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	<title>Nutricy &#187; transtorno</title>
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	<description>Preservando a vida saudável</description>
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		<title>Enxaqueca X Qualidade de Vida</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Mar 2009 11:00:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carla Bock</dc:creator>
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<p>Todos n&oacute;s j&aacute; sentimos algum dia dores de cabe&ccedil;a, estas v&ecirc;m e v&atilde;o sem que muitas vezes percebemos a sua freq&uuml;&ecirc;ncia, intensidade ou efeitos, por&eacute;m para milh&otilde;es de pessoas, uma delas &eacute; motivo de sofrimento di&aacute;rio e  luta constante para super&aacute;-la. A Enxaqueca, &eacute; um tipo de dor de cabe&ccedil;a, que apesar de conhecida, ainda ostenta perguntas elementares e &eacute; alvo de estudos constantes, trata-se de uma dor de cabe&ccedil;a cr&ocirc;nica, conhecida como cefal&eacute;ia transtorno ou de dist&uacute;rbio. Ela tira o sono, a tranq&uuml;ilidade e impossibilita muitas pessoas de viverem sua vida social e familiar ou de fazer qualquer coisa, atingindo pessoas de diferentes idades e sexo, com incid&ecirc;ncia maior em mulheres na puberdade e diminui&ccedil;&atilde;o da mesma na menopausa.</p>
<p>Tudo o que queremos &eacute; algo m&aacute;gico que nos liberte deste sofrimento da forma mais r&aacute;pida poss&iacute;vel, logo o uso de alternativas das mais variadas, com tend&ecirc;ncia a medicamentos fortes mas muitas vezes ainda ineficazes &agrave; longo prazo. Um mal que atinge milh&otilde;es de pessoas no mundo todo, s&oacute; no Brasil, segundo dados do hospital Israelita Albert Eistein em conjunto com a Sociedade  Brasileira de Cefal&eacute;ia, mostram que 15,2% da popula&ccedil;&atilde;o sofre desta dor, cerca de 27,3 milh&otilde;es de brasileiros, o que devemos observar &eacute; que apesar das in&uacute;meras cefal&eacute;ias existentes, geralmente de origem tensional, esta n&atilde;o &eacute; somente mais uma, com dor um pouco mais intensa, assim caracterizada pela maioria das pessoas, e sim um dist&uacute;rbio que causa dor puls&aacute;til local ou generalizada. A Organiza&ccedil;&atilde;o Mundial da Sa&uacute;de classifica-a entre as 20  doen&ccedil;as mais debilit&aacute;veis, equivalente a dem&ecirc;ncia, compromete a qualidade de vida de um n&uacute;mero significativo e cada vez maior de pessoas.</p>
<p>Ela aparece de forma leve e gradativamente vai se agravando, provocando press&atilde;o craniana, muitas vezes num &uacute;nico ponto como numas das t&ecirc;mporas ou ainda na parte central superior da cabe&ccedil;a, at&eacute; atingir a dor constante que vai de moderada a intensa, com latejos, “fisgadas” muito profundas levando ao lacrimejo dos olhos, dores no pesco&ccedil;o, n&aacute;useas, v&ocirc;mitos e tonturas. Chegando a comprometer parcialmente a vis&atilde;o, em casos mais graves com aura, ou seja, cria-se uma esp&eacute;cie de brisa ao redor dos objetos e afasia com dificuldade em encontrar palavras, situa&ccedil;&otilde;es que pioram com os movimentos, at&eacute; atingir a coordena&ccedil;&atilde;o. Pode durar de algumas horas a tr&ecirc;s dias, denominada cr&ocirc;nica ou se for semanas, epis&oacute;dica.</p>
<p>N&atilde;o tendo hora nem local para acometer os portadores, reage facilmente a est&iacute;mulos, dado a  hipersensibilidade do c&eacute;rebro, sua origem pode ser vari&aacute;vel, de um cheiro mais forte, como cosm&eacute;ticos, produtos de limpeza, dormir pouco, longos intervalos entre as refei&ccedil;&otilde;es, claridade intensa por longos per&iacute;odos, bebidas alco&oacute;licas, ciclo menstrual, sons muito agudos, calor para pessoas com press&atilde;o arterial, estresse da rotina, ansiedade, nervosismo e  da alimenta&ccedil;&atilde;o que inclua alimentos muito gordurosos principalmente frituras e doces em geral. Alguns pesquisadores acreditam que essa sensibilidade &eacute; hist&oacute;rica dentre os portadores, colocando em condi&ccedil;&atilde;o a hereditariedade.</p>
<p><img class="size-full wp-image-250 alignleft" style="border: 0pt none; margin-left: 5px; margin-right: 5px;;  float: left; padding: 4px; margin: 0 7px 2px 0;" title="Cerebro Enxaqueca" src="http://nutricy.com/wp-content/uploads/2009/03/cabeca_enxaqueca.jpg" alt="saude  cabeca enxaqueca Enxaqueca X Qualidade de Vida" width="231" height="231" /></p>
<p>H&aacute; formas ainda restritas de tratamento eficaz da enxaqueca, sendo eles sintom&aacute;ticos e preventivos, ambos utilizam as drogas como coadjuvantes e por isso um m&eacute;dico deve ser consultado. Os sintom&aacute;ticos, partem dos sintomas para controlar e acabar com a dor, quando o paciente j&aacute; est&aacute; sentindo a mesma, ou seja, age diretamente no  dist&uacute;rbio j&aacute; existente. J&aacute; o m&eacute;todo preventivo, consiste no tratamento pr&eacute;vio e cont&iacute;nuo para permanecer sem dor, sendo este tratamento mais indicado em casos de enxaqueca frequente, pois atrav&eacute;s do uso de uma dose di&aacute;ria, faz o c&eacute;rebro produzir e receber a quantidade certa de uma determinada subst&acirc;ncia qu&iacute;mica, diminuindo a frequ&ecirc;ncia e intensidade da dor, uma certa “reeduca&ccedil;&atilde;o” do c&eacute;rebro.</p>
<p>H&aacute; v&aacute;rios tipos de medicamentos, o m&eacute;dico deve optar por um deles seguindo o hist&oacute;rico de cada paciente bem como os poss&iacute;veis efeitos colaterais. N&atilde;o h&aacute; f&oacute;rmula pronta, podem ser utilizados desde medicamentos antidepressivos, relaxantes musculares, para problemas circulat&oacute;rios ou de press&atilde;o arterial.  Nenhum deles causa depend&ecirc;ncia, pois h&aacute; 3 d&eacute;cadas descobriu-se que nem sempre a bula condiz com a utiliza&ccedil;&atilde;o pr&oacute;pria para o qual o medicamento foi desenvolvido, as doses s&atilde;o diferentes em casos de preven&ccedil;&atilde;o e o uso pode ser tempor&aacute;rio, dependo de cada caso. O uso cont&iacute;nuo de medicamentos n&atilde;o descarta a possibilidade da necessidade de medicamentos sintom&aacute;ticos em casos de crise, pois o tratamento preventivo &eacute; a longo prazo. Nem sempre o tratamento acaba totalmente com a doen&ccedil;a, mas as chances s&atilde;o grandes de que desapare&ccedil;a  por longos per&iacute;odos, j&aacute; em outros casos chega a ser eliminada.</p>
<p>No universo das pesquisas h&aacute; novas descobertas de tratamento, ainda que na sua maioria seja pela utiliza&ccedil;&atilde;o de drogas, &eacute; animador pela possibilidade de obter-se medicamentos que possam ser mais eficazes, e com menos efeitos secund&aacute;rios, como &eacute; o caso do “MK0974”, assim conhecido at&eacute; o momento, pois dever&aacute; surgir no mercado em 3 anos, apresentando uma redu&ccedil;&atilde;o da dor em at&eacute; 24 horas comparado a Triptanos utilizados no momento.</p>
<p>N&atilde;o podemos aqui descartar o uso por muitas pessoas, de analg&eacute;sicos comuns como paracetamol, por&eacute;m, quem &eacute; portador de enxaqueca sabe que, s&atilde;o raras as vezes que estas “boletas” s&atilde;o eficazes, por mais que seja no est&aacute;gio inicial da dor, mas tamb&eacute;m n&atilde;o deixam de ser uma alternativa, &eacute; um resultado que depende de cada circunst&acirc;ncia e indiv&iacute;duo.</p>
<p>A quest&atilde;o &eacute;, acabar com o sofrimento, com a dor, e para isso &eacute; importante procurar ajuda de profissionais o quanto antes, tanto de m&eacute;dicos atrav&eacute;s do uso de medicamentos, assim como usar terapias alternativas como: Yoga, relaxamento, acupuntura, massagens, compressas de gelo ou ch&aacute;s. Tudo atuando em conjunto pode trazer bons resultados e devolver a qualidade de vida bem como o bem-estar sem dor de cabe&ccedil;a. N&oacute;s  merecemos este al&iacute;vio.</p>

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		<title>Transtorno de D&#233;ficit de Aten&#231;&#227;o e Hiperatividade</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Mar 2008 12:30:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Inedí Teixeira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Todos n&#243;s, provavelmente, j&#225; ouvimos falar do TDAH. Ou lemos sobre o assunto ou conhecemos algu&#233;m com o transtorno ou simplesmente reconhecemos coloca&#231;&#245;es como desatento, hiperativo ou impulsivo. O TDAH – Transtorno de D&#233;ficit de Aten&#231;&#227;o e Hiperatividade, anteriormente conhecido como dist&#250;rbio de d&#233;ficit de aten&#231;&#227;o ou disfun&#231;&#227;o cerebral m&#237;nima &#233; um transtorno de sa&#250;de [...]]]></description>
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<p>Todos n&oacute;s, provavelmente, j&aacute; ouvimos falar do TDAH. Ou lemos sobre o assunto ou conhecemos algu&eacute;m com o transtorno ou simplesmente reconhecemos coloca&ccedil;&otilde;es como desatento, hiperativo ou impulsivo.</p>
<p>O TDAH – Transtorno de D&eacute;ficit de Aten&ccedil;&atilde;o e Hiperatividade, anteriormente conhecido como dist&uacute;rbio de d&eacute;ficit de aten&ccedil;&atilde;o ou disfun&ccedil;&atilde;o cerebral m&iacute;nima &eacute; um transtorno de sa&uacute;de mental que, como o pr&oacute;prio nome menciona, tem como manifesta&ccedil;&atilde;o a desaten&ccedil;&atilde;o, a hiperatividade e/ou impulsividade. Podendo esses serem predominantes ou combinados. Em geral, meninos apresentam mais sintomas de hiperatividade e meninas &agrave; desaten&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>Sendo esse um assunto que me chama muito a aten&ccedil;&atilde;o, n&atilde;o s&oacute; por ser estudante de Psicologia e interessada pela neuroci&ecirc;ncia, mas tamb&eacute;m por ter um caso familiar, tentarei sintetizar alguns pontos importantes desse problema cl&iacute;nico muito freq&uuml;ente nos dias de hoje.</p>
<p><img src="http://nutricy.com/wp-content/uploads/2008/03/hiperativo.jpg" border="0" alt="saude  hiperativo Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade" hspace="5" vspace="5" align="left" title="Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade saude " />Existe uma s&eacute;rie de sintomas a serem avaliados com rela&ccedil;&atilde;o aos comportamentos. Podemos citar como exemplos, a dificuldade de manter a aten&ccedil;&atilde;o durante tarefas, principalmente quando estas n&atilde;o o estimulam e perda freq&uuml;ente de objetos (desaten&ccedil;&atilde;o), mexer as m&atilde;os e p&eacute;s, correr e falar excessivamente (hiperatividade) e dificuldade de esperar sua vez, interromper e intrometer-se nas atividades dos outros (impulsividade).</p>
<p>Estudos indicam que os fatores desencadeantes desse transtorno s&atilde;o gen&eacute;ticos, embora talvez n&atilde;o o transtorno em si, mas sim uma vulnerabilidade herdada e ambientais, como problemas de rela&ccedil;&atilde;o familiar, complica&ccedil;&otilde;es na gesta&ccedil;&atilde;o ou durante o parto.</p>
<p>S&atilde;o v&aacute;rios os crit&eacute;rios avaliados de comportamentos para apontar a hip&oacute;tese desse diagn&oacute;stico. A crian&ccedil;a (ou tamb&eacute;m um adulto) deve apresentar pelo menos seis dos sintomas de desaten&ccedil;&atilde;o e/ou hiperatividade e impulsividade. Sendo que estes devem estar presentes em pelo menos dois ambientes diferentes (casa, escola, atividades sociais) e devem estar persistindo por pelo menos seis meses. O indiv&iacute;duo enquadrado nestes sintomas deve ser encaminhado para avalia&ccedil;&atilde;o profissional: neurologista, psiquiatra ou um profissional que tenha experi&ecirc;ncia com o transtorno.</p>
<p>O tratamento &eacute; realizado com metilfenidato, mais conhecido como a Ritalina, que atua como um fraco estimulante do sistema nervoso central, inibindo o transporte de dopamina (neurotransmissor, precursor natural da adrenalina e da noradrenalina) no c&eacute;rebro. Esse medicamento deve ser utilizado por adultos ou crian&ccedil;as acima de sete anos e antes de prescrito, deve-se fazer uma avalia&ccedil;&atilde;o no hist&oacute;rico do paciente. Tamb&eacute;m &eacute; fundamental a interven&ccedil;&atilde;o de um psicoterapeuta e psicopedagogo. Este conjunto combinado &eacute; chamado de interven&ccedil;&atilde;o multimodal e serve para um adequado equil&iacute;brio tamb&eacute;m emocional do paciente, fam&iacute;lia e professores.</p>
<p>Os pais e/ou cuidadores devem estar bem esclarecidos e orientados quanto o TDAH. Muitos se queixam do comportamento, perdem a paci&ecirc;ncia e n&atilde;o sabem lidar com estas crian&ccedil;as e por falta de informa&ccedil;&atilde;o, acabam agravando mais os sintomas. Existem estrat&eacute;gias que, sendo trabalhadas em conjunto com os envolvidos, podem amenizar a tens&atilde;o e melhorar o relacionamento.</p>
<p>&Eacute; importante lembrar que nem todas as crian&ccedil;as que apresentam os sintomas comportamentais de desaten&ccedil;&atilde;o, hiperatividade e/ou impulsividade s&atilde;o realmente perturbadas pelo TDAH. Percebe-se tamb&eacute;m, muitos destes sintomas originados de problemas psicol&oacute;gicos e por isso enfatizo a import&acirc;ncia de saber o hist&oacute;rico desse paciente e a interven&ccedil;&atilde;o terap&ecirc;utica. O que pode ocorrer nestes casos &eacute; uma falta de aten&ccedil;&atilde;o dos pais e/ou cuidadores &agrave; crian&ccedil;a e n&atilde;o que a mesma possua o d&eacute;ficit de aten&ccedil;&atilde;o e sendo assim, ela utiliza de certos mecanismos para chamar a aten&ccedil;&atilde;o para si.</p>
<p>Portanto, &eacute; importante uma boa avalia&ccedil;&atilde;o destes profissionais com muito cuidado para n&atilde;o sair diagnosticando o transtorno para qualquer crian&ccedil;a que apresente os sintomas. Talvez por isso, o TDAH hoje esta bastante “rotulado” como sendo a “doen&ccedil;a da moda”.</p>
<p>O que quero dizer &eacute; que, o TDAH est&aacute; presente em muitos casos cl&iacute;nicos, mas que precisamos prestar aten&ccedil;&atilde;o neste conjunto de fatores abordados.</p>
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<p>Fica imposs&iacute;vel abordar tudo o que se conhece aqui, pela quantidade de informa&ccedil;&atilde;o relacionada, mas espero ter ajudado dissipando algumas d&uacute;vidas e havendo mais, fico a disposi&ccedil;&atilde;o no que puder ajudar.</p>

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