do útero são eliminadas a cada menstruação e se alocam na região abdominal. Numa hipótese mais ousada, sugerem ser de origem hereditária. O mais preocupante é que há poucos recursos que podem comprovar a real presença da doença bem como a quadro em que ela pode se encontrar, normalmente são realizados vários exames ginecológicos entre eles o ultra – som endovaginal e outros exames que descartam outros tipos de doenças, além do exame do toque, este que deve merecer atenção especial por parte do profissional, considerando sempre os sintomas comuns, depois disso é passível concluir que pode ser Endometriose, mas isso só é confirmado através de procedimentos com incisão para maior precisão e reversão do quadro.

Depois de diagnosticado cuidadosamente o caso, o tratamento a ser seguido, deve partir de uma decisão entre paciente e médico de forma consciente, com atenção especial às mulheres que querem engravidar. Dentre os procedimentos, há as cirurgias, sendo a mais comum a videolaparoscopia, a qual requer de anestesia geral, e a paciente recebe duas a três incisões sendo uma delas logo abaixo do umbigo, após são “queimados” os focos encontrados. Também é comum o uso de medicamentos como pílulas anticoncepcionais contínuas, implante ou DIU. Nestes casos como forma de prevenir a proliferação e reinstalação do tecido, pois ocorre a interrupção do ciclo menstrual. Não havendo sangramentos não há refluxo, ou seja, o sangue não sobe pelas trompas evitando assim sua instalação em outros pontos e órgãos. Ainda há um dilema sobre o uso de contraceptivos contínuos, e isso é aceitável diante da relação evolução científica e cultura tradicional, mas há outras formas de prevenção e controle da Endometriose o importante é que seja adotado um deles, através do devido acompanhamento médico, respeitando a vontade, decisão e adaptação de cada mulher.

Partindo do respeito ao nosso próprio corpo e da dádiva que nos foi dada para sermos mães, nós mulheres temos o dever de cuidar bem dele, respeitando seus limites e de nos atentarmos quando ele nos alerta de que algo não está bem, observe-se diariamente, não deixe passar despercebida uma dor, que diante do cansaço e rigidez às sensações, pode ser considerada “normal”. Procure profissionais competentes, fazendo ao menos os exames periódicos e tenha um acompanhamento médico continuo, podendo assim perceber que a Endometriose não deve ser tão temida assim, ela é reversível quando diagnosticada a tempo e os tratamentos não são dolorosos, por isso mais uma vez falo como mulher e portadora, à todas as mulheres: Ame e cuide-se a saúde é vital.

Sono: Um Bem Necessário

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Posted by Luciana Silveira Ferreira | Posted in Ciências, Saúde | Posted on 08-10-2007

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Nosso corpo é uma máquina que está em constante atividade, até mesmo durante o sono, pois reações de liberação de hormônios ocorrem nesse período de descanso e nosso cérebro continua ativo enquanto dormimos. Durante as décadas de 70 e 80, acreditava-se que dormir apenas cinco horas por noite era o suficiente para repor as energias além de aproveitar melhor o dia. Até este período, os estudos científicos não comprovavam a importância do sono e principalmente a qualidade do sono.

Cientistas e médicos revelam que é durante o sono que o organismo produz os hormônios do crescimento que possibilitam o rejuvenescimento e a renovação celular. O sono é fundamental para que possamos memorizar acontecimentos do dia-a-dia, reforçando assim o que foi aprendido e sendo peça chave na aprendizagem.

Ciclo do Sono

Pesquisas feita pelos israelenses Dov Sagi e Avi Karni, em 1993, e confirmadas pelos norte-americanos Allan Hobson e Robert Stickgold, comprovaram que o sono profundo, durante a primeira metade da noite, é essencial para a consolidação do aprendizado.

Mônica Andersen, biomédica da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), acompanhou o comportamento de ratos mantidos acordados por quatro dias seguidos, sendo seu objetivo inicial investigar a origem da agressividade e da agitação decorrentes da falta de sono. A partir dos experimentos, Mônica observou alguns aspectos curiosos, no qual os ratos passaram a ter ereção espontânea mesmo sem nenhuma rata por perto, isso porque a privação do sono afeta o funcionamento do sistema nervoso a uma área associada ao prazer. Além disso, Mônica testou se drogas como cocaína, maconha e as anfetaminas de fato melhoram o desempenho sexual, como dizem seus usuários. De fato houve um aumento no número de ereções nos ratos, mas isso só é aparentemente benéfico, pois o uso contínuo de cocaína causa impotência sexual e a privação prolongada do sono gera um desequilíbrio bioquímico no organismo capaz de levar à morte.

InsoniaA dor também interfere de maneira significativa no sono. De acordo com a médica reumatologista Suely Roizenblatt, a relação entre dor e qualidade do sono é uma via de mão dupla: a dor pode atrapalhar o sono, mas as alterações no sono também parecem aumentar a sensibilidade à dor. Em ambos os casos, o resultado é sempre uma intensa sensação de cansaço durante o dia seguinte, mesmo que a pessoa tenha dormido um número de horas suficiente para repor as energias.

Em situações de estresse, como, por exemplo, dias tumultuados no trabalho, acaba prejudicando o organismo de maneira que este reage através de uma rápida liberação de corticóides, hormônios que aceleram a produção de energia e ajudam a manter o corpo em alerta. Isso nos ajuda a entender porque as pessoas ficam sonolentas no dia seguinte àquele em que enfrentaram uma situação estressante. Uma noite mal dormida ecoa por todo o corpo e podem provocar lesões em alguns órgãos, como o fígado e coração.

Será a qualidade do sono transmitida hereditariamente?

Segundo cientistas da Universidade de Lausanne, na Suíça, isso é verídico, pois identificaram pela primeira vez um gene relativo ao “sono normal”, publicado na revista Science. Os pesquisadores também estabeleceram que a vitamina A influi na qualidade do sono, embora não tenha sido possível determinar se é o seu excesso ou sua falta que perturba o sono.

A equipe de cientistas estudou em ratos a atividade delta, que mede a profundidade do sono mediante um eletroencefalograma. No ser humano, esta atividade diminui com a idade, o que explica por que as crianças dormem profundamente e se recuperam durante o sono, enquanto em geral os idosos não dormem tão bem.

O estudo feito em ratos prova que o excesso de vitamina A é ruim para o sono, mas os cientistas ignoram as conseqüências da falta desta vitamina no organismo. “Nós não sabemos exatamente qual é a taxa necessária”, admitiu o pesquisador Mehdi Tafti, líder do estudo. Ele lembrou que a vitamina A pode ser tóxica, sobretudo para as mulheres grávidas.

Através desses estudos, conclui-se que a qualidade do sono interfere de maneira significativa no nosso organismo, tanto podemos nos beneficiar se tivermos uma qualidade saudável de sono ou nos prejudicar se passarmos por noites mal dormidas. Portanto, devemos nos dar ao luxo de pelo menos 8 horas nos desligarmos de tudo e deixar que somente os sonhos interfiram na nossa noite.

Dom Quixote

“Deus abençoe o inventor do sono, a capa que cobre os pensamentos do homem…o peso que nivela o servo com o rei e o simples com o sábio.”

Miguel de Cervantes (Dom Quixote)

A importância da qualidade de vida

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Posted by Luciana Silveira Ferreira | Posted in Vida Saudável | Posted on 23-09-2007

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O conceito de qualidade vida mais simples é “estar em equilíbrio”, tanto na vida profissional quanto na pessoal. A realidade dos dias atuais não permite que a maioria das pessoas tenha uma boa qualidade de vida, pois a correria do dia-a-dia torna-se inevitável e assim deixamos de lado certas coisas que são importantes para o nosso bem estar.

Fatores como stress e depressão passaram a fazer parte da rotina de muitos, mas, não há dúvida de que o impacto do stress na saúde e na qualidade de vida da pessoa podem ser um estímulo e motivá-la a atingir seus objetivos como pode gerar situações devastadoras.

A depressão é uma doença que afeta em muitos aspectos a qualidade de vida, assim como altera o sono, apetite, nível de energia, enfim, a pessoa como um todo é prejudicada.

Viva Melhor

O stress é o resultado de uma reação que o nosso organismo tem quando estimulado por fatores externos desfavoráveis, e isso acarreta uma liberação do hormônio adrenalina no nosso organismo, prejudicando, principalmente, nosso aparelho respiratório e circulatório. “o estresse é o resultado do homem criar uma civilização, que ele, o próprio homem não mais consegue suportar” , ou seja, as pessoas não conseguem mais manter seu estado de equilíbrio diante da sociedade moderna devido aos fatores do meio.

Muitas são nossas preocupações, podendo nos levar a ter sensações de medo, irritabilidade, nervosismo, e como conseqüência dessa revolução de sentimentos temos uma resposta pelo organismo que nos é desfavorável, então temos que optar por viver bem e com qualidade ou simplesmente fazer de conta que somos heróis e que nada irá nos acontecer.

Então, o que fazer para ter uma vida mais saudável e equilibrada?

Na maioria dos casos a solução é óbvia, mas difícil de se fazer: mudar hábitos. Deitar mais cedo, dormir mais, fumar e beber menos (um pouco de álcool socialmente é bom), alimentação mais saudável, socializar mais com amigos, dançar, fazer esportes, ir ao cinema, viajar, tirar férias, curtir a família. À medida que colocamos em nossas vidas hábitos que nos façam bem, que nos tragam alegria, começamos a mudar e perceber que podemos sim termos equilíbrio para viver com qualidade. Não fomos feitos para estar constantemente ligados.

A excelência pessoal é fruto do equilíbrio entre o físico, o mental e o emocional. Há momentos que devemos parar um pouco nosso ritmo se estivermos sobrecarregados, fazermos o que nos é prazeroso, nos darmos ao luxo de ler um bom livro, assistir um bom filme, ir a um lugar que gostamos, conhecer novas pessoas, porque são as pequenas coisas e as mais simples que fazem a vida valer a pena.

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