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	<title>Nutricy &#187; TDAH</title>
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	<description>Preservando a vida saudável</description>
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		<title>Anormalidades cerebrais em crian&#231;as com TDAH &#8211; Transtorno do d&#233;ficit de aten&#231;&#227;o e hiperatividade</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Jan 2012 20:00:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cesar Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[TDAH]]></category>

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		<description><![CDATA[Os c&#233;rebros de crian&#231;as com d&#233;ficit de aten&#231;&#227;o (TDAH) mostram anormalidades em certas &#225;reas envolvidas com a &#8220;aten&#231;&#227;o visual&#8221;. Pesquisadores realizaram exames de resson&#226;ncia magn&#233;tica funcional (fMRIs) em 19 crian&#231;as, com idades entre 9 e 15 anos, diagnosticadas com TDAH e 19 crian&#231;as sem a doen&#231;a. Enquanto as crian&#231;as passaram por um teste, em que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os c&eacute;rebros de crian&ccedil;as com d&eacute;ficit de aten&ccedil;&atilde;o (TDAH) mostram anormalidades em certas &aacute;reas envolvidas com a &#8220;aten&ccedil;&atilde;o visual&#8221;. Pesquisadores realizaram exames de resson&acirc;ncia magn&eacute;tica funcional (fMRIs) em 19 crian&ccedil;as, com idades entre 9 e 15 anos, diagnosticadas com TDAH e 19 crian&ccedil;as sem a doen&ccedil;a. Enquanto as crian&ccedil;as passaram por um teste, em que foram apresentados um conjunto de n&uacute;meros que deveriam ser lembrados posteriormente.</p>
<p>O teste requer que as crian&ccedil;as prestem mais aten&ccedil;&atilde;o e mantenham o foco, a fim de lembrar o conjunto de n&uacute;meros apresentado. Um fMRI &eacute; um tipo de resson&acirc;ncia magn&eacute;tica mais complexo, usado ​​para medir a atividade cerebral. Os exames mostraram que as crian&ccedil;as com TDAH tem menos atividade no lobo frontal, lobo parietal e do lobo temporal.</p>
<p>Essas regi&otilde;es do c&eacute;rebro tamb&eacute;m foram associadas com a aten&ccedil;&atilde;o e a mem&oacute;ria de trabalho. Crian&ccedil;as com TDAH tamb&eacute;m mostraram diferen&ccedil;as na conectividade cerebral entre certas regi&otilde;es, incluindo anormalidades a &#8220;curto alcance&#8221;, &#8220;longo alcance&#8221; e &#8220;atrav&eacute;s do hemisf&eacute;rio&#8221;.<br />
<img class="size-medium wp-image-3817 alignright" style="border-style: initial; border-color: initial; border-image: initial; border-width: 0px; margin: 5px;;  float: right; padding: 4px; margin: 0 0 2px 7px;" src="http://nutricy.com/wp-content/uploads/2011/12/tdah-300x198.jpg" alt="saude  tdah 300x198 Anormalidades cerebrais em crianças com TDAH   Transtorno do déficit de atenção e hiperatividade" width="300" height="198" title="Anormalidades cerebrais em crianças com TDAH   Transtorno do déficit de atenção e hiperatividade saude " /><br />
O que isto nos diz &eacute; que as crian&ccedil;as com TDAH  utilizam parcialmente diferentes vias funcionais do c&eacute;rebro para processar essas informa&ccedil;&otilde;es. TDAH afeta de 5% &agrave; 8% de crian&ccedil;as em idade escolar, seus sintomas, que podem persistir na vida adulta, incluem desaten&ccedil;&atilde;o, hiperatividade e impulsividade al&eacute;m do que &eacute; normalmente visto, dada a idade da crian&ccedil;a e seu desenvolvimento.</p>
<p>Apesar dos pesquisadores afirmarem que as anormalidades de conectividade do c&eacute;rebro poderiam eventualmente serem usadas como uma ferramenta de diagn&oacute;stico para o TDAH, outros especialistas dizem que ainda h&aacute; muito &agrave; ser aprendido para que essa id&eacute;ia seja de fato afirmada. Por isso, mais estudos  devem ser realizados, para determinar as diferen&ccedil;as de conectividade observadas nos exames (fMRI), que s&atilde;o exclusivamente vistas em crian&ccedil;as com TDAH e tamb&eacute;m em crian&ccedil;as com outras condi&ccedil;&otilde;es.</p>
<p>Embora os resultados estejam muito longe de ser uma ferramenta de diagn&oacute;stico, eles sugerem que um mecanismo do c&eacute;rebro est&aacute; diretamente associado aos sintomas de TDAH. N&atilde;o existe um teste &uacute;nico para TDAH, atualmente, os m&eacute;dicos diagnosticam TDAH utilizando informa&ccedil;&otilde;es sobre o comportamento de uma crian&ccedil;a dadas pelos pais e as informa&ccedil;&otilde;es dos exames m&eacute;dicos, a fim de descartar outras poss&iacute;veis condi&ccedil;&otilde;es.</p>
<p>De fato, diagnosticar o TDAH ainda &eacute; muito dif&iacute;cil, por causa de sua grande variedade de sintomas comportamentais. Por isso, estabelecer um biomarcador de imagem (confi&aacute;vel) do TDAH seria uma grande contribui&ccedil;&atilde;o para o tratamento dessa condi&ccedil;&atilde;o.</p>
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		<title>TDAH &#8211; Porque algumas crian&#231;as n&#227;o respondem bem ao tratamento?</title>
		<link>http://nutricy.com/tdah-porque-algumas-criancas-nao-respondem-bem-ao-tratamento/</link>
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		<pubDate>Sat, 29 Oct 2011 14:41:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cesar Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[criança]]></category>
		<category><![CDATA[TDAH]]></category>
		<category><![CDATA[Tratamento]]></category>

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		<description><![CDATA[Um novo estudo realizado por cientistas americanos, afirma que crian&#231;as com variantes gen&#233;ticas espec&#237;ficas respondem melhor ao tratamento com drogas metilfenidato (Ritalin/Concerta), que geralmente s&#227;o usados para tratar o d&#233;ficit de aten&#231;&#227;o e hiperatividade. A descoberta pode ajudar a melhorar o tratamento do TDAH, de acordo com o os pesquisadores do Hospital Infantil de Cincinnati. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um novo estudo realizado por cientistas americanos, afirma que crian&ccedil;as com variantes gen&eacute;ticas espec&iacute;ficas respondem melhor ao tratamento com drogas metilfenidato (Ritalin/Concerta), que geralmente s&atilde;o usados para tratar o d&eacute;ficit de aten&ccedil;&atilde;o e hiperatividade. A descoberta pode ajudar a melhorar o tratamento do TDAH, de acordo com o os pesquisadores do Hospital Infantil de Cincinnati.</p>
<p>Os m&eacute;dicos ainda n&atilde;o descobriram uma maneira eficaz de prever se crian&ccedil;a ir&aacute; obter uma  grande melhora nos sintomas de TDAH com o uso de determinado medicamento, por isso, atualmente usam uma abordagem de tentativa e erro. Infelizmente, como resultado, encontrar um tratamento eficaz pode levar um longo tempo, o que de fat0 n&atilde;o &eacute; bom para uma crian&ccedil;a, principalmente aquelas que j&aacute; est&atilde;o na escola e j&aacute; recebem algum tipo de cobran&ccedil;a.<br />
<img class="size-medium wp-image-3127 alignright" style="border-style: initial; border-color: initial; border-width: 0px; margin: 5px;;  float: right; padding: 4px; margin: 0 0 2px 7px;" src="http://nutricy.com/wp-content/uploads/2011/10/TDAH-300x169.jpg" alt="saude  TDAH 300x169 TDAH   Porque algumas crianças não respondem bem ao tratamento?" width="300" height="169" title="TDAH   Porque algumas crianças não respondem bem ao tratamento? saude " /><br />
&Eacute; necess&aacute;rio saber mais informa&ccedil;&otilde;es sobre os genes que podem estar envolvidos na resposta para o melhor tratamento contra o TDAH, dessa forma ser&aacute; poss&iacute;vel prever o curso do tratamento, a abordagem para adaptar os tratamentos para cada crian&ccedil;a, melhorar a resposta dos sintomas, al&eacute;m de diminuir os custos dos cuidados de sa&uacute;de.</p>
<p>Os pesquisadores analisaram 100 crian&ccedil;as com TDAH (de 7 a 11 anos) e descobriram que aquelas que apresentavam variantes espec&iacute;ficas do transportador de dopamina (DAT) e do receptor de dopamina D4 (DRD4), apresentaram uma melhora significativa na hiperatividade e impulsividade depois de tomar metilfenidato do que aquelas sem as variantes do gene. Especificamente, as crian&ccedil;as com a variante DAT e o gene DRD4, apresentaram melhores resultados  com o uso metilfenidato do que aqueles sem as variantes.</p>
<p>O estudo foi publicado dia 21 de outubro, no Jornal da Academia Americana de Psiquiatria Infantil e Adolescente. No entanto, novas pesquisas em um n&uacute;mero maior de pacientes s&atilde;o necess&aacute;rias para confirmar estes resultados e seus significados cl&iacute;nicos, informaram os pesquisadores. Dessa forma, ser&aacute; poss&iacute;vel encontrar respostas mais abrangentes, o que com certeza facilitar&aacute; a descoberta de tratamentos mais eficazes.</p>
<p>O transtorno do d&eacute;ficit de aten&ccedil;&atilde;o e hiperatividade &eacute; muito comum, cerca de 6% das crian&ccedil;as em fase escolar s&atilde;o portadoras do TDAH, sendo que, em at&eacute; 50% desses casos o transtorno pode se estender at&eacute; a vida adulta. &Eacute; importante destacar que apesar de existirem fatores gen&eacute;ticos como principais causadores do TDAH, o ambiente em que a crian&ccedil;a vive tamb&eacute;m pode contribuir no desenvolvimento do transtorno. Por isso, &eacute; importante manter um ambiente tranquilo e familiar em casa, evitando brigas e discuss&otilde;es desnecess&aacute;rias.</p>
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		<title>Transtorno de D&#233;ficit de Aten&#231;&#227;o e Hiperatividade</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Mar 2008 12:30:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Inedí Teixeira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[atenção]]></category>
		<category><![CDATA[cérebro]]></category>
		<category><![CDATA[déficit]]></category>
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		<description><![CDATA[Todos n&#243;s, provavelmente, j&#225; ouvimos falar do TDAH. Ou lemos sobre o assunto ou conhecemos algu&#233;m com o transtorno ou simplesmente reconhecemos coloca&#231;&#245;es como desatento, hiperativo ou impulsivo. O TDAH – Transtorno de D&#233;ficit de Aten&#231;&#227;o e Hiperatividade, anteriormente conhecido como dist&#250;rbio de d&#233;ficit de aten&#231;&#227;o ou disfun&#231;&#227;o cerebral m&#237;nima &#233; um transtorno de sa&#250;de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Todos n&oacute;s, provavelmente, j&aacute; ouvimos falar do TDAH. Ou lemos sobre o assunto ou conhecemos algu&eacute;m com o transtorno ou simplesmente reconhecemos coloca&ccedil;&otilde;es como desatento, hiperativo ou impulsivo.</p>
<p>O TDAH – Transtorno de D&eacute;ficit de Aten&ccedil;&atilde;o e Hiperatividade, anteriormente conhecido como dist&uacute;rbio de d&eacute;ficit de aten&ccedil;&atilde;o ou disfun&ccedil;&atilde;o cerebral m&iacute;nima &eacute; um transtorno de sa&uacute;de mental que, como o pr&oacute;prio nome menciona, tem como manifesta&ccedil;&atilde;o a desaten&ccedil;&atilde;o, a hiperatividade e/ou impulsividade. Podendo esses serem predominantes ou combinados. Em geral, meninos apresentam mais sintomas de hiperatividade e meninas &agrave; desaten&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>Sendo esse um assunto que me chama muito a aten&ccedil;&atilde;o, n&atilde;o s&oacute; por ser estudante de Psicologia e interessada pela neuroci&ecirc;ncia, mas tamb&eacute;m por ter um caso familiar, tentarei sintetizar alguns pontos importantes desse problema cl&iacute;nico muito freq&uuml;ente nos dias de hoje.</p>
<p><img src="http://nutricy.com/wp-content/uploads/2008/03/hiperativo.jpg" border="0" alt="saude  hiperativo Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade" hspace="5" vspace="5" align="left" title="Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade saude " />Existe uma s&eacute;rie de sintomas a serem avaliados com rela&ccedil;&atilde;o aos comportamentos. Podemos citar como exemplos, a dificuldade de manter a aten&ccedil;&atilde;o durante tarefas, principalmente quando estas n&atilde;o o estimulam e perda freq&uuml;ente de objetos (desaten&ccedil;&atilde;o), mexer as m&atilde;os e p&eacute;s, correr e falar excessivamente (hiperatividade) e dificuldade de esperar sua vez, interromper e intrometer-se nas atividades dos outros (impulsividade).</p>
<p>Estudos indicam que os fatores desencadeantes desse transtorno s&atilde;o gen&eacute;ticos, embora talvez n&atilde;o o transtorno em si, mas sim uma vulnerabilidade herdada e ambientais, como problemas de rela&ccedil;&atilde;o familiar, complica&ccedil;&otilde;es na gesta&ccedil;&atilde;o ou durante o parto.</p>
<p>S&atilde;o v&aacute;rios os crit&eacute;rios avaliados de comportamentos para apontar a hip&oacute;tese desse diagn&oacute;stico. A crian&ccedil;a (ou tamb&eacute;m um adulto) deve apresentar pelo menos seis dos sintomas de desaten&ccedil;&atilde;o e/ou hiperatividade e impulsividade. Sendo que estes devem estar presentes em pelo menos dois ambientes diferentes (casa, escola, atividades sociais) e devem estar persistindo por pelo menos seis meses. O indiv&iacute;duo enquadrado nestes sintomas deve ser encaminhado para avalia&ccedil;&atilde;o profissional: neurologista, psiquiatra ou um profissional que tenha experi&ecirc;ncia com o transtorno.</p>
<p>O tratamento &eacute; realizado com metilfenidato, mais conhecido como a Ritalina, que atua como um fraco estimulante do sistema nervoso central, inibindo o transporte de dopamina (neurotransmissor, precursor natural da adrenalina e da noradrenalina) no c&eacute;rebro. Esse medicamento deve ser utilizado por adultos ou crian&ccedil;as acima de sete anos e antes de prescrito, deve-se fazer uma avalia&ccedil;&atilde;o no hist&oacute;rico do paciente. Tamb&eacute;m &eacute; fundamental a interven&ccedil;&atilde;o de um psicoterapeuta e psicopedagogo. Este conjunto combinado &eacute; chamado de interven&ccedil;&atilde;o multimodal e serve para um adequado equil&iacute;brio tamb&eacute;m emocional do paciente, fam&iacute;lia e professores.</p>
<p>Os pais e/ou cuidadores devem estar bem esclarecidos e orientados quanto o TDAH. Muitos se queixam do comportamento, perdem a paci&ecirc;ncia e n&atilde;o sabem lidar com estas crian&ccedil;as e por falta de informa&ccedil;&atilde;o, acabam agravando mais os sintomas. Existem estrat&eacute;gias que, sendo trabalhadas em conjunto com os envolvidos, podem amenizar a tens&atilde;o e melhorar o relacionamento.</p>
<p>&Eacute; importante lembrar que nem todas as crian&ccedil;as que apresentam os sintomas comportamentais de desaten&ccedil;&atilde;o, hiperatividade e/ou impulsividade s&atilde;o realmente perturbadas pelo TDAH. Percebe-se tamb&eacute;m, muitos destes sintomas originados de problemas psicol&oacute;gicos e por isso enfatizo a import&acirc;ncia de saber o hist&oacute;rico desse paciente e a interven&ccedil;&atilde;o terap&ecirc;utica. O que pode ocorrer nestes casos &eacute; uma falta de aten&ccedil;&atilde;o dos pais e/ou cuidadores &agrave; crian&ccedil;a e n&atilde;o que a mesma possua o d&eacute;ficit de aten&ccedil;&atilde;o e sendo assim, ela utiliza de certos mecanismos para chamar a aten&ccedil;&atilde;o para si.</p>
<p>Portanto, &eacute; importante uma boa avalia&ccedil;&atilde;o destes profissionais com muito cuidado para n&atilde;o sair diagnosticando o transtorno para qualquer crian&ccedil;a que apresente os sintomas. Talvez por isso, o TDAH hoje esta bastante “rotulado” como sendo a “doen&ccedil;a da moda”.</p>
<p>O que quero dizer &eacute; que, o TDAH est&aacute; presente em muitos casos cl&iacute;nicos, mas que precisamos prestar aten&ccedil;&atilde;o neste conjunto de fatores abordados.</p>
<p style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="350" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/8ETE5i3OhKg" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="350" src="http://www.youtube.com/v/8ETE5i3OhKg"></embed></object></p>
<p>Fica imposs&iacute;vel abordar tudo o que se conhece aqui, pela quantidade de informa&ccedil;&atilde;o relacionada, mas espero ter ajudado dissipando algumas d&uacute;vidas e havendo mais, fico a disposi&ccedil;&atilde;o no que puder ajudar.</p>
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